Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
São Paulo, quinta-feira, 28 de junho de 2012

ATENÇÃO RECIFE! Inscreva-se para o Fórum “As ameaças do Programa Nacional dos Direitos Humanos-3 continuam”

Autor: Edson Oliveira   |   20:03   Seja o primeiro a comentar

Segue abaixo notícia importante extraída do site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

No dia 04 de julho de 2012, a capital de Pernambuco, Recife, irá receber nomes respeitados no cenário nacional para tratar de um assunto muito sério e que poderá mudar – para pior – o futuro do Brasil.


Se você é de Recife e arredores, não pode deixar de participar do Fórum:


Os conferencistas irão tratar de temas que estão inclusos no PNDH-3 e são verdadeiras barbaridades corrosivas para o Brasil.
  • Príncipe Imperial do Brasil D. Bertrand de Orleans e BragançaA corrosão do direito de propriedade no PNDH-3.
  • Prof. Eduardo Barreto CampelloAs inconstitucionalidades no PNDH-3.
  • Cel. PMESP Jairo Paes de LiraO PNDH no Congresso Nacional. Aborto, “casamento homossexual” e desarmamento.
Faça aqui sua inscrição.

Ou se preferir, ligue para (81) 3222-4816

Contamos com sua participação

São Paulo, quinta-feira, 21 de junho de 2012

Os inseparáveis público e privado

Autor: Helio Dias Viana   |   12:23   1 comentário

Em nossos dias em que o liberalismo levado às suas últimas consequências desfechou – como não poderia deixar de ser – na mais completa libertinagem, um dos argumentos utilizados para se chegar a tal paroxismo foi o de que a vida privada dos indivíduos nada tem que ver com a sua vida pública. Como se aos homens fosse possível “pintar e bordar” individualmente e depois serem bons chefes de famílias ou de empresas, ou administradores públicos exemplares!

Pensar assim seria ignorar a natureza humana, a qual constitui um só todo inseparável, e, portanto, o que se diz aqui dos chefes ou dos administradores vale para qualquer outra atividade ou profissão. Ninguém consegue, ainda que o tente de todos os modos, observar uma conduta externa que não seja uma projeção de sua vida privada.

Um líder, por exemplo, que queira permanecer fiel aos seus princípios e não andar ao sabor da moda e das ideias extravagantes, só conseguirá fazê-lo se na sua vida privada ele for correto. Vale aqui lembrar a sentença de Paul Claudel, citada por Plinio Corrêa de Oliveira em seu célebre ensaio Revolução e Contra-Revolução: “Cumpre viver como se pensa, sob pena de mais cedo ou mais tarde acabar por pensar como se viveu”.


À vista disso, é toda a organização social que se ressente, pois quando os que a compõem não agem segundo esses princípios, ela marcha para a destruição. Quem pode negar, por exemplo, que uma empresa cujo diretor seja chefe de uma família bem constituída, tenha maior possibilidade de êxito do que a de outro que não viva nessas condições? Simplesmente porque o primeiro terá mais condições psicológicas e apoio colateral para levar a bom termo as suas atividades do que o segundo. Situação que depois se transmitirá aos filhos. Nesse sentido, não se pode negar que a indissolubilidade matrimonial contribui eficazmente para o progresso econômico da sociedade e das nações.

O que dizer então dos chefes de Estado, de quem a nação inteira tem o direito de esperar o bom exemplo e aos quais incumbe o dever de dá-lo? O que sobraria hoje de instituições altamente respeitáveis, de cujo seio eram outrora excluídos os que não tivessem boa conduta? Lucraram tais instituições ao abolirem essas normas? Lucraram sequer os seus membros, que se viam assim protegidos? Lucrou a sociedade? 

Não passa, portanto, de uma falácia pensar que seja possível separar a conduta pública da privada sem provocar grandes tragédias. Que o digam os dias em que vivemos!

São Paulo, sexta-feira, 15 de junho de 2012

Mentira tem perna curta

Autor: Marcos Luiz Garcia   |   09:07   1 comentário

O esforço hercúleo exercido por certas forças, no Brasil e no Exterior, para a opinião pública assimilar o homossexualismo é evidente. Parte preponderante desse esforço tem sido posto em ação pela mídia, empregando todas as suas tubas nessa direção, sobretudo antes, durante e depois de marchas como a realizada no último dia 10 em São Paulo.

Não me refiro a outros possantes apoios como o patrocínio do governo, bancando em larga medida o evento com dinheiro público, bem como o apoio de autoridades, que liberam uma das artérias mais importantes da cidade para prestigiar o movimento. Raciocinando um pouco – hábito fora de moda para muitos – uma pergunta se impõe: Um evento tão propalado, prestigiado de tantas maneiras, e que, no entanto, requer a presença de tantos policiais para reprimir a violência, o alcoolismo e os roubos, que temores desperta? Por que? Dá o que pensar.

Contudo, o mais espetacular aspecto da passeata do dia 10 foi o desfazimento de uma falsidade gigantesca. Há anos os organizadores, a mídia e até a polícia confirmavam a participação de milhões de pessoas no evento. Este ano aconteceu algo incrível! Embora a manifestação continuasse praticamente com o mesmo tamanho, a cifra obtida “cientificamente” pela “Folha de S. Paulo” aponta 270 mil participantes – menos que a décima parte do que vinha sendo anunciado! – dos quais só 65 mil participaram do deslocamento até a Consolação. Por que será que, decorridos 15 anos, somente agora ocorreu a ideia de se contar objetivamente, ou cientificamente, o número de participantes? (Estava demais...?) Diz o ditado popular que “mentira tem perna curta”.

Que certa esquerda mente escandalosamente, é notório. Se parar de mentir, murcha. Será que a mídia visava dar uma ideia de que a popularidade do movimento é gigantesca? O que seria dessas marchas sem o apoio tão precioso dessa imensa caixa de ressonância que é a mídia e de outros apoios menores, artificiais, mas relevantes? Será que tais marchas são realmente do agrado da opinião pública?

O jornalista Gilberto Dimenstein, da “Folha de S. Paulo”, ao lembrar que tanto José Serra quanto Fernando Haddad (o do kit homossexual), candidatos à Prefeitura de São Paulo, não compareceram à recente marcha por medo de receberem o troco nas urnas... , não está sugerindo exatamente essa impopularidade? Por que não se faz um plebiscito bem claro e imparcial para avaliar CIENTIFICAMENTE se o Brasil aceita ou rejeita essas marchas? Não seria DEMOCRÁTICO? Ou é melhor continuar mentindo e impondo? Por quê?

São Paulo, quinta-feira, 14 de junho de 2012

Vídeo: proteste contra o novo Código Penal. Diga NÃO à cultura da morte

Autor: Edson Oliveira   |   11:27   Seja o primeiro a comentar



Veja abaixo o vídeo do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira sobre os perigos do novo Código Penal que está sendo preparado no Congresso.


Depois de assistir ao vídeo, acesse:http://www.ipco.org.br/home/peticao-ao-senado.