Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
São Paulo, terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Inquisição espanhola x bicicletas infantis: quem matou mais?

Autor: Edson Oliveira   |   10:16   3 comentários


"À luz de sua reputação atormentadora, certamente surpreenderá aqueles que acreditam que milhões de pessoas morreram na Inquisição Espanhola aprender que durante os séculos 16 e 17 menos de três pessoas por ano foram sentenciadas à morte pela Inquisição em todo o Império Espanhol, que ia da Espanha à Sicília e Peru [1].

"[...] O que significa que através dos seus infames 345 anos [considerando três breves suspensões], a terrível Inquisição Espanhola foi, numa base anual, cerca de catorze vezes menos letal que bicicletas infantis [2]".

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Theodore Beale, The Irrational Atheist, pág. 219 (Kindle):
[1] Henry Kamen, The Spanish Inquisition: A Historical Revision. New Haven: Yale University Press, 1997, pág. 203;
[2] Facts About Injuries To Children Riding Bicycles. Safe Kids Worldwide.

Fonte: Blog Cruz Inabalábel

3 comentários:

Olá, Salve Maria!
Um grande movimento começou na Internet, você já soube?

Trata-se do site Papa Desconhecido, uma manifestação global onde católicos de todas as partes enviam uma mensagem ao futuro Papa.

Se possível, divulgue esta iniciativa em seu site e peça a seus leitores que também assinem.

Vamos mostrar ao mundo a força da Igreja Católica!
Segue link para divulgação:
http://www.papadesconhecido.com/apoie

Que notícia mais tendenciosa!
Esperava mais inteligência de parte do autor.

A Inquisição Espanhola matou menos de 3 pessoas por ano entre o século XVI e XVII???

Será que vos proibiram de ler os livros onde vêm mencionadas as milhares de pessoas que tiveram a infelicidade de morrerem na fogueira?

Pensava que a Inquisição já tinha acabado!

Reclama com a Universidade de Yale, chefe.

Henry Kamen, The Spanish Inquisition: A Historical Revision. New Haven: Yale University Press, 1997, pág. 203;