Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
São Paulo, sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Em votação apertada, parlamento polonês rejeita proibição total do aborto

Autor: Edson Oliveira   |   18:57   3 comentários

Mariusz Dzierżawski, deputado pró-vida da Fundacjia Pro, discursa antes da votação.

Segundo o site polonês Fundacja Pro - Prawo do Zycia, o parlamento polonês rejeitou, no último 31 de agosto, um Projeto de Lei de iniciativa popular para proibir todas as formas de aborto consentido.

600.000 poloneses pediram ao parlamento, através de uma abaixo-assinado recolhido em apenas duas semanas por iniciativa da Fundacja Pro - Prawo do Zycia e uma coalizão de outras entidades, para por fim ao aborto legal na Polônia que foi implantado no país em 1943 por ordens de Hitler.

O projeto foi rejeitado por 191 deputados contra 186, com somente cinco abstenções (foto ao lado). Setenta e oito parlamentares estavam ausentes na sessão. O partido Lei e Justiça (PiS) apoiou a iniciativa e todos os seus 160 legisladores presentes votaram pela proibição do aborto.

3 comentários:

Olá. Você sabe se atualmente o aborto é totalmente legal na Polônia? Um abraço, parabéns pelo blog.

Se os 5 deputados que se abstiveram tivessem votado, ao menos teríamos um empate, o que poderia resultar numa situação totalmente diferente. Eu não queria ser um destes no dia do meu juízo particular: como será diante de Deus?
De outro lado, se vê que 78 deputados estavam ausentes, o que também demonstra o indiferentismo diante de votação tão importante. Assim como demonstram total desinteresse pelos 600.000 poloneses que tiveram a iniciativa de pedir tal Projeto de Lei.
Isto só confirma que a política está separada da população por um abismo ideológico.
Enfim, rezemos para que Deus Nosso Senhor possa reverter esta votação; afinal, foram apenas 5 votos de diferença, que as

Prezado Matheus,

Pelo que sei, lá é pior do que a aqui no Brasil. Além de estupro e risco de vida da gestante, a legislação também permite o aborto em caso de incesto ou malformação do feto.