Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
São Paulo, segunda-feira, 18 de maio de 2009

Yes, We Can... We can? But what can we?

Autor: Edson Oliveira   |   15:32   4 comentários

Agora entendo o que significa em concreto o famoso slogan publicitário da campanha de Obama: "Yes, We Can!". Sem esforço, vê-se que nessa expressão falta malandramente um complemento para indicar o que realmente we can. Pois quem can, can alguma coisa.

Então, We can o quê, Sr. Hussein Obama?

E para responder a pergunta acima, os acontecimentos desse final de semana, nos EUA, começam a indicar o que can o novo presidente.

O padre Norman Weslin, 78, foi preso na sexta-feira passada por entrar no campus da Universidade "Católica" de Notre Dame carregando uma cruz nas costas em protesto ao título Honoris Causa que Hussein Obama, o presidente mais pró-aborto da história dos Estados Unidos, receberia daquele centro acadêmico.

Além do padre foram presos Alan Keyes, ex-candidato à Presidência e outras 19 pessoas por tentar protestar dentro do campus universitário. Ao total compareceram 3.000 pessoas para mostrar ao Obama que No! We can't.

Vejam o vídeo abaixo:


São Paulo, terça-feira, 5 de maio de 2009

Melhor filme curta-metragem de direita

Autor: Edson Oliveira   |   19:32   Seja o primeiro a comentar


A direita americana é representada no campo político pelo Partido Republicano, enquanto que a esquerda é, por sua vez, pelo Democrata. Assim sendo, adoto neste texto os termos republicano e democrata para expressar uma e outra posição.

***

Esses dias, fiquei empolgado ao ver um filme curta-metragem com um teor muito republicano. Trata-se de Os Pingüins de Madagascar – Missão de Natal.

Nele, os pingüins (Capitão, Kowalski e Rico) têm que resgatar um outro, chamado simplesmente de recruta, que se embrenhou por Nova Iorque para comprar um presente de Natal e acabou por ser confundido com um. Uma velhinha, claramente uma caricatura de senhora idosa eleitora dos democratas, o levou como presente para sua cadelinha poodle, chamada “Mordida”. A guerra começa!

No filme, os pingüins demonstram ter espírito de heroísmo, gostam da hierarquia que há entre eles e a respeitam com naturalidade, não são nada pacifistas e nem um pouco politicamente corretos.

Já a velinha é rabugenta, não gosta do Natal e tem ódio por essa festa existir, dá atenção mais ao que se passa na TV do que naquilo que acontece ao seu redor, parece não ter tido filhos e, por isso, dispensa seu amor maternal – arhg! – a poodlouzinha.

Tenho a impressão de que a atitude dela com a TV é um símbolo de uma pessoa que mais dá valor ao que a mídia diz – Guerra do Iraque, Aquecimento Global, Pandemias, crise econômica, etc. – do que em argumentos reais, e ficam surpresos quando a realidade vem à tona (o apartamento dela que explodiu) e não era aquilo que a TV passava.

Um exemplo disso eu tive hoje. Ouvi na Band News, uma estação de rádio, um representante deles nos EUA comentando um acontecimento “absurdo”, “coisa de maluco” que “contraria o senso comum” - essas são expressões do repórter que fez um suspense enorme antes de ir ao assunto. O fato que “contrariava o senso comum” era sobre uma pesquisa científica que demonstra que o nosso planeta não está aquecendo, mas que esfriou 0,5°C. O tal aquecimento global é coisa que nos EUA só os democratas e a mídia defendem. Inclusive o jornalista da Band News disse claramente que esse argumento vai favorecer os conservadores.

Apenas para encerrar, digo que foi impossível para mim imaginar os pingüins votando em Obama, bem como a velinha votando em Bush.

Apenas não gostei do estilo Rock da música de natal que inicia o filme. Achei isso execrável.

Quem quiser, pegue um saco de pipoca e assista o filme:

A realidade da “crise” está cada vez mais sob dúvida

Autor: Edson Oliveira   |   15:40   Seja o primeiro a comentar

Matthew Cullinan Hoffman
correspondente na América Latina

GUADALAJARA, México, 30 de abril de 2009 (LifeSiteNews.com) — Será que a pandemia global de gripe de 2009 poderia ser um alarme falso? Cada vez mais as evidências mostram que a resposta é “sim”.

Debaixo das manchetes histéricas que sugerem uma ameaça crescente da chamada “gripe suína”, os dados procedentes da Cidade do México e fontes internacionais estão indicando que, na realidade, poderia-se atribuir a “epidemia” inteira a nada mais do que uma interpretação incorreta de estatísticas e casos médicos por parte do governo mexicano.

Nas últimas 24 horas, as autoridades sanitárias do México revisaram de forma dramática os números de mortalidade da doença.

Embora cite quase 170 mortes “suspeitas” possivelmente atribuíveis à nova variante da “gripe suína”, o governo nunca comprovou mais de 20 casos.

Agora, depois de um exame mais minucioso desses 20 casos, o governo revisou os números, confessando que há só 12 mortes comprovadamente ligadas ao vírus no México inteiro, de um total de apenas 260 casos verificados. Contudo, não se sabe quantos casos ocorreram que não foram registrados, de pessoas que nunca foram hospitalizadas.

Embora o número de mortes “suspeitas” possa parecer alarmante, é realmente muito pequeno em comparação com o número de mortes totais de gripe que ocorrem anualmente no México.

Aliás, o governo mexicano relata que há uma média de 20 mil mortes por pneumonia no México anualmente. A gripe normalmente mata suas vítimas provocando pneumonia.

As declarações alarmistas proclamadas histericamente pelos grandes meios de comunicação também contrastam fortemente com a total falta de mortes de não mexicanos devido ao vírus. Embora a doença tenha aparecido em vários países, só uma pessoa fora do México morreu dela — um menino mexicano que cruzou a fronteira para o Texas, EUA, com sua família para visitar parentes.

Agora, especialistas americanos estão começando a dizer publicamente que a doença identificada na imprensa como “gripe suína” não parece ser mais mortal do que os outros vírus de gripe.

De acordo com cientistas citados hoje pelo jornal Los Angeles Times, o número de mortos pelo vírus provavelmente não será pior do que a média do que ocorre durante os invernos.

“O vírus não tem nem de longe a capacidade de matar como o vírus de 1918”, disse ao LA Times o virologista de gripe Richard Webby, referindo-se a uma epidemia de gripe que matou 50 milhões de pessoas no mundo inteiro no fim da I Guerra Mundial.

“Há certas características, assinaturas moleculares, que faltam a esse vírus”, disse ao jornal o microbiólogo e especialista em gripe Peter Palese.

“De modo particular, a gripe suína tem falta de um aminoácido que parece aumentar o número de partículas virais nos pulmões e tornar a doença mais mortal”, acrescentou o LA Times.

O deputado federal americano Ron Paul, que é também médico, divulgou uma declaração em vídeo denunciando a histeria em torno da chamada “pandemia”.

Paul observa que um alarme falso em torno da “gripe suína” em 1976 resultou em 25 mortes nos EUA — provocadas não pelo vírus, mas pela apressada campanha de vacinação lançada pelo governo. O resultado mortal provocou o cancelamento da campanha.

Só Paul e outro deputado, também médico, votaram contra a campanha de vacinação, disse Paul.

“Aí vamos nós, mais uma vez. A gripe suína aparecendo e todo mundo entrando em pânico”, disse Paul.

“Os EUA não tinham tido nenhuma morte”, acrescentou ele. “Mas há sete ou oito casos em Nova Iorque. Nenhum foi hospitalizado. Entretanto, é praticamente como se todos nós tivéssemos sido atacados por armas nucleares. Quero dizer, as entrevistas coletivas à imprensa no final de semana, a preocupação principal do Ministério de Segurança Nacional… Espere aí, como é que o Ministério de Segurança Nacional entrou nesse negócio médico? Estão agindo como se a situação estivesse totalmente fora de controle”.

Qualquer que seja a razão exata para o elevado índice de mortes atribuídas à gripe no México, cada vez mais parece que a maioria das vítimas pode ter sofrido de variantes da gripe comum, não a exótica “gripe suína” que, em qualquer caso, parece não ser mais mortal do que as outras.

Contudo, os avisos do governo provocaram pânico em todo o México, principalmente na capital da nação e na cidade de San Luis Potosi, onde alguns casos foram detectados.

Restaurantes e outros negócios receberam ordens de fechar as portas, missas foram canceladas e as pessoas foram avisadas para ficar em casa e evitar aglomerações. A economia está sofrendo de forma significativa.

Embora as pessoas em toda a Cidade do México e outras cidades estejam usando máscaras para evitar infecção, ninguém as está usando no Ministério da Saúde do México, de acordo com o jornal El Pais. Eles reconhecem que as máscaras pouca proteção dão a quem as usa, e que o governo as distribuiu apenas para acalmar os temores do povo.

O pânico espalhou até para regiões que não foram afetadas pelo vírus. Apesar do fato de que nem um único caso de infecção do vírus foi comprovado no estado inteiro de Jalisco, uma percentagem considerável do povo está transitando com máscaras para se protegerem na capital de Guadalajara.

Links relacionados:

Scientists see this flu strain as relatively mild

Lessons From the Non-Pandemic of 1976

Ron Paul about the Swine Flu People die from the Vaccines not from The Flu

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/apr/09043015.html

São Paulo, domingo, 3 de maio de 2009

A gripe suína é uma farsa?

Autor: Edson Oliveira   |   20:34   12 comentários

Até agora fiquei em silêncio sobre a tal gripe que, segundo a imprensa deixa transparecer, é o ínicio do fim do mundo.

O que me mantinha no silêncio era por me recriminar pelo ceticismo com que lia as notícias e por achar que isso era sinal de insensibilidade minha para com as vítimas do vírus.

Mas a cada dia que passava meu ceticismo aumentava, e isso graças a imprensa que a cada novo título de artigo não deixava de colocar a palavra "suspeita" ou "suspeita-se" e outras do gênero.

Além do mais, os sintomas que o vírus causa em uma pessoa são os mesmos de uma gripe comum. Resultado, eu que peguei uma gripe não posso contar isso por telefone para minha mãe, pois ela desmaiaria. Que hora para pegar uma gripe, hein!

Outro motivo que me levou ao silêncio foi o sentimento de solidão. Parecia que ninguém suspeitava de nada e só eu, devido a uma crueldade cínica - que mesmo reportagens relatando dezenas de mortes não foram capazes de me comover -, suspeitava de uma possível farsa.

Lembro que, não tão distante no tempo, a imprensa falava numa tal gripe aviária. Qualquer papagaio que morria era motivo para grandes títulos nos maiores jornais do mundo. Hoje mal se fala dela. Mas, até então, a imprensa tocava suas trombetas anunciando o fim do mundo porque cinco galinhas morreram no sul da China.

O que me alegra é ver que já não estou sozinho.

Ugo Braga, jornalista do Correio Braziliense, postou no seu blog um texto em que demonstra sua certeza da farsa da gripe suína. (Confira: A gripe suína é uma farsa)

Mais me alegrou ainda foi ver que os comentários deixados no post indicam que seus leitores também o seguem em seu ponto de vista.

Ufa! Já não estou sozinho e me sinto encorajado a escrever sobre isso.

Não tenho provas, apenas desconfiança. E o meu intuito com este post é lançar aos leitores uma oportunidade para refletirem e debaterem sobre o tema. Caso contrário, poderemos estar diante de uma grande mentira que dará motivo para o Estado nos impedir de irmos aos aeroportos, terminais de ônibus, escolas, as missas (confira: México suspende missas por medo da gripe suína) e a todos os lugares onde possa haver aglomerações de pessoas.

Fica o debate lançado.

Apenas para não esquecermos, leiam:

A invasão dos marcianos: A Guerra dos Mundos que o rádio venceu

São Paulo, sexta-feira, 1 de maio de 2009

Ou seja, tudo "farinha do mesmo saco"

Autor: Edson Oliveira   |   12:00   Seja o primeiro a comentar

Em sua visita à Argentina, Lula da Silva disse ao jornal "La Nacion" que para o Brasil "será um privilégio" um pleito eleitoral cujos adversários sejam Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Ciro Gomes (PSB) ou mesmo Aécio Neves (PSDB).

E a razão disso é que Lula não vê "nada de direita nesses candidatos. Vejo colegas de esquerda, de centro-esquerda e progressistas. Isso é um avanço extraordinário para o Brasil" (La Nación, 19-4-2009).

Isso me lembra - e corrobora - a frase de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ex-presidente do Brasil, em estrevista para o mesmo jornal durante a disputa eleitoral entre Lula e Alckmin: “O programa político em jogo é mais ou menos o mesmo. O que os brasileiros estão elegendo é um estilo de condução." (La Nación, 6-10-2006)

Ou seja, como se costuma dizer, tudo "farinha do mesmo saco". E ainda dizem que há democracia no Brasil.