Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
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São Paulo, quinta-feira, 5 de junho de 2014

Lições do passado e o eurasianismo esotérico de Aleksandr Dugin

Autor: Unknown   |   07:05   4 comentários

Livro de Aleksandr Dugin
com o símbolo do movimento
euroasiático.
Por ocasião dos 70 anos do desembarque das tropas aliadas na Normandia (6 de julho de 1944), publicamos o artigo abaixo, escrito pelo Professor Plinio Corrêa de Oliveira dias após esse importante evento que mudou os rumos da II Guerra Mundial.

Os alertas contidos no texto servem para nossos dias em que nos vemos novamente bombardeados pela propaganda bolchevista, agora caracterizada como Eurasianismo - cujo principal mentor é o esotérico satanista Aleksandr Dugin. 

Dugin tem viajado pelo mundo inteiro tentando aglutinar pessoas para sua "cruzada" sem cruz em favor do "perfeito cumprimento da maior revolução da história, enquanto continental e universal. Falamos do retorno dos anjos, a ressurreição dos heróis, da insurreição dos corações contra a ditadura da razão. Esta Última Revolução é tarefa do Acéfalo, do portador da Cruz, da Foice e do Martelo, coroado pelo Sol da Suástica Eterna." (Cfr: Aleksandr Dugin, em Le Prophète de l' Eurasisme, Edição Avatar, 2006, p. 147).

Aleksandr Dugin fala ao microfone, tendo ao seu lado esquerdo o satanista francês Christian Bouchet.

Dugin, que já esteve no Brasil e se prepara para voltar em breve, procura seduzir movimentos conservadores do ocidente numa suposta luta contra a imoralidade do liberalismo ocidental, mas cuja meta é destruir os EUA, país que ele vê como a personificação do mal, sendo que o povo americano é quem mais se destaca na luta pelos valores morais, familiares e pelo direito de propriedade, embora de momento não estejam representados na presidência do país.

Estrela do Caos.
A estrela de oito setas que se transformou em símbolo oficial do Eurasianismo é uma leve modificação da “Estrela do Caos” (Vide figura ao lado) ou também conhecida como “Estrela Mágica” da doutrina ocultista baseada nos escritos do satanista inglês Aleister Crowley - a quem Dugin admira pela sua luta contra o Regime Mundialista e procurou tornar popular os escritos de Crowley na Rússia (Cfr.: http://oto.ru/).

A ligação entre o 'Chaos Magick' de Crowley ('Magiya Khaosa') e o símbolo do movimento eurasiano é descrita pelo próprio Dugin em seu livro Os Cavaleiros Templário do Proletariado (ver Parte 6, nota 56).


Esse será o futuro dos movimentos conservadores do ocidente?

Segue abaixo o artigo do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira que nunca se deixou iludir por manobras revolucionárias que nos oferecem falsas opções, e sempre procurou alertar o público, especialmente o católico, contra essas investidas.
***

Não exageremos!

Plinio Corrêa de Oliveira

Os acontecimentos que se vem desenrolando na França confirmam vigorosamente as considerações que expendemos, ainda neste mês, sobre a política militar do Sr. Adolph Hitler.

Como dissemos, o Sr. Hitler já não é o senhor de vencer, mas até certo ponto de vista é senhor de dar a vitória a quem quiser. E essa vitória, conscientemente, deliberadamente, criminosamente, esse malfeitor público a está entregando nas mãos da Rússia. No ocaso de sua longa e sangrenta aventura política e militar, o Sr. Adolf Hitler, que procurara arrastar atrás de si em outros tempos toda a Europa na miragem de uma cruzada anticomunista, está dando a Stalin o cetro da dominação universal. Demonstra‑se, assim, que o anticomunismo do Sr. Hitler não é senão um mero "bluff" de propaganda política, e que, no fundo, os nazistas preferem a vitória do totalitarismo vermelho à das democracias ocidentais. A velha tese do LEGIONÁRIO se confirma: comunismo e nazismo são irmãos, e qualquer tentativa de nos apoiarmos sobre um para combater o outro é, no fundo, fazer o jogo de ambos. Hitler, que já não consegue guardar para si os louros, prefere que eles fiquem nas mãos de Stalin, que nas de Churchill ou Roosevelt. Stalin certamente preferiria que eles ficassem em mãos de Hitler, a vê-los adornando a fronte das potências "burguesas". Desejando para si a vitória, cada um dos dois ditadores, desde que não a possa obter, prefere vê-las nas mãos do seu sósia.

*  *  *

É preciso que isso se afirme, se repita, se proclameneste momento em que certos propagandistas soviéticos no Brasil começam a torpedear insidiosamente o prestígio dos combatentes anglo-americanos. A ouvi-los, a Rússia bolchevista seria o maior dos colossos, o fator decisivo da vitória. Pelo contrário, as potências “burguesas”, infectadas de liberalismo, de moleza, de desorganização, estariam prestando um concurso perfeitamente secundário para o êxito da guerra. E, de tudo isto, se deduziria que só o comunismo possui uma organização política e social perfeita. A prova dos noves fora, da superioridade bolchevista, se teria feito em Stalingrado.

Esta afirmação audaciosa não pode passar sem alguns reparos.

*  *   *

Plinio Corrêa de Oliveira
Afirmemos, preliminarmente que fazemos uma distinção fundamental entre a Rússia e comunismo. Muitos russos poderão não compreender essa distinção, como certos italianos não compreenderiam que distinguíssemos entre Mussolini e a Itália, certos franceses não suportavam que atacássemos Pétain amando embora ardentemente a França, e muitos alemães jamais puderam compreender como, sendo nós furiosamente antinazistas, podíamos dizer-nos sinceramente desejosos do bem da nação germânica.Essa distinção entre um país e os aventureiros que se apoderam de sua direção, ou entre esse país e o regime político debaixo de cuja opressão geme, é entretanto elementar. Compreendam-nos ou não nos compreendam certos russos brancos, ainda ontem anticomunistas e hoje entusiasmados com o êxito das tropas soviéticas, a verdade é que o comunismo não é a Rússia, como não é o México, como não seria o Brasil se desgraçadamente ele se introduzisse aqui. O comunismo é um tipo de organização político-social diametralmente oposto à doutrina político-social da Igreja. Ele é, portanto, o contrário da civilização cristãÉ a civilização anticristã, ou seja a civilização do anti-cristoSer bom russo não é aplaudir o comunismo, mas combatê-lo para libertar dele quanto antes a Rússia. Se, portanto, queremos lutar inflexível e intransigentemente contra o comunismo, não o fazemos porque não estimemos o povo russo, mas muito pelo contrário: porque o amamos ardentemente em Nosso Senhor Jesus Cristo com aquela caridade universal ‑ católica ‑ que abraça todos os povos criados por Deus.

* * *

Isto posto, notemos que a Inglaterra e os Estados Unidos desembarcaram agora imensos efetivos na França, e não obstante tudo isto, não obstante a pressão militar na Itália, na Rússia, os nazistas resistem tremendamente às forças de desembarque no território gaulês.

Por que? Evidentemente porque desde o início o Sr. Hitler tem concentradas na França tropas incontáveis, recursos sem número, de munições como de víveres, tudo para fazer face a uma invasão aliada, efetuada de improviso.

Haveremos de reconhecer nos generais anglo-americanos verdadeiros poltrões? Havemos de entender que os chefes das nações anglo-saxônicas, nossas aliadas, são cretinos e imbecis? Ou haveremos de convir em que o Sr. Adolf Hitler realmente deixou no Ocidente recursos imensos, e que portanto só combateu contra a Rússia, no Oriente, com meios que estavam longe de representar o efetivo total do exército germânico? Neste último caso,como não haveremos de reconhecer que os russos, ao contrário dos franceses, não tiveram de enfrentar a plenitude dos recursos militares teutos, e que portanto a resistência da Rússia não tem todo o significado que se lhe quer atribuir?

Não negamos que a Rússia haja resistido com valor ao ímpeto nazista. Negamos, porém, que daí se deva deduzir que a Rússia venceu inteiramente só, os nazistas, nossos adversários comuns; que as nações burguesas fracassaram inteiramente; e que os atuais acontecimentos militares possam de um ou de outro modo demonstrar a superioridade do regime bolchevista sobre o regime em que vivemos.

A Rússia lutou com êxito e valor, é certo, mas só contra uma parte das forças germânicas. Teria ela resistido ao ímpeto total dos nazistas, caso estes tivessem feito as pazes com a Inglaterra e pudessem ter desguarnecido o front ocidental?

Este problema é muito sério.

*  *  *

Notemos antes de tudo que a Rússia recuou muito diante do primeiro ímpeto nazista. Recuou mesmo tanto, que se ela não tivesse o território imenso que possui, se ela fosse uma nação menor, teria sido literalmente varada de lado a lado.

Calculada a extensão do recuo russo, pergunta-se: se as tropas soviéticas tivessem sido obrigadas a defender a Bélgica, tê-lo-iam conseguido? Evidentemente não.

A Rússia contou, pois, com um primeiro fator independente do regime, que é a extensão do território. Vivesse esse regime “magnífico”, “fantástico”, “maravilhoso”, em um país pequeno, e teria sido culbuté [derrubado] no primeiro tranco nazista.

também não foi o comunismo que armou o outro grande fator de vitória: o general inverno, como tem dito espirituosamente a imprensa. Sem esse general, graças a cuja ação defensiva e protelatória foi possível aos russos preparar a resistência, o que lhe teria sucedido? O fracasso que tiveram no primeiro contato com as tropas finlandesas.

Auxiliadas pelo inverno, pela extensão territorial, imobilização de inúmeros efetivos nazistas, dada a iminência de uma invasão européia e a agitação dos povos conquistados da Europa, a Rússia conseguiu, depois de imensos desastres, reagir por fim. Reagiu com valor: aplaudamo-la. Reagiu com êxito: demos graças a Deus, porque tudo seria melhor ou menos mau que o triunfo nazista no mundo. Mas não exageremos as coisas: o êxito russo, que consideramos com tão sincera satisfação, está longe, longe, muito longe de servir de argumento para o regime comunista.

* * *

São ingratas essas discussões no momento em que nossa primeira tarefa deve consistir indubitavelmente em arrasar o inimigo no 1 da civilização cristã e do Brasil que é o Sr. Hitler. Por isto mesmo, é convenienteabafar de vez esses capciosos métodos de propaganda bolchevista.

Fonte: http://www.pliniocorreadeoliveira.info

São Paulo, quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Olha o que a Dilma fez com quem votou nela... "Minha Casa, Minha Vida"?

Autor: Unknown   |   17:42   3 comentários



A população de Estrela do Araguaia (7.000 pessoas), em Mato Grosso, já não tem mais para onde ir, estão agora sem casa e com suas vidas destruídas.

Os moradores foram expulsos de seus lares pelo governo Dilma depois que o território foi demarcado como área indígena (para índios que chegaram lá em 2006).

 Os vídeos abaixo dizem tudo.





Outros vídeos




O vídeo abaixo chama os legítimos proprietários de "posseiros". Mas vejam nele a verdadeira preocupação que o governo Dilma tem com a educação de nossos jovens:


 Neste vídeo, gravado antes da decisão de retirar os moradores, o advogado de defesa chama a Funai de quadrilha por falsificar documentos:





Durante a reportagem abaixo, veja a situação dos invasores do MST, vivendo na região de modo precário e similar a trabalho escravo:



São Paulo, domingo, 25 de novembro de 2012

Soberania Necessária - Um ótimo livro sobre Ciência Política

Autor: Unknown   |   03:42   1 comentário

Com a atual degradação da sociedade e com a eliminação dos valores da nossa Civilização, pode se dizer que estamos num processo que poderá culminar com a desaparição dos Estados nacionais e do princípio de soberania que constitui o seu fundamento.

O autor desta obra, profundo conhecedor do pensamento clássico e da bibliografia contemporânea sobre o tema, demonstra que o Estado e a soberania não são ideias efémeras e convencionais destinadas a serem superadas no decurso da História, mas, pelo contrário, são uma característica natural e necessária da sociedade humana.

A abolição da soberania implica a morte e a decomposição da sociedade, a qual, privada do seu princípio vital e do seu centro unificador, acabará por cair na desordem e na anarquia. A reconquista conceptual da ideia do Estado e do princípio de soberania é, portanto, uma condição indispensável para fazer frente ao caos que ameaça a humanidade na era da globalização.


Autor: Roberto de Mattei
Título: A soberania necessária - Reflexões sobre a crise do Estado moderno
Editora: Civilização Editora, Porto, 2002, 188 págs.
ISBN: 972-26-2077-0

São Paulo, quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Filmes revelam horrores de genocídios chineses

Autor: Unknown   |   12:05   Seja o primeiro a comentar

Wang Bingo
O cineasta Wang Bing [foto] produziu dois filmes sobre os capítulos mais sinistros da revolução socialista chinesa:

a) a campanha de 1957 contra os “direitistas”, que deportou centenas de milhares de chineses para campos de concentração onde os prisioneiros morriam como moscas, de frio, esgotamento e maus tratos;

b) o chamado “Grande Salto Adiante”, em que a fome matou entre 20 e 30 milhões de pessoas. Até hoje está proibido na China falar desses massacres, descritos em termos idílicos pelas esquerdas do Ocidente. Os filmes de Wang Bing rompem esse sigilo criminoso.

O extermínio de pessoas, onipresente na China, exige um meticuloso julgamento internacional.
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Agência Boa Imprensa (ABIM)

São Paulo, terça-feira, 18 de setembro de 2012

Profecia de São Orione: o feminismo desmoronará a sociedade, mais do que desmoronou na Rússia pelo bolchevismo

Autor: Unknown   |   10:53   2 comentários



A propósito da legalização total do aborto previsto no  anteprojeto de reforma do Código Penal brasileiro, o site Vatican Insider, em 13 de setembro último, entrevistou D. Flavio Peloso, diretor geral da "Obra Dom Orione".

O entrevistado reproduz texto – profecia -- de D. Orione (*) [figura acima] sobre a decadência da família.
Nos anos 20, ele (D. Orione) escreveu a respeito da nova situação social e cultural das mulheres. Nesse texto ele passou depois da questão das mulheres ao tema da família: 
“É cristão, é caridoso ocupar-se da condição da mulher, ou melhor, da família cristã – observa D. Orione. O ataque, por ora ainda latente, contra esta fortaleza social que é a família cristã, guardada e mantida pela indissolubilidade do matrimônio, prestai atenção, amanhã tornar-se-á furioso. O feminismo é uma parte importantíssima da questão social, e a nossa falha, ó católicos, é o de não tê-lo compreendido logo. Foi um grande erro. O dia em que a mulher, libertada de tudo aquilo que chamamos a sua escravidão, se tornar mãe segundo seu prazer, esposa sem marido, sem nenhum dever para quem quer que seja, nesse dia a sociedade desmoronará espantosamente para a anarquia, mais do que desmoronou na Rússia pelo bolchevismo.”

_______________
(*) Dom Luigi Orione (1872-1940), canonizado por João Paulo II em 16-5-2004.

Fonte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

São Paulo, terça-feira, 21 de agosto de 2012

Petição ao governo chinês pela libertação do bispo auxiliar de Xangai

Autor: Unknown   |   14:46   Seja o primeiro a comentar


Na cerimônia de sagração do novo bispo católico auxilar de Xangai, Dom Thaddeus Ma Daqin (foto ao lado), até então filiado a Associação Patriótica Católica - órgão do governo comunista chinês que não aceita a autoridade do papa -, compareceu Dom Zhan Silu, bispo “oficial” de Mindong não reconhecido por Roma e também afiliado a mesma associação.

Dom Thaddeus, durante a sagração, recebeu a imposição das mãos dos bispos fiéis à Roma, recusando-se a receber de Dom Zhan Silu e também de receber a comunhão desse bispo ilegal.

Em sua homilia, Dom Thaddeus emocionou o povo com sua coragem ao salientar que não convém continuar servindo a cismática Associação Patriótica.

Mas na China, o preço da fidelidade à Roma custa um valor. Misteriosamente, Dom Thaddeus  “desapareceu” logo após a cerimônia.

Apesar das autoridades eclesiásticas de Hong Kong afirmarem que ele foi preso, o governo chinês alega que ele está descansando no seminário local porque “sofria de esgotamento físico e moral”.

Diante de mais essa perseguição religiosa, começou uma petição online a ser entregue ao governo chinês em Xangai pedindo a liberdade para Dom Thaddeus.

Clique aqui para assinar esse protesto e divulgue entre seus contatos.

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Fonte consultada:
Blog Pesadelo Chinês

São Paulo, segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Criminalidade e direitos humanos

Autor: Unknown   |   10:36   Seja o primeiro a comentar


O banditismo foi um dos ingredientes da revolução comunista russa de 1917

A criminalidade e a violência se espalham pelo Brasil, especialmente na mais populosa de suas cidades, São Paulo. Elas são em grande parte praticadas por menores, que permanecem inimputáveis. Enquanto os “direitos humanos” dos criminosos são protegidos, restam às vítimas o choque, a perda de bens, a invalidez ou o cemitério.

Vejamos algumas breves e recentes notícias, colhidas no período de 22-6 a 3-7, portanto em apenas 11 dias, nos diários “O Globo”, “Folha de S. Paulo” e “Estado de S. Paulo”:

  • Seis policiais mortos nos últimos dias [todos estavam de folga e em trajes civis]. O comandante-geral da PM, coronel Roberval Ferreira França, criticou as entidades de direitos humanos e a Defensoria Pública do Estado, sobre as quais disse sentir falta de apoio por conta das recentes mortes de PMs.
  • Já são 27 crimes dessa modalidade [arrastões a restaurantes] neste ano na capital paulista. Em praticamente todos os arrastões em São Paulo neste ano, segundo as vítimas e a polícia, os ladrões eram jovens.
  • O Brasil ostenta um recorde de homicídios superior à Índia, que tem cinco vezes mais o número de nossa população, sem considerar que a Inglaterra elucida 90% dos seus crimes, os Estados Unidos 65%, a França 80% e o Brasil 6%.
  • O quartel da Polícia Militar em Jacareacanga, município do oeste do Pará, foi invadido, saqueado e queimado por 50 índios Munduruku.
  • Bandidos usam olheiro para achar e executar PM de folga.
  • Mais seis ônibus foram queimados na capital paulista, entre a noite de anteontem e a noite de ontem. Criminosos queimam nove ônibus em 13 dias.
  • São Paulo tem a terceira chacina em quatro dias.
  • Suicídio é a segunda maior causa de morte entre jovens no mundo. É a primeira causa de morte entre meninas de 15 a 19 anos.
  • Foi enterrado ontem em São Joaquim de Bicas, na região Metropolitana de Belo Horizonte, o corpo de Fabíola Santos Correia, de 12 anos, que foi assassinada e teve o coração arrancado por duas amigas de infância de 13 anos. Além de ter o coração arrancado, a jovem, que foi morta com golpes de faca, ainda teve a garganta cortada e o rosto desfigurado pelas adolescentes.

* * *

Essa onda de criminalidade faz lembrar uma previsão antiga, mas atualíssima, de Plinio Corrêa de Oliveira, publicada na “Folha de S. Paulo” em 16-11-1983, na qual um personagem imaginado por ele diz:

"Um governo consciente de suas obrigações tem por dever desmantelar a repressão e deixar avançar a criminalidade. Pois esta não é senão a revolução social em marcha. Todo assassino, todo ladrão, todo estuprador não é senão um arauto do furor popular. E por isto, farei constar ao mundo inteiro que a explosão criminal no Brasil está sendo caluniada por reacionários ignóbeis. A criminalidade é a expressão deste furor justamente vindicativo das massas.

"Farei entrar armas no Brasil. Quando os burgueses apavorados estiverem bem persuadidos de que não há saída para mais nada, suscitarei dentre os que você chama ‘criminosos’, um ou alguns líderes, que saberei camuflar de carismáticos. E farei algum bispo anunciar que, para evitar mal maior, é preciso que os burgueses se resignem a tratar com aqueles que têm um grau de banditismo menor”.

Não é sugestivo, caro leitor!

Fonte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

São Paulo, domingo, 15 de julho de 2012

Ideologia em vez de competência: critério do governo para a importação de médicos cubanos

Autor: Helio Dias Viana   |   08:00   2 comentários


Isolado na América Latina até o advento do Foro de São Paulo – segundo declarou Lula em vídeo-mensagem à 18ª. versão do referido foro, realizado em Caracas (vide abaixo) –, o regime comunista cubano está em vias de “exportar” para o Brasil, entre janeiro de fevereiro de 2013, nada menos que 1.500  médicos, para atender às regiões do interior do País. A escolha dessa data teria sido para não repercutir no resultado das eleições municipais de 2012.

O principal “mercado consumidor” de tais médicos – cuja capacidade para o exercício da profissão é mais do que duvidosa, como se verá, ao passo que sua formação ideológica não deixa lugar a nenhuma dúvida – foi até o momento a Venezuela chavista, onde não se sabe bem até que ponto eles se restringiram a simples atendimentos médicos e com que resultados.

Contudo, nos termos do referido vídeo-mensagem de Lula, no qual ele se jacta da militância hegemônica do PT e de seus aliados cubanos e bolivarianos para a implantação da “democracia” em todo o continente latino-americano (a Alemanha comunista também se chamava República Democrática Alemã – DDR), a pergunta que se depreende é se os tais 1.500 médicos não serão agentes comunistas destinados a colaborar na consecução de tal fim.

Tanto mais quanto ficou patente aos olhos de todos a inconformidade do bloco petista-bolivariano em face do impeachment inteiramente legal do ex-presidente paraguaio Fernando Lugo, a exemplo do que ocorrera em Honduras em relação a Manuel Zelaya, quando o então ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, declarou que era algo inadmissível, porque a direita não podia ter mais vez na América Latina. Que democracia sui generis é essa, que só admite a esquerda?

Existe grande preocupação de que Hugo Chávez não se reeleja pela terceira vez ao cargo (sua nova candidatura foi obtida graças a mudanças arbitrárias feitas por ele na Constituição, sem que a esquerda protestasse – a mesma esquerda que gritou furiosa quando Álvaro Uribe quis fazer o mesmo na Colômbia, só que com fortíssimo respaldo popular) –, e foi para evitá-lo que o internacionalismo petista deslocou para a Venezuela a equipe de marketing de João Santana, sob os protestos da opinião pública, que reclama de interferência externa.

Não se sabe se além do João marqueteiro e de outro João – o “João de Deus”, curandeiro goiano que teria viajado à Venezuela em avião da FAB para tratar de Chávez –, a solidariedade petista enviará também, a exemplo do que ocorreu nas eleições anteriores do período chavista, as urnas eletrônicas brasileiras, as quais, não se sabe bem por que, Hugo Chávez, responsável pelo “excesso de democracia” em vigor na Venezuela, como disse Lula, quis introduzir sorrateiramente em Honduras antes da queda de Zelaya.

Voltando ao tema de Cuba – para cuja sobrevivência o regime chavista foi até aqui imprescindível –, cumpre lembrar que tudo, menos a “exportação” de médicos, poderia ser o resultado imediato da vultosa soma de dinheiro destinada pelo governo da presidente Dilma para a reforma do Porto de Mariel.

Para o leitor aquilatar a qualidade do “produto” a ser importado pelo governo petista, finalizo transcrevendo estes dois trechos de um artigo publicado por “O Estado de S. Paulo” em 3 de janeiro de 2011, sob o título de “Médicos reprovados”:

“Os resultados do projeto-piloto criado pelos Ministérios da Saúde e da Educação para validar diplomas de médicos formados no exterior confirmaram os temores das associações médicas brasileiras. Dos 628 profissionais que se inscreveram para os exames de proficiência e habilitação, 626 foram reprovados e apenas 2 conseguiram autorização para clinicar. A maioria dos candidatos se formou em faculdades argentinas, bolivianas e, principalmente, cubanas.

“[...] As faculdades cubanas – a mais conhecida é a Escola Latino-Americana de Medicina (Elam) de Havana – são estatais e seus alunos são escolhidos não por mérito, mas por afinidade ideológica. Os brasileiros que nelas estudam não se submeteram a um processo seletivo, tendo sido indicados por movimentos sociais, organizações não governamentais e partidos políticos. Dos 160 brasileiros que obtiveram diploma numa faculdade cubana de medicina, entre 1999 e 2007, 26 foram indicados pelo Movimento dos Sem-Terra (MST). Entre 2007 e 2008, organizações indígenas enviaram para lá 36 jovens índios.”

São Paulo, quarta-feira, 25 de abril de 2012

Fernando Gabeira reconhece: a luta armada contra a Ditadura Militar não visava a implantação da democracia

Autor: Unknown   |   10:56   1 comentário



Fernando Gabeira, ex-militante do Movimento Revolucionário Oito de Outubro e participante do sequestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick, em entrevista para a Folha de São Paulo, afirmou o que muitos já conhecem, mas que hoje se procura camuflar. A luta armada contra a ditadura militar não visava a implantação de um regime democrático, mas, sim, de uma outra ditadura: a comunista.

(Foto acima: atentado terrorista perpetrado pela Ação Popular em Recife, no Aeroporto de Guararapes, em 25 de julho de 1966. A Ação Popular foi formada por elementos da esquerda católica que até então participavam do movimento religioso Ação Católica.)

"Todos os principais ex-guerrilheiros que se lançam na luta política costumam dizer que estavam lutando pela democracia. Eu não tenho condições de dizer isso. Eu estava lutando contra uma ditadura militar, mas se você examinar o programa político que nos movia naquele momento era voltado para uma ditadura do proletariado", disse Gabeira.

Assista ao vídeo:

São Paulo, quarta-feira, 4 de abril de 2012

Frases de Fidel Castro que ninguém comenta

Autor: Unknown   |   10:59   Seja o primeiro a comentar

O Memorial cubano em Miami, Florida: Cada cruz tem o nome de uma vítima do genocídio de Fidel Castro contra o povo cubano.
"Sei que vou para o inferno"

Fidel Castro, ex-aluno de jesuítas, em outubro de 1994, disse a seguinte frase durante sua entrevista a Jean Luc Mano, diretor de informações de uma rede de televisão francesa e transcrita pela revista Paris Match:  "Eu irei para o inferno, e sei que o calor ali será insuportável... E lá chegando, encontrarei Marx, Engels, Lênin. E também encontrarei você, porque os capitalistas também vão para o inferno, sobretudo se desejam gozar a vida" (Cfr. Castro Discusses Domestic Issues, Rafters, os negritos são nossos).

“Faremos apóstatas, milhares de apóstatas”

Como afirma o ex-embaixador dos EUA ante a Comissão de Direitos Humanos da ONU, Armando Valladres, Fidel Castro é um "assassino de corpos e de almas". O ditador cubano fuzilou dezenas de jovens católicos que morreram como mártires proclamando “Viva Cristo Rei! Abaixo o comunismo!”.

Mas por uma questão estratégica o ditador comunista mudou de rumo e traçou uma maquiavélica retificação. Em um discurso na Universidad de La Habana, afirmou: “Não cairemos no erro histórico de semear a estrada de mártires cristãos, pois bem sabemos que foi precisamente o martírio o que deu força à Igreja. Nós faremos apóstatas, milhares de apóstatas” (cfr. Juan Clark, “Cuba: mito y realidad”, Ediciones Saeta, Miami-Caracas, 1a. ed., 1990, pp. 358 y 658. Os negritos são nossos).

Fidel Castro interroga fazendeiro antes de executá-lo. A mulher atrás de
Castro é Celia Sánchez e, sentado ao lado dele, está Camilo Cienfuegos.

São Paulo, terça-feira, 3 de abril de 2012

Cuba: homem vestido como membro da Cruz Vermelha agride opositor ao regime durante missa papal

Autor: Unknown   |   15:20   Seja o primeiro a comentar

Durante a missa celebrada por Bento XVI, em Cuba, um manifestante contrário ao regime comunista da ilha-cárcere foi preso após gritar "abaixo o comunismo" e espancado diante das câmeras de televisão (veja vídeo abaixo). Em certo momento, aparece um homem, vestido com a roupa da Cruz Vermelha, e ajuda na agressão.

Quando o presidente colombiano Alvaro Uribe utilizou o símbolo da Cruz Vermelha nos helicópteros que resgataram os reféns das FARCs o mundo midiático inteiro e a própria Cruz Vermelha protestaram. Mas e agora onde estão os protestos? A mídia se limitou a narrar o ocorrido e não encontrei nenhuma nota de esclarecimento nos sites da Cruz Vermelha.

Segue o vídeo:

São Paulo, segunda-feira, 2 de abril de 2012

De Henrique IV a Raúl Castro

Autor: Helio Dias Viana   |   16:19   Seja o primeiro a comentar

Na esteira dos acontecimentos relacionados com a recente visita de Bento XVI a Cuba, a imprensa noticiou que em atendimento a um pedido do Sumo Pontífice, o regime comunista e ateu de Cuba decidiu decretar que a próxima Sexta-Feira Santa será feriado na ilha-prisão.

Para quem conhece a índole do regime comunista, negador de todos os Mandamentos do Decálogo e da Lei Natural, essa concessão do tirano Raul Castro nos remete ao fato histórico sucedido em 25 de julho de 1593, quando o rei calvinista Henrique IV, para fazer-se aceitar pelos católicos franceses, teria se “convertido” por segunda vez ao catolicismo, afirmando: “Paris vale bem uma Missa”.

Em fidelidade não só às raízes igualitárias herdadas do protestantismo, mas também às táticas que os fautores do erro costumam usar ao longo da História para conseguirem prevalecer, Raul Castro bem poderia agora dizer: “Cuba vale bem uma Sexta-Feira Santa”.

E enquanto nesta nossa “civilização da imagem” as palavras que Bento XVI pronunciou sobre Cuba tenderão a cair no olvido, o mesmo não sucederá com as suas vistosas fotografias com Raul e Fidel Castro, as quais, negadas aos dissidentes, que queriam posar ao lado do Sumo Pontífice, continuarão sendo exploradas largamente pela propaganda comunista para impressionar em seu favor o infinito número de estultos que imaginam que a essência do comunismo mudou ou pode algum dia mudar.

São Paulo, terça-feira, 27 de março de 2012

O Papa, uma oportunidade única para a nova Cuba

Autor: Helio Dias Viana   |   11:18   1 comentário

Médico Oscar Biscet,
preso em 1998 por
palestrar em defesa
do direito à vida.
O jornal madrilense de orientação socialista El País, a cujo correspondente em Roma foi negado visto para cobrir a viagem de Bento XVI a Cuba, estampou na sua edição online de ontem, 26-03-2012, o artigo abaixo, que julgo oportuno reproduzir na íntegra, responsabilizando-me pela tradução do mesmo.

TRIBUNA
O Papa, uma oportunidade única para a nova Cuba

A presença do Papa Bento XVI representa uma oportunidade única para que o povo cubano se manifeste e exerça pressão sobre a tirania

OSCAR ELÍAS BISCET, “El País”, Madrid, 26 de março de 2012

O Papa Bento XVI chega hoje a Cuba. Trata-se da primeira visita papal a meu país em mais de uma década. Nestes dias Sua Santidade se reunirá com os dois irmãos Castro e seus subordinados, além de trazer uma mensagem espiritual ao povo cubano.

Muitos são os fatores que entrarão em jogo. É uma oportunidade única para que o líder da Igreja Católica use seu prestígio e influência em apoio dos oprimidos e ajude o povo cubano a conquistar sua liberdade e estabelecer a democracia.

Meu país continua estando manejado por um regime brutal que oprime o povo e viola sistematicamente suas liberdades básicas. A ditadura é uma relíquia da Guerra Fria, mas sem uma pressão internacional forte há poucas esperanças de mudança.

Cuba é um Estado policial, no qual os agentes do Governo perseguem e espionam aqueles que defendem os direitos humanos. Os que procuram uma mudança política pacífica são agredidos, detidos e encarcerados arbitrariamente com base em infrações orwellianas, por exemplo, por “falta de respeito para com os símbolos pátrios” ou por “insultar os símbolos da pátria”.

A segurança do Estado vigia de perto a vida diária dos cidadãos e intervém na correspondência, nas ligações telefônicas e nos correios eletrônicos. Não há imprensa livre e o único jornal é o da ditadura. Os jornalistas independentes que desafiam a propaganda estatal são ameaçados e presos.

Nossas reivindicações são simples: respeito à liberdade de expressão, de associação e de reunião, e eleições multipartidárias onde o voto de cada cidadão permita aos cubanos decidir seu futuro.

Os cárceres cubanos são verdadeiros infernos onde existem diariamente violações flagrantes da dignidade humana. Passei 12 anos na prisão. Na última vez fui acusado do que eles chamam de “delitos contra a segurança do Estado”. Meu único “delito” consistiu em solicitar ao Estado cubano que respeitasse os direitos humanos fundamentais de todo cidadão cubano.

O sistema penitenciário de Cuba viola os requisitos mínimos de cuidado dos prisioneiros estabelecidos pelas Nações Unidas. Durante meus anos na prisão, presenciei prisioneiros que eram mantidos até 12 horas e às vezes mais de 24 horas com as mãos algemadas nas costas e os pés acorrentados; prisioneiros nus, sem qualquer respeito ao pudor humano, eram mantidos durante meses em celas sem ventilação, luz natural, água potável ou instalações sanitárias, além do uso de pistolas Taser para torturas físicas e psicológicas. Como forma de retaliação se lhes negava atenção médica.

No meu caso particular, três prisioneiros tentaram assassinar-me em diferentes ocasiões. Dois deles foram contratados por oficiais militares. A perseguição começou na década de 90. Em 1998, numa ocasião em que eu fazia uma apresentação sobre o direito á vida num hospital, uma turba do partido comunista expulsou-me violentamente do recinto. Desde então me foi negado praticar minha profissão de médico. Minha esposa e meu filho foram ameaçados para que me abandonassem e fomos desalojados de nossa casa.

Milhares de cubanos valentes, indiferentes à ameaça da tortura e da morte, fazem frente aos irmãos Castro e exigem seus direitos fundamentais. Suas filas continuam crescendo e eu não estou só nesta luta, mas necessitamos da ajuda da comunidade internacional.

A Primavera Árabe é a demonstração de que é possível a mudança democrática impulsionada pelo povo. Vimos o êxito de movimentos democráticos pacíficos no resto da América Latina e no antigo bloco soviético. Na maioria desses lugares, seu advento teve como resultado a liberdade, a reconciliação nacional e a prosperidade. Podemos obter os mesmos resultados em Cuba e assim o faremos: uma Cuba onde sejamos livres e soberanos. A comunidade internacional tem o dever de ajudar na qualidade de sócia, proporcionando os recursos diplomáticos que nós não podemos reunir a partir de minha pátria.

A visita do Papa é importante porque a Igreja Católica exerceu um papel crucial na expansão e proteção das liberdades cubanas no passado. Minha própria libertação da prisão e a de outros opositores foi negociada principalmente por ela.

Para os que anelamos uma Cuba livre, nossas reivindicações são simples: o respeito à liberdade de expressão, de associação e de reunião, e eleições multipartidárias onde o voto de cada cubano lhe permita decidir sobre seu futuro, num país no qual nenhum cubano seja exilado por suas crenças políticas.

Estes são os blocos de construção de uma Cuba verdadeiramente livre e próspera. A presença do Papa Bento XVI representa uma oportunidade única para que o povo cubano se manifeste e exerça pressão sobre a tirania, para que se realizem eleições livres e multipartidárias e Cuba se una aos países livres e democráticos do mundo. Peço ao Papa Bento XVI que se centre nesta ideia para que ocorra uma mudança rápida em meu país e que possamos viver em liberdade.

São Paulo, sábado, 24 de março de 2012

A aparência e a realidade

Autor: Helio Dias Viana   |   10:09   2 comentários



Após serem expulsos pela polícia da área particular que haviam invadido em Pinheirinho, São José dos Campos (SP) – fato que ocasionou veementes protestos de diversos políticos petistas e foi objeto de grande cobertura da mídia –, os invasores dizem que agora não têm para onde ir. – “E que lugar merecem esses invasores senão ‘debaixo da ponte’?” – frase que a esquerda adoraria, se pronunciada por alguém da direita. Mas prossigamos. Falando pouco depois à imprensa, um dos líderes do movimento declarou que se não fosse o apoio do PT, de religiosos ligados às Comunidades de Base e à Teologia da Libertação, era mesmo para perder toda a esperança.

(Foto acima: Franklin Reyes/AP)

Na realidade, os desesperançados da foto não são os invasores de Pinheirinho, tão afagados pela esquerda, mas alguns dos treze dissidentes que a polícia de Fidel e Raúl Castro enxotou neste último fim de semana de uma igreja de Havana. Eles fazem parte dos 11 milhões de cubanos que vivem de modo permanente “debaixo da ponte” da miséria a que os relegou o regime comunista e protestavam pacificamente para chamar a atenção da opinião pública mundial ante a iminente visita de Bento XVI à ilha-prisão.

O pedido à polícia foi feito pelo cardeal D. Jaime Ortega, Arcebispo de Havana, sendo os dissidentes conduzidos a uma delegacia, fichados e depois liberados. Em declarações ao “Washington Post”, o líder deles (em destaque na foto), Fred Calderón, declarou que a polícia os tratou com brutalidade, contrariamente ao que foi noticiado.

Seja como for, fica patente o seguinte: no Brasil, até alguns anos atrás, as igrejas do ABC eram gentilmente cedidas para as concentrações de Lula e dos metalúrgicos, que visavam à desestabilização da sociedade; em Cuba, como o regime já é a realização daquilo que Frei Betto e seus comparsas, bem como importantes setores do PT desejavam implantar no Brasil – ou seja, o comunismo –, aqueles que ousam manifestar-se contra ele nas igrejas são expulsos pelo cardeal. Conclusão: cá e lá, a mesma colaboração há.

Em tempo: A situação para as Damas de Branco – opositoras do regime cubano, do qual exigem respeito aos direitos humanos – não está propriamente idêntica às suas vestes. Setenta delas foram presas. As prisões iniciaram-se no sábado, dia 17 e seprolongaram no domingo, quando várias foram detidas pouco depois de saírem de uma igreja onde assistiram à missa. Elas pedem para serem recebidas por Bento XVI, “ainda que seja só por um minuto”, pois do contrário haverá o risco de o Sumo Pontífice encontrar-se apenas com os carcereiros do povo cubano.

São Paulo, quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Homenagem a Svetlana Lósifovna, a filha de Stalin que se converteu ao catolicismo

Autor: Unknown   |   15:13   Seja o primeiro a comentar


Devido aos trabalhos intensos de janeiro, só agora tive tempo de escrever estas linhas em homenagem a Lana Peters, cujo nome verdadeiro é Svetlana Lósifovna Stálina, que morreu no dia 22 de novembro de 2011, aos 85 anos, solitária em um asilo de Wisconsin, EUA.

Como informa Juan Romero, em sua coluna no site InfoCatolica, Svetlana fugiu da URSS em 1967 com ajuda da CIA. Ela tornou-se greco-ortodoxa antes de se converter ao catolicismo, em 1982. O jornal de esquerda britânico The Tlelegraph diz que Svetlana pensava inclusive em tornar-se freira.

Segue abaixo um relato escrito por Svetlana, em espanhol, sobre sua conversão.

***

Los primeros 36 años que he vivido en el estado ateo de Rusia no han sido del todo una vida sin Dios. Sin embargo, habíamos sido educados por padres ateos, por una escuela secularizada, por toda nuestra sociedad profundamente materialista. De Dios no se hablaba.

Mi abuela paterna, Ekaterina Djugashvili, era una campesina casi iletrada, precozmente viuda, pero que nutría confianza en Dios y en la Iglesia. Muy piadosa y trabajadora, soñaba con hacer de su hijo sobreviviente –mi padre– un sacerdote.

El sueño de mi abuela no se realizó jamás. A los 21 años mi padre abandonó el seminario para siempre.
Mi abuela materna, Olga Allilouieva, nos hablaba gustosamente de Dios: de ella hemos escuchado por vez primera palabras como alma y Dios. Para ella, Dios y el alma eran los fundamentos mismos de la vida.

Agradezco a Dios que ha permitido a mis queridas abuelas que nos transmitiesen las semillas de la fe; si bien eran exteriormente obsequiosas con el nuevo orden de cosas, conservaron profundamente en el corazón su fe en Dios y en Cristo.

Cuando mi hermano murió, mi hijo de 18 años estaba muy enfermo. No quería ir al hospital, a pesar de la insistencia del doctor. Por primera vez en mi vida, a los 36 años, pedí a Dios que lo curara. No conocía ninguna oración, ni siquiera el Padre Nuestro. Pero Dios, que es bueno, no podía dejar de escucharme.

Me escuchó, lo sabía. Después de la curación, un sentimiento intenso de la presencia de Dios me invadió.

Con sorpresa de mi parte, pedí a algunos amigos bautizados que me acompañaran a la iglesia. Dios no sólo me ayudó a encontrarlo, sino deseaba darme mayores gracias. Me hizo conocer al sacerdote más maravilloso que podía encontrar, el P. Nicolás Goloubtzov (1890-1963). Él bautizaba en secreto a los adultos que habían vivido sin fe. Fue también el padre espiritual del P. Alexander Men, que se convirtió en célebre predicador, asesinado en 1990 luego de muchas amenazas de muerte, por las numerosas conversiones que suscitaba entre la juventud en torno suyo.

Yo tenía necesidad de ser instruida sobre los dogmas fundamentales del Cristianismo. Bautizada el 20 de mayo de 1962, tuve el gozo de conocer a Cristo, aunque ignorase casi toda la doctrina cristiana. Desgraciadamente el P. Goloubtzov murió en marzo de 1963.

À esquerda, Stalin, acompanhado pelo
Primeiro Ministro Vyacheslav Molotov,
Nikolai Shvernik, a a jovem
Svetlana em 1937.
Encontré por vez primera en mi vida católicos romanos, en Suiza, cinco años después de mi bautismo en la Iglesia ortodoxa rusa.

Los quince años que transcurrí en América han sido para mí causa de tormentos y de desorientación. Tras el nacimiento de mi hija, fruto de mi matrimonio en EE.UU., pareció que llegaba para mí la posibilidad de una vida normal. Pero pronto sobrevino de nuevo la turbación y la amargura; todo terminó con la separación conyugal.

Durante estos años mi vida religiosa era confusa, como todo el resto. Me encontraba de frente a un cristianismo americano múltiple. Cada denominación me invitaba. Todos me testimoniaban una gran simpatía. Yo tenía necesidad de descubrir lo que era justo en la multiplicidad de confesiones y perdía la noción de lo que yo misma era personalmente y en qué creía. Busqué también en la Ortodoxia la solución de mi búsqueda personal. Las respuestas a mis interrogantes me parecían demasiado abstractas. A pesar de la amistad que había entablado con intelectuales de la Ortodoxia, como la familia Florovsky, mi sed espiritual permanecía insatisfecha.

Un día recibí una carta de un sacerdote católico italiano de Pennsilvania, el P. Garbolino que me invitó a hacer una peregrinación a la Virgen de Fátima, en Portugal, con ocasión del 70º aniversario de las apariciones. En momento no fue posible, pero nuestra correspondencia de amistad duró más de 20 años y me enseñó muchas cosas.

Mediante este intercambio epistolar más de una vez se planteó la cuestión de mi adhesión a la fe católica. Pero la publicidad y el hecho de ser devorada por los medios de comunicación social, me había dado una pésima impresión ya al llegar a los Estados Unidos. Explicar a la luz del día mis sentimientos más personales, mi fe, mis relaciones con Dios, ni siquiera estaba dispuesta a pensarlo. No podía rnás hablar en nombre del pueblo ruso.

En 1969 el P. Garbolino que se encontraba en New Jersey vino a hacerme una visita a Princeton. Yo continué escribiéndole a Pittsburgh. En aquel momento yo era divorciada e infeliz, pero él, como buen sacerdote, siempre encontraba las palabras apropiadas y prometía siempre rezar por mí.

En 1976 encontré en California una pareja de católicos, Rose y Michael Ginciracusa. Viví dos años con ellos. Su piedad discreta y su solicitud hacia mí y mi hija me conmovieron profundamente.

En 1982 partimos para Inglaterra, para permitir que mi hija recibiera una buena educación europea. Mis contactos con los católicos continuaban siempre naturales, calmos y alentadores. La lectura de libros notables como el de Raissa Maritain, contribuyeron a acercarme cada vez más a la Iglesia católica. Y así en un frío día de diciembre, en la fiesta de Santa Lucía, en pleno Adviento, un tiempo litúrgico que siempre he amado, la decisión, esperada por largo tiempo, de entrar en la Iglesia católica, me brotó naturalísima, mientras vivía en Cambridge, Inglaterra. Un amigo católico polaco me condujo al P. Cogglan del Seminario de Allem Halla en Londres. Habían pasado 15 años desde que tomé esta decisión y me confié con el P. Garbolino que había conocido y aparecido en los días en que los medios de comunicación social me turbaban.

Hay una cosa que aprendí por vez primera en los conventos católicos: la bendición de la existencia cotidiana, incluso la más escondida, de cada pequeña acción y del mismo silencio. En general soy felicísima en mi soledad; en la tranquilidad de mi departamento siento en modo vivo la presencia de Cristo.
Han pasado ya 13 años desde 1982, plenos de felicidad. Pero del mismo modo que jamás fui instruida convenientemente en la Iglesia Ortodoxa rusa al ser admitida 30 años atrás, así tampoco he recibido ninguna enseñanza más en la Iglesia católica. He debido aprender todo por cuenta mía leyendo libros que me han pasado amigos católicos o frecuentando asiduamente las librerías.

La diferencia entre la soledad en la Iglesia ortodoxa oriental y aquella en la Iglesia católica me ha parecido bajo esta forma: en la ortodoxia oriental, una confesión raramente es escuchada, generalmente una vez al año por Pascua y sin la discreción que permite el confesionario. Sólo ahora he entendido la gracia maravillosa que nos producen los sacramentos como el de la reconciliación y la comunión ofrecidos no importa qué día del año, e incluso cotidianamente.

Antes me sentía poco dispuesta a perdonar y a arrepentirme, y no fui jamás capaz de amar a mis enemigos. Pero me siento muy distinta de antes, desde que asisto a Misa todos los días. La Eucaristía se ha hecho para mí viva y necesaria. El sacramento de la reconciliación con Dios a quien ofendemos, abandonamos y traicionamos cada día, el sentido de culpa y de tristeza que entonces nos invade: todo esto hace que sea necesario recibirlo con frecuencia.

Por muchos años he creído que la decisión crucial que había tomado de permanecer en el extranjero en 1967 fue una importante etapa en mi vida. Yo iniciaba una vida nueva, me liberaba y progresaba en mi carrera de escritora itinerante. El Padre celestial me ha corregido dulcemente. Fui nuevamente sumergida en una maternidad tardía que debía hacerme presente mi puesto en la vida: un humilde puesto de mujer y de madre. Así, en verdad, fui llevada en los brazos de la Virgen María a quien no tenía la costumbre de invocar, reteniendo que esta devoción fuese cosa de campesinos iletrados como mi abuela georgiana que no tenia otra persona a quien dirigirse. Me desengañé cuando me encontré sola y sin sustento. ¿Quién otro podía ser mi abogado sino la Madre de Jesús? Imprevistamente Ella se me hizo cercana, Ella a quien todas las generaciones llaman Bienaventurada entre las mujeres.

São Paulo, segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Cuba - Brasil : Yoani, compasión y Pilatos

Autor: Unknown   |   15:38   Seja o primeiro a comentar

Por embaixador Armando Valladares
Miami (FL), 05 de febrero de 2012, 03:10 PM

Desde el punto de vista de los derechos humanos, el viaje a Cuba de la presidenta del Brasil, Sra. Dilma Rousseff, constituyó un desastre inimaginable para el pueblo cubano y para sus esperanzas de libertad.

En ese sentido, el referido viaje presidencial podrá ser inscrito en el libro negro de las vergüenzas de nuestro tiempo y de nuestro continente. Con su silencio total sobre la violación sistemática de los derechos de Dios y de los hombres en la isla-cárcel desde hace más de cincuenta años, la presidenta de la mayor potencia de América Latina y una de las mayores potencias del mundo dio implícitamente luz verde para que el régimen continúe persiguiendo impunemente a los opositores, matándolos de sed en las prisiones, reprimiendo a las Damas de Blanco y manteniendo prisioneros, sin poder salir y entrar libremente, a 11 millones de cubanos.

São Paulo, quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Putin nocauteado [reage] - Parte II

Autor: Unknown   |   16:33   2 comentários



Registramos na semana passada a vaia que o ditador "primeiro-ministro" da Rússia, Vladimir Putin, recebeu do público presente no Olympiyskiy Stadium em Moscou (Cf. Putin nocauteado, 2/12/2011). Aparte: parece que estádios gostam de vaiar demagogos, um vulto de algo parecido no Brasil me vem a memória, mas realmente não me lembro agora.

(Foto acima: Putin "votando" nas "eleições" russas que deram vitória ao seu partido)

As ondas sonoras das vaias do estádio se propagaram e se transformaram nestes dias em imensos protestos nas principais cidades do país depois da comprovada fraude eleitoral do último domingo que deu vitória ao partido Rússia Unida do "primeiro-ministro" e ex-diretor (sem aspas) da KGB.

Bom, mas líderes democráticos como Putin não gostam de oposição e cerca de 600 pessoas já foram presas por participar dos protestos até ontem à noite.

Sobre tais manifestações algumas perguntas surgem automaticamente em nossa cabeça. Quem motivou essas mobilizações de protestos: Pessoas sedentas de justiça? Velhos comunistas que consideram que Putin é muito lento no processo de rebolchevização da Mãe-Rússia e gostariam que as coisas andassem mais rápido? Ou uma reação sadia que os comunistas estão aproveitando para se projetar?

Infelizmente, as notícias no Brasil são insuficientes para responder a essas perguntas com precisão. Mas, em todo caso, Putin foi novamente nocauteado e está estertorando no chão. Único problema é que o juiz é parti pris e os soldados subiram ao ringue. Talvez, com o adversário algemado, Putin possa dar seus golpes para se perpetuar no poder.

São Paulo, domingo, 20 de novembro de 2011

Na Eslováquia, Partido Comunista pode ser dissolvido

Autor: Unknown   |   17:17   1 comentário

Comunismo, Gulag, Perseguição Religiosa
Conforme já divulgamos aqui, o parlamento eslovaco aprovou uma emenda ao Código Penal para punir quem negar ou justificar os crimes da ditadura comunista, com pena de prisão que varia de 6 meses a 3 anos de reclusão.

(Foto ao lado: campo de concentração para religiosos na então Tchecoslováquia durante o regime comunista)

O Partido Comunista local (KSS, sigla em eslovaco) - que recebeu apenas 0,83% dos votos nas eleições de 2010 - será investigado pela polícia por envolvimento histórico e por estar negando que tais crimes existiram. "Uma vez que não há culpa coletiva, não há crimes comunistas", afirma o website do partido.

São Paulo, quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Procurador da República sustenta ilegalidade no visto de Cesare Battisti e pede sua deportação

Autor: Unknown   |   16:24   2 comentários

Cesare Battisti

Segundo o Estado de São Paulo (14/10/2011), o Procurador da República Hélio Ferreira Heringer protocolou uma ação na Justiça pedindo a deportação do terrorista Cesare Battisti (foto acima) por irregularidades em seu visto de permanência no Brasil.

Battisti foi membro do movimento Proletários Armados pelo Comunismo (PAC) e teve sua condenação à prisão perpétua decretada em 1987 pela corte italiana por participar em quatro assassinatos, assaltos e outros crimes.

Antes de ser preso, ele fugiu para França e depois para o Brasil, onde tornou a ser preso. O Supremo Tribunal Federal (STF) havia autorizado a extradição dele para a Itália, mas deixando ao presidente da República a decisão de entregar ou não Cesare Battisti às autoridades italianas.

São Paulo, segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Tribunal de Justiça da União Europeia proibiu registro de símbolo comunista para uso comercial

Autor: Unknown   |   16:49   Seja o primeiro a comentar

Segundo o jornal The Telegraph (21/9/2011), terminou a luta judicial de um designer russo que tentava registrar, para uso comercial em todos os países membros da União Europeia, o brasão de armas da velha URSS (figura ao lado), símbolo desenhado em 1923.