Frase
"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
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O que explica a reação conservadora no mundo? - Parte II (Vídeos)
Autor: Unknown | 10:39 Seja o primeiro a comentarAssista aos vídeos da última conferência promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira sobre as reações conservadoras no mundo.
1- Abertura de Dr. Adolpho e palestra de Dr. Nelson Fragelli
2- Dr. Mario Navarro
3- Dr. Nelson Barretto
4- Dr. S.A.I.R Dom Bertrand de Orlenas e Bragança
Quais são mais felizes: os “avançados” ou os conservadores?
Autor: Unknown | 11:00 Seja o primeiro a comentar
Leo Daniele
Como todos sabem, os americanos dividem suas preferências entre duas forças, os republicanos (conservadores), e os democratas (moderadamente esquerdistas). Arthur C. Brooks, conhecido jornalista do New York Times, o mais prestigioso jornal americano, lança uma pergunta bastante inusual e um pouco surpreendente: qual dos dois públicos é mais feliz? O conservador ou o moderadamente esquerdista?
A resposta poderá parecer simples, afirma o autor: “Afinal, existe toda uma literatura acadêmica no campo das ciências sociais que mostra os conservadores como indivíduos autoritários, dogmáticos, incapazes de tolerar a ambiguidade, preocupados com as ameaças e os prejuízos, com baixa autoestima e pouco à vontade com pensamentos complexos”.
Mas não é como parece ao geral dos pesquisadores. “Estudiosos, tanto à direita quanto à esquerda, analisaram exaustivamente a questão e chegaram a um consenso: os conservadores são mais propensos à felicidade. E muitos dados o confirmam”.
Por que isto é assim? O autor menciona como um dos fatores o casamento. “Casamento e felicidade caminham juntos. Se duas pessoas pertencem à mesma faixa demográfica, mas uma é casada e a outra não, a pessoa casada terá 18 % mais probabilidades de afirmar que está mais feliz do que a pessoa não casada.”
Outro fator mencionado é a religião. “Os conservadores que praticam uma religião são mais numerosos do que os liberais religiosos nos EUA, na proporção de quase quatro para um”. É claro que ficaríamos mais contentes quando se trate da verdadeira religião.
Entra em pauta o problema do igualitarismo: “É possível que os liberais sejam menos felizes do que os conservadores porque estão menos preparados, do ponto de vista ideológico, a racionalizar o grau de desigualdade existente na sociedade”, afirmam Jaime Napier e Jon Jost, psicólogos de Nova York, na revista Psychological Science.
Os conservadores de fato entendem o sistema da livre iniciativa de um ponto de vista mais positivo do que os liberais. O igualitarismo não traz felicidade.
“Os liberais veem mais provavelmente as pessoas como vítimas das circunstâncias e da opressão – e duvidam que os indivíduos consigam ascender sem a ajuda do governo. Minha própria análise usando os dados da pesquisa de 2005 da Syracuse University mostra que cerca de 90% dos conservadores concordam que ‘embora as pessoas possam começar a vida com oportunidades diferentes, o trabalho duro e a perseverança em geral farão com que superem essas desvantagens’”.
A essa altura, entra o problema da moderação como fonte de felicidade. Pois, dirá alguém, é evidente que a moderação política traz o bem estar. “Os moderados do ponto de vista político devem ser mais felizes do que os extremistas, pelo menos é o que sempre me pareceu. [...] Mas isso está errado. Os radicais são mais felizes do que os politicamente moderados. Corrigindo o conceito em termos de renda, educação, idade, raça, situação familiar e religião, os americanos mais felizes são aqueles que afirmam serem “extremamente conservadores” (48% muito felizes) ou “extremamente liberais” (35%). Todos os outros são menos felizes, sendo que a porcentagem mais baixa é a dos “moderados” de centro (26%)”.
E no Brasil? Há algo assim? Ficará mais claro se, em vez de nos compararmos com um homem do caos contemporâneo, o fizermos com um brasileiro do início do século XX ‒ por exemplo um fazendeiro.
Afirma Dr. Plinio:
“Não há nele as tais ânsias, os tais delírios, as tais inquietações, as tais agitações que o homem de hoje tem. Os episódios da vida de um homem assim procedem da calma, detém a calma e mantém no homem a calma. Conduzem o indivíduo a uma sensação de harmonia, de equilíbrio, de abastança, que faz com que ele se sinta seguro e tranquilo sobre si mesmo. Sabe inclusive que há outros que são mais do que ele. Mas se sente tranquilo de ser o que é. E é qualquer coisa” (Conferência em 28-3-72).
Ele tinha a felicidade de sua situação. Uma felicidade que não se apoiava no prazer, a não ser ocasionalmente, mas era verdadeira felicidade. Ao contrário da felicidade que se apoia exclusivamente no prazer, e não é a verdadeira felicidade.
Haverá no Brasil de hoje resíduos deste tipo de felicidade? É a pergunta.
Como todos sabem, os americanos dividem suas preferências entre duas forças, os republicanos (conservadores), e os democratas (moderadamente esquerdistas). Arthur C. Brooks, conhecido jornalista do New York Times, o mais prestigioso jornal americano, lança uma pergunta bastante inusual e um pouco surpreendente: qual dos dois públicos é mais feliz? O conservador ou o moderadamente esquerdista?
A resposta poderá parecer simples, afirma o autor: “Afinal, existe toda uma literatura acadêmica no campo das ciências sociais que mostra os conservadores como indivíduos autoritários, dogmáticos, incapazes de tolerar a ambiguidade, preocupados com as ameaças e os prejuízos, com baixa autoestima e pouco à vontade com pensamentos complexos”.
Mas não é como parece ao geral dos pesquisadores. “Estudiosos, tanto à direita quanto à esquerda, analisaram exaustivamente a questão e chegaram a um consenso: os conservadores são mais propensos à felicidade. E muitos dados o confirmam”.
Por que isto é assim? O autor menciona como um dos fatores o casamento. “Casamento e felicidade caminham juntos. Se duas pessoas pertencem à mesma faixa demográfica, mas uma é casada e a outra não, a pessoa casada terá 18 % mais probabilidades de afirmar que está mais feliz do que a pessoa não casada.”
Outro fator mencionado é a religião. “Os conservadores que praticam uma religião são mais numerosos do que os liberais religiosos nos EUA, na proporção de quase quatro para um”. É claro que ficaríamos mais contentes quando se trate da verdadeira religião.
Entra em pauta o problema do igualitarismo: “É possível que os liberais sejam menos felizes do que os conservadores porque estão menos preparados, do ponto de vista ideológico, a racionalizar o grau de desigualdade existente na sociedade”, afirmam Jaime Napier e Jon Jost, psicólogos de Nova York, na revista Psychological Science.
Os conservadores de fato entendem o sistema da livre iniciativa de um ponto de vista mais positivo do que os liberais. O igualitarismo não traz felicidade.
“Os liberais veem mais provavelmente as pessoas como vítimas das circunstâncias e da opressão – e duvidam que os indivíduos consigam ascender sem a ajuda do governo. Minha própria análise usando os dados da pesquisa de 2005 da Syracuse University mostra que cerca de 90% dos conservadores concordam que ‘embora as pessoas possam começar a vida com oportunidades diferentes, o trabalho duro e a perseverança em geral farão com que superem essas desvantagens’”.
A essa altura, entra o problema da moderação como fonte de felicidade. Pois, dirá alguém, é evidente que a moderação política traz o bem estar. “Os moderados do ponto de vista político devem ser mais felizes do que os extremistas, pelo menos é o que sempre me pareceu. [...] Mas isso está errado. Os radicais são mais felizes do que os politicamente moderados. Corrigindo o conceito em termos de renda, educação, idade, raça, situação familiar e religião, os americanos mais felizes são aqueles que afirmam serem “extremamente conservadores” (48% muito felizes) ou “extremamente liberais” (35%). Todos os outros são menos felizes, sendo que a porcentagem mais baixa é a dos “moderados” de centro (26%)”.
E no Brasil? Há algo assim? Ficará mais claro se, em vez de nos compararmos com um homem do caos contemporâneo, o fizermos com um brasileiro do início do século XX ‒ por exemplo um fazendeiro.
Afirma Dr. Plinio:
“Não há nele as tais ânsias, os tais delírios, as tais inquietações, as tais agitações que o homem de hoje tem. Os episódios da vida de um homem assim procedem da calma, detém a calma e mantém no homem a calma. Conduzem o indivíduo a uma sensação de harmonia, de equilíbrio, de abastança, que faz com que ele se sinta seguro e tranquilo sobre si mesmo. Sabe inclusive que há outros que são mais do que ele. Mas se sente tranquilo de ser o que é. E é qualquer coisa” (Conferência em 28-3-72).
Ele tinha a felicidade de sua situação. Uma felicidade que não se apoiava no prazer, a não ser ocasionalmente, mas era verdadeira felicidade. Ao contrário da felicidade que se apoia exclusivamente no prazer, e não é a verdadeira felicidade.
Haverá no Brasil de hoje resíduos deste tipo de felicidade? É a pergunta.
Movimento feminista defende a “masculinização” da mulher...
Autor: Paulo Roberto Campos | 19:24 4 comentários
... algo tão aberrante quanto a “efeminização” do homem
A propósito do Dia Internacional da Mulher (uma invencionice, moderna e artificial, do movimento feminista), em meio a incontáveis baboseiras e absurdos que se publicou em quase todos os grandes jornais — inclusive de “feministas” defendendo o “direito” de executar o próprio filho (leia-se aborto) — , encontrei um artigo excelente!
(Figura ao lado: na pintura de uma mãe, na tranquilidade do lar, lendo para sua filhinha, vemos o oposto da mulher tipo "feminista" - segundo a concepção do pseudo feminismo -, que luta para se igualar ao homem)
Certamente tal artigo foi rasgado, pisado e queimado pelas “feministas” radicais, que, no fundo, desejariam mesmo era “queimar” como “herege” a própria autora, acusando-a de ser“politicamente incorreta”. Motivo a mais para se divulgar largamente o interessantíssimo artigo, que abaixo transcrevo.
Ele é de autoria de Talyta Carvalho (uma jovem de 25 anos, filósofa especialista em renascença e mestre em ciências da religião pela PUC-SP) e foi publicado no dia 8 p.p. na “Folha de S. Paulo” em sua seção “TENDÊNCIAS/DEBATES”, que teve o seguinte leitmotiv: “O ASSUNTO É: DIA DA MULHER”.
As feministas chamaram de libertação a saída forçada do lar para trabalhar; sua intolerância tornou constrangedor decidir ser dona de casa e cuidar dos filhos.
Na história da espécie humana, a ideia de que a mulher deveria trabalhar prevaleceu com frequência muito maior do que a ideia de que deveria ficar em casa cuidando dos filhos.
Não raro, o trabalho que cabia à mulher era árduo e de grande impacto físico. Para a mulher comum na pré-história, na Idade Média [quadro ao lado], e até o século 19, não trabalhar não era uma opção.
Uma das conquistas do sistema econômico foi que, no século 20, a produtividade havia aumentado tanto que um homem de classe média era capaz de ter um salário bom o suficiente para que sua esposa não precisasse trabalhar.
No período das grandes guerras e no entreguerras, a inflação, os altos impostos e o retorno da mulher ao mercado de trabalho (que significou um aumento da mão de obra disponível) diminuíram de tal modo a renda do homem comum que já não era mais possível que maioria das mulheres ficasse em casa.
Esse movimento forçado de saída da mulher do lar para o trabalho as feministas chamaram de libertação.
Óbvio que não está se defendendo aqui que as mulheres não possam trabalhar, não casar, não ter filhos ou que não possam agir de acordo com as suas escolhas em todos os âmbitos da vida. Não é essa a questão para as mulheres do século 21 pensarem a respeito.
O ponto da discussão é: em que medida a consequência do feminismo, para a mulher contemporânea, foi o estrangulamento da liberdade de escolha?
Explico-me. Por muito tempo, as feministas reivindicaram a posição de luta pelos direitos da mulher, exceto se esse direito for o direito de uma mulher não ser feminista.
Assumir uma posição crítica ao feminismo é hoje o equivalente a ser uma mulher que fala contra mulheres. Ilude-se quem pensa que na academia há um ambiente propício à liberdade de pensamento.
Como mulher e intelectual, posso afirmar sem pestanejar: nunca precisei "lutar" contra meus colegas para ser ouvida, muito pelo contrário. A batalha mesmo é contra as colegas mulheres, intolerantes a qualquer outra mulher que pense diferente ou que não faça da "questão de gênero" uma bandeira.
Não ser feminista é heresia imperdoável, e a herege deve ser silenciada. Até mesmo porque há muito em jogo: financiamentos, vaidades, disputas de poder, privilégios em relação aos colegas homens — que, se não concordam, são machistas e preconceituosos, claro.
Outro direito que a mulher do século 21 não tem, graças ao feminismo, é o direito de não trabalhar e escolher ficar em casa e cuidar dos filhos — recomendo, sobre a questão, os livros "Feminist Fantasies", de Phyllis Schlaffly, e "Domestic Tranquility", de F. Carolyn Graglia. Na esfera econômica, é inviável para boa parte das famílias que a esposa não trabalhe.
Na esfera social, é um constrangimento garantido quando perguntam "qual a sua ocupação?". A resposta "sou só dona de casa e mãe" já revela o alto custo sóciopsicológico de uma escolha diferente daquela que as feministas fizeram por todas as mulheres que viriam depois delas.
O erro do feminismo foi reivindicar falar por todas, quando na verdade falava apenas por algumas. De fato, casamento e maternidade não são para todas as mulheres. Mas a nova geração deve debater esses dogmas modernos sem medo de fazer perguntas difíceis.
A propósito do Dia Internacional da Mulher (uma invencionice, moderna e artificial, do movimento feminista), em meio a incontáveis baboseiras e absurdos que se publicou em quase todos os grandes jornais — inclusive de “feministas” defendendo o “direito” de executar o próprio filho (leia-se aborto) — , encontrei um artigo excelente! (Figura ao lado: na pintura de uma mãe, na tranquilidade do lar, lendo para sua filhinha, vemos o oposto da mulher tipo "feminista" - segundo a concepção do pseudo feminismo -, que luta para se igualar ao homem)
Certamente tal artigo foi rasgado, pisado e queimado pelas “feministas” radicais, que, no fundo, desejariam mesmo era “queimar” como “herege” a própria autora, acusando-a de ser“politicamente incorreta”. Motivo a mais para se divulgar largamente o interessantíssimo artigo, que abaixo transcrevo.
Ele é de autoria de Talyta Carvalho (uma jovem de 25 anos, filósofa especialista em renascença e mestre em ciências da religião pela PUC-SP) e foi publicado no dia 8 p.p. na “Folha de S. Paulo” em sua seção “TENDÊNCIAS/DEBATES”, que teve o seguinte leitmotiv: “O ASSUNTO É: DIA DA MULHER”.
Não devemos nada ao feminismo
Talyta Carvalho
As feministas chamaram de libertação a saída forçada do lar para trabalhar; sua intolerância tornou constrangedor decidir ser dona de casa e cuidar dos filhos.
Na história da espécie humana, a ideia de que a mulher deveria trabalhar prevaleceu com frequência muito maior do que a ideia de que deveria ficar em casa cuidando dos filhos.
Não raro, o trabalho que cabia à mulher era árduo e de grande impacto físico. Para a mulher comum na pré-história, na Idade Média [quadro ao lado], e até o século 19, não trabalhar não era uma opção.
Uma das conquistas do sistema econômico foi que, no século 20, a produtividade havia aumentado tanto que um homem de classe média era capaz de ter um salário bom o suficiente para que sua esposa não precisasse trabalhar.
No período das grandes guerras e no entreguerras, a inflação, os altos impostos e o retorno da mulher ao mercado de trabalho (que significou um aumento da mão de obra disponível) diminuíram de tal modo a renda do homem comum que já não era mais possível que maioria das mulheres ficasse em casa.
Esse movimento forçado de saída da mulher do lar para o trabalho as feministas chamaram de libertação.
Óbvio que não está se defendendo aqui que as mulheres não possam trabalhar, não casar, não ter filhos ou que não possam agir de acordo com as suas escolhas em todos os âmbitos da vida. Não é essa a questão para as mulheres do século 21 pensarem a respeito.
O ponto da discussão é: em que medida a consequência do feminismo, para a mulher contemporânea, foi o estrangulamento da liberdade de escolha?
Explico-me. Por muito tempo, as feministas reivindicaram a posição de luta pelos direitos da mulher, exceto se esse direito for o direito de uma mulher não ser feminista.
Assumir uma posição crítica ao feminismo é hoje o equivalente a ser uma mulher que fala contra mulheres. Ilude-se quem pensa que na academia há um ambiente propício à liberdade de pensamento.
Como mulher e intelectual, posso afirmar sem pestanejar: nunca precisei "lutar" contra meus colegas para ser ouvida, muito pelo contrário. A batalha mesmo é contra as colegas mulheres, intolerantes a qualquer outra mulher que pense diferente ou que não faça da "questão de gênero" uma bandeira.
Não ser feminista é heresia imperdoável, e a herege deve ser silenciada. Até mesmo porque há muito em jogo: financiamentos, vaidades, disputas de poder, privilégios em relação aos colegas homens — que, se não concordam, são machistas e preconceituosos, claro.
Outro direito que a mulher do século 21 não tem, graças ao feminismo, é o direito de não trabalhar e escolher ficar em casa e cuidar dos filhos — recomendo, sobre a questão, os livros "Feminist Fantasies", de Phyllis Schlaffly, e "Domestic Tranquility", de F. Carolyn Graglia. Na esfera econômica, é inviável para boa parte das famílias que a esposa não trabalhe.
Na esfera social, é um constrangimento garantido quando perguntam "qual a sua ocupação?". A resposta "sou só dona de casa e mãe" já revela o alto custo sóciopsicológico de uma escolha diferente daquela que as feministas fizeram por todas as mulheres que viriam depois delas.
O erro do feminismo foi reivindicar falar por todas, quando na verdade falava apenas por algumas. De fato, casamento e maternidade não são para todas as mulheres. Mas a nova geração deve debater esses dogmas modernos sem medo de fazer perguntas difíceis.
Fotos da premiação Top Blog 2011
Autor: Unknown | 16:38 Seja o primeiro a comentar
Conforme já dissemos no post anterior, recebemos dois prêmios Top Blog 2011 (1º pelo Júri Popular e 3º pelo Júri Acadêmico) na categoria Política/Pessoal.Segue algumas fotos oficiais do evento.
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| Recebendo o prêmio ao lado do senador Álvaro Dias (1º Polícita/Profissional, júri ) |
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| Ao lado, em discurso de agradecimento. |
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| Da esquerda para direita: Geórgia Pinheiro, esposa do jornalista de esquerda Paulo Henrique Amorim (1º Política/Profissional júri acadêmico), senador Álvaro Dias e Edson Carlos de Oliveira |
Blog premiado em 1º lugar na categoria Política/Pessoal na edição Top Blog 2011
Autor: Unknown | 13:36 11 comentários
Finalizamos o ano com uma importante vitória conservadora na blogosfera. Diante do auditório lotado da UNIP (Universidade Paulista), recebemos, na noite do sábado passado (17), o troféu de primeiro lugar da categoria Política/Pessoal, pelo júri popular, do prêmio Top Blog 2011.Fomos também escolhidos como terceiro melhor blog do Brasil, da mesma categoria, pelo júri acadêmico.
Recebemos o prêmio ao lado do senador Álvaro Dias (1º Lugar - Política/Profissional, Júri Acadêmico) e da representante do blog Conversa Afiada, editado pelo jornalista de esquerda Paulo Henrique Amorim (1º Lugar - Política/Profissional, Júri Popular).
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| Da esquerda para a direita: Edson Carlos de Oliveira, Jorge Ferraz, Marcio Campos e Cadú. |
Compareci no evento representando os demais articulistas deste blog e encontrei lá o Marcio Campos do blog Tubo de Ensaio do jornal paranaense Gazeta do Povo (1º Lugar - Religião/Profissional, Júri Popular) e o Jorge Ferraz do blog Deus lo Vult (1º Lugar - Religião/Pessoal, Júri Acadêmico) e dividimos a mesma última fileira do auditório da UNIP.
Depois que todos estávamos com os troféus em mãos, o pai do Marcio Campos, que estava lá para prestigiar a vitória do filho, comentou: "Essa fileira é premiada, hein!".
Dados da premiação
16.725 blogs inscritos
153.635 blogs indexados
1.185.000 emails cadastrados
1.462.000 votos computados
Agradecimentos aos leitores e a Nossa Senhora
No pequeno discurso diante do auditório, não me esqueci de agradecer a todos os leitores que votaram neste blog. Esta vitória jamais existiria sem este esforço daqueles que nos acompanham. E finalizei agradecendo a Nossa Senhora que considero a causa maior deste trabalho que desenvolvemos no campo político em prol da Civilização Cristã.
Posteriormente publicaremos vídeos e fotos do evento.
Vitória conservadora na Universidade Nacional de Brasília
Autor: Unknown | 16:23 3 comentários
O jornal Correio Braziliente (28/10/2011) destacou a importante vitória conservadora nas eleições para o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UnB. Formada por 27 pessoas, a chapa 8, Aliança pela Liberdade, conquistou uma histórica virada nos rumos do DCE com 22,13% dos quase 6.000 votos.Aliança pela Liberdade derrotou as tradicionais chapas de extrema esquerda que há anos controlavam a principal representação estudantil da universidade.
Para o reitor José Geraldo de Sousa Júnior, o comparecimento às urnas de alunos que normalmente não se envolviam na votação representa a "massa silenciosa e conservadora da UnB”. “A maioria das chapas era de esquerda e a de direita não era tão conservadora. Por isso, escolhi a Chapa 8”, disse a jovem Rayssa Brandão estudante de engenharia ambiental.
"O único preconceito aceito hoje em dia é aquele contra católico", arfima colunista da Folha
Autor: Unknown | 12:38 7 comentários
O filósofo e colunista da Folha de São Paulo, Luiz Felipe Pondé (foto ao lado), participou de uma sabatina Folha/UOL no dia 27 de outubro último.Pondé, com quem não posso dizer que concordo em tudo, falou especialmente sobre o "politicamente correto" e como isso "acabou se transformando numa espécie de censura" e, no fundo, "uma espécie de patrulha". O "politicamente correto" criou um tal clima social que se "você quer difamar alguém, você chama de conservador".
Mas o que mais me pareceu bem pensado, foi quando Pondé disse que "ninguém quer ter preconceito hoje em dia, o único preconceito que no jantar inteligente é aceito é contra católico. Se você disser 'eu acho católico o fim da picada', tudo bem. Esse preconceito é uma coisa que é assumida entre todo mundo que se diz inteligente".
Alguém tem coragem de desmenti-lo?
Blog repercute no Jornal do Commercio de Pernambuco
Autor: Unknown | 22:59 5 comentários
Como dissemos no post anterior, concedemos uma entrevista para Fabiana Moraes do Jornal do Commercio de Pernambuco. Segue abaixo a matéria por ela publicada no dia 3 de julho último (os negritos são nossos).
É interessante observar como, apesar de acessarem parte de um discurso historicamente relacionado aos movimentos políticos e civis mais conservadores do País (“a família gera necessariamente a tradição e a hierarquia social. Depauperar e enfraquecer a família destrói a cultura e a civilização impregnadas de tradições cristãs”, consta no site da TFP), Collins e Malafaia [nota do blog: esta é uma referência a outro artigo publicado no mesmo dia no Jornal do Commercio, veja aqui] não se vêem colados a uma orientação política clara, distinguindo – o que não é possível – vida cotidiana (os valores morais, a família, a religião) e ideologia. Tal postura relaciona-se em parte com aquilo o que o senador Demóstenes Torres (DEM/GO) falou em recente entrevista a um semanário nacional, na qual critica a falta de clareza dos políticos – principalmente do próprio partido – em se assumirem como conservadores ou, mais claro ainda, como direitistas. “Se não podemos nos assumir conservadores, é melhor fundir o partido com um partido de esquerda, então”, disse.
Mantido por um grupo de seis colaboradores, o blog Sou Conservador Sim, e daí? cumpre com extrema clareza exatamente a postura cobrada pelo senador. Mais: diferente de Collins ou Malafaia, os membros do blog não realizam uma separação entre a defesa de valores familiares e aquilo o que deve circular no ambiente institucional. “Somos católicos, apostólicos, romanos e defendemos os valores do catolicismo no campo sócio-político, embora não tenhamos nenhum mandato especial da hierarquia católica. A moral católica aplicada ao campo temporal, a defesa da família tradicional, a propriedade privada e a livre-iniciativa são temas que abordamos procurando sempre ser fiéis ao Magistério tradicional da Igreja. Buscamos inspiração no grande pensador e líder católico do século XX, de fama internacional, Plinio Corrêa de Oliveira”, diz Edson Carlos de Oliveira, um dos integrantes do site, referindo-se ao já citado criador da Tradição, Família e Propriedade. Segundo ele, o blog atende justamente o objetivo de assumir, sem vergonha, como um direitista conservador. Para ele, o PLC 122, por exemplo, é uma lei de perseguição religiosa disfarçada que se quer introduzir no Brasil. A oposição a projetos dessa natureza, no entanto, carece de mais clareza.
“Eu noto que muitos políticos, sim, especialmente os próprios partidos políticos, têm medo de assumir uma posição inteiramente direitista. E não considero no atual cenário político nenhum dos partidos atuais do Brasil como sendo de direita. O DEM, por exemplo, mais raramente o PSDB, tem alguns políticos que defendem um ponto ou outro da direita, mas os mesmo não demoram em desapontar-nos em seguida apoiando alguma meta da esquerda ou algum projeto imoral. Isso faz com que esses mesmos políticos fiquem desacreditados por nós”, afirmou.
Aviso: pela terceira semana consecutiva, estamos entre os 30 mais votados no TopBlog 2011. Enfrentamos adversários fortes da esquerda e por isso contamos com a ajuda dos leitores. Para votar, basta clicar aqui e escolher a melhor forma de dar seu voto (e-mail ou twitter).
No Brasil, parece que ninguém é de direita
Fabiana Moraes, 03.07.2011 - Jornal do CommercioÉ interessante observar como, apesar de acessarem parte de um discurso historicamente relacionado aos movimentos políticos e civis mais conservadores do País (“a família gera necessariamente a tradição e a hierarquia social. Depauperar e enfraquecer a família destrói a cultura e a civilização impregnadas de tradições cristãs”, consta no site da TFP), Collins e Malafaia [nota do blog: esta é uma referência a outro artigo publicado no mesmo dia no Jornal do Commercio, veja aqui] não se vêem colados a uma orientação política clara, distinguindo – o que não é possível – vida cotidiana (os valores morais, a família, a religião) e ideologia. Tal postura relaciona-se em parte com aquilo o que o senador Demóstenes Torres (DEM/GO) falou em recente entrevista a um semanário nacional, na qual critica a falta de clareza dos políticos – principalmente do próprio partido – em se assumirem como conservadores ou, mais claro ainda, como direitistas. “Se não podemos nos assumir conservadores, é melhor fundir o partido com um partido de esquerda, então”, disse.
Mantido por um grupo de seis colaboradores, o blog Sou Conservador Sim, e daí? cumpre com extrema clareza exatamente a postura cobrada pelo senador. Mais: diferente de Collins ou Malafaia, os membros do blog não realizam uma separação entre a defesa de valores familiares e aquilo o que deve circular no ambiente institucional. “Somos católicos, apostólicos, romanos e defendemos os valores do catolicismo no campo sócio-político, embora não tenhamos nenhum mandato especial da hierarquia católica. A moral católica aplicada ao campo temporal, a defesa da família tradicional, a propriedade privada e a livre-iniciativa são temas que abordamos procurando sempre ser fiéis ao Magistério tradicional da Igreja. Buscamos inspiração no grande pensador e líder católico do século XX, de fama internacional, Plinio Corrêa de Oliveira”, diz Edson Carlos de Oliveira, um dos integrantes do site, referindo-se ao já citado criador da Tradição, Família e Propriedade. Segundo ele, o blog atende justamente o objetivo de assumir, sem vergonha, como um direitista conservador. Para ele, o PLC 122, por exemplo, é uma lei de perseguição religiosa disfarçada que se quer introduzir no Brasil. A oposição a projetos dessa natureza, no entanto, carece de mais clareza.
“Eu noto que muitos políticos, sim, especialmente os próprios partidos políticos, têm medo de assumir uma posição inteiramente direitista. E não considero no atual cenário político nenhum dos partidos atuais do Brasil como sendo de direita. O DEM, por exemplo, mais raramente o PSDB, tem alguns políticos que defendem um ponto ou outro da direita, mas os mesmo não demoram em desapontar-nos em seguida apoiando alguma meta da esquerda ou algum projeto imoral. Isso faz com que esses mesmos políticos fiquem desacreditados por nós”, afirmou.
Entrevista para o Jornal do Commercio de Pernambuco
Autor: Unknown | 17:05 5 comentários
No dia 9 de junho p.p., este blog concedeu à Fabiana Moraes uma entrevista para o Jornal do Commercio de Pernambuco, o maior diário do Nordeste brasileiro. A jornalista estava preparando uma matéria sobre movimentos políticos antagonistas no País, especialmente por causa do pronunciamento do senador Demóstenes Torres (DEM/GO), na revista Veja daquela semana, sobre como a direita no Brasil tem vergonha de se assumir.
Segue abaixo a íntegra da entrevista e no próximo post publicaremos o artigo de Fabiana Moraes que saiu na edição do dia 3 de julho último no Jornal do Commercio.
“Beijo homossexual” incomoda a família brasileira, diz nota do SBT ao justificar censura em novela
Autor: Unknown | 10:47 Seja o primeiro a comentar
A cena de um beijo entre dois homossexuais, que seria exibida no dia 7 de julho na novela "Amor e Revolução", foi vetada pela direção do canal de televisão SBT.
Em um comunicado oficial, o canal disse que “realizou uma pesquisa para avaliar o desempenho de ‘Amor e Revolução’”. E o resultado apontou "a insatisfação do público" em relação ao excesso de violência e beijo homossexual. Essas cenas incomodaram "a maioria das famílias brasileiras".
Em um comunicado oficial, o canal disse que “realizou uma pesquisa para avaliar o desempenho de ‘Amor e Revolução’”. E o resultado apontou "a insatisfação do público" em relação ao excesso de violência e beijo homossexual. Essas cenas incomodaram "a maioria das famílias brasileiras".
Responda à enquete no final do artigo.
Ser chique
Autor: Unknown | 00:16 1 comentário
Recebi hoje de Rosangela Lyra o texto abaixo de Clarice Lispector e publico para conhecimento de nossos leitores.
________
Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa recheado.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio. Chique mesmo é ser discreto,
não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta. Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia. Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é essa vida aqui.
Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas Amor e Fé nos tornam humanos!
Clarice Lispector
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Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa recheado.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio. Chique mesmo é ser discreto,
não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta. Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia. Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é essa vida aqui.
Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas Amor e Fé nos tornam humanos!
Clarice Lispector
"Onda conservadora" - A força do Brasil real
Autor: Unknown | 18:01 2 comentários
Hoje a Folha de São Paulo publicou uma matéria importante (aqui) que mostra como as reações sadias da nação podem colocar contra a parede e fazer recuar as forças revolucionárias em seus anseios anti-cristãos.
A "onda conservadora", conforme linguagem da feminista Rose Marie Muraro, tirou espaço no atual debate eleitoral da defesa intransigente da liberação do aborto. As feministas consideram que não é hora para o assunto e apoiam o "recuo", que julgo meramente retórico, de Dilma em relação ao tema.
Maria Laura Pinheiro, ex-secretária-adjunta da Secretaria de Políticas para as Mulheres e coordenadora da comissão tripartite que fez o projeto de lei, em 2005, da descriminalização do aborto, afirma que em período eleitoral esse assunto só é levantado por "quem quer queimar o movimento feminista". Deixando claro, com isso, que o eleitorado brasileiro não apóia essa bandeira feminista e que as iniciativas de projetos de lei para liberar o aborto são feitas sem respaldo popular.
A afirmação de Laura Pinheiro também nos revela que quanto mais silêncio sobre o assunto, tanto melhor para a causa abortista. É por isso que o "recuo" de Dilma as favorece, pois visa tentar tirar o tema do debate nacional nesse período de eleição.
A palavra recuo fica muito bem entre aspas, pois se trata mais de uma tergiversação do tema, uma mudança de foco e não de opinião.
Para Maria Lucia da Silveira, socióloga e militante da Marcha Mundial de Mulheres, pelo menos Dilma trata o aborto como questão de "saúde pública". "O correto é dizer sou contrário à criminalização. E é o que ela está falando", diz.
Para Suely de Oliveira, colaboradora do programa de Dilma, cabe ao Congresso a discussão do tema. Dilma, por outro lado, como potencial gestora, deveria focar no atendimento a quem aborta.
O recuo, nesse caso, é uma mudança retórica para confundir o eleitor, mas assim só o fizeram porque se viram obrigados pela pressão da "onda conservadora".
Conforme disse Rose Marie à Folha sobre a - controvertida - volta atrás da candidata petista: "entendo e faria a mesma coisa. Há oito anos [de governo] para isso, ou quatro que seja. Não é o fim do mundo".
A tentativa das feministas será em vão, sim, até o fim do mundo se não baixarmos a guarda. Como bem alertou Edmund Burke: "Para o triunfo do mal, basta que os bons não façam nada." A onda, por maior que seja, quando congelada, de nada é capaz. "Vigiai e orai" (Mt, 26, 41), que o Brasil não esqueça desse valioso conselho do Divino Mestre.
A "onda conservadora", conforme linguagem da feminista Rose Marie Muraro, tirou espaço no atual debate eleitoral da defesa intransigente da liberação do aborto. As feministas consideram que não é hora para o assunto e apoiam o "recuo", que julgo meramente retórico, de Dilma em relação ao tema.
Maria Laura Pinheiro, ex-secretária-adjunta da Secretaria de Políticas para as Mulheres e coordenadora da comissão tripartite que fez o projeto de lei, em 2005, da descriminalização do aborto, afirma que em período eleitoral esse assunto só é levantado por "quem quer queimar o movimento feminista". Deixando claro, com isso, que o eleitorado brasileiro não apóia essa bandeira feminista e que as iniciativas de projetos de lei para liberar o aborto são feitas sem respaldo popular.
A afirmação de Laura Pinheiro também nos revela que quanto mais silêncio sobre o assunto, tanto melhor para a causa abortista. É por isso que o "recuo" de Dilma as favorece, pois visa tentar tirar o tema do debate nacional nesse período de eleição.
Tática do "recuo" de Dilma explicado pelas feministas
A palavra recuo fica muito bem entre aspas, pois se trata mais de uma tergiversação do tema, uma mudança de foco e não de opinião.
Para Maria Lucia da Silveira, socióloga e militante da Marcha Mundial de Mulheres, pelo menos Dilma trata o aborto como questão de "saúde pública". "O correto é dizer sou contrário à criminalização. E é o que ela está falando", diz.
Para Suely de Oliveira, colaboradora do programa de Dilma, cabe ao Congresso a discussão do tema. Dilma, por outro lado, como potencial gestora, deveria focar no atendimento a quem aborta.
O recuo, nesse caso, é uma mudança retórica para confundir o eleitor, mas assim só o fizeram porque se viram obrigados pela pressão da "onda conservadora".
O maior perigo para o Brasil: Congelar a onda
Conforme disse Rose Marie à Folha sobre a - controvertida - volta atrás da candidata petista: "entendo e faria a mesma coisa. Há oito anos [de governo] para isso, ou quatro que seja. Não é o fim do mundo".
A tentativa das feministas será em vão, sim, até o fim do mundo se não baixarmos a guarda. Como bem alertou Edmund Burke: "Para o triunfo do mal, basta que os bons não façam nada." A onda, por maior que seja, quando congelada, de nada é capaz. "Vigiai e orai" (Mt, 26, 41), que o Brasil não esqueça desse valioso conselho do Divino Mestre.
STJ: Começa discussão sobre comando da organização católica TFP
Autor: Unknown | 14:24 6 comentários
Min. João Otávio de Noronha
O título acima pertence a matéria divulgada hoje no site do Superior Tribunal de Justiça. Detalhe, no final do texto do site do STJ, pode-se ver a quantidade de vezes que ela foi vizualizada. Segue a notícia.
- Leia mais:
- Relatórios dos ministros
- Julgamento da TFP brasileira no STJ repercute em jornal nos EUA
- STJ: Grupo de fundadores perde a batalha pelo comando da TFP
Começa discussão sobre comando da organização católica TFP
O julgamento que vai decidir sobre o controle da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP) começou com vantagem para os fundadores da entidade. O ministro João Otávio de Noronha, relator do caso na Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), deu voto favorável à pretensão do grupo de fundadores, que disputa o comando da TFP com uma ala dissidente majoritária.
Após o voto do relator, o julgamento foi interrompido por pedido de vista do ministro Luis Felipe Salomão. Ainda não há data prevista para que a questão seja retomada.
Criada nos anos 60 sob a liderança de Plinio Corrêa de Oliveira, a TFP teve destacada atuação na propaganda contra o comunismo durante o regime militar. Após a morte do líder, em 1995, passou a viver disputas internas que culminaram na chegada ao poder de um grupo que se opunha à diretoria, dominada até então pelos sócios-fundadores – os únicos que detinham poder de voto, segundo o estatuto original da entidade.
Os dissidentes – ligados a outra organização católica tradicionalista, a Arautos do Evangelho – entraram na Justiça, em 1997, pedindo a declaração de nulidade do estatuto da TFP, para que o direito de voto fosse estendido a não fundadores. Perderam na primeira instância, mas ganharam no Tribunal de Justiça de São Paulo, em 2001. O processo se arrastou de recurso em recurso, até que, em 2003, os dissidentes obtiveram da Justiça a execução provisória da decisão que lhes era favorável.
Com o apoio de associados mais jovens, a ala dissidente promoveu alterações estatutárias e conseguiu dominar a TFP. Os antigos dirigentes recorreram ao STJ. Além do uso do nome e dos símbolos da TFP, a disputa envolve o controle das contribuições financeiras que ela recebe de seus colaboradores.
Nulidade
Segundo o ministro João Otávio de Noronha, todo o processo – com mais de 7.400 páginas, sem contar os 24 volumes de apensos – poderia ser anulado, porque a controvérsia atinge interesses pessoais dos fundadores e eles não foram citados desde o início, só entrando na ação mais tarde, como assistentes litisconsorciais – as partes, até então, eram apenas a TFP, pessoa jurídica, e o grupo dissidente.
No entanto, o relator afirmou que deixaria de declarar a nulidade do processo porque isso iria prejudicar a parte que, no mérito, segundo seu entendimento, é a que tem razão. Após discorrer por três horas sobre as questões jurídicas levantadas, inclusive sobre a liberdade de organização, o ministro concluiu que “o direito de voto não é direito essencial dos associados, de modo que é possível atribuí-lo a apenas uma ou algumas categorias de associados”.
“A interferência dos poderes públicos na economia interna das associações de fins ideológicos”, continuou o ministro, “deve ser o mais restrita possível. Não vejo razão jurídica para negar-lhes a liberdade de estipular os direitos e deveres de associados na forma que melhor atenda aos fins ideológicos que perseguem, facultando ao estatuto estabelecer vantagens especiais para alguns dos seus membros e mesmo classe ou classes de associados sem direito a voto.”
Coordenadoria de Editoria e Imprensa
Brasil conservador reclama da baixaria na TV
Autor: Unknown | 18:28 2 comentários
De acordo com a Agência Câmara (2/10/2007), a desvalorização da família, a banalização dos valores morais, a exibição de pornografia, entre outros, estão na lista das principais reclamações das pessoas em relação aos programas de TV. Isso comprova como o mundo da mídia se divorciou do Brasil real.
Segue a tabela fornecida pela agência:

Segue a tabela fornecida pela agência:

Dicionário Terminológico da Esquerda
Autor: Unknown | 18:48 4 comentários
Você tentou ler o jornal nesta semana e não entendeu? Um amigo lhe repassou por e-mail um artigo da revista Caros Amigos e não conseguir compreender o texto? Então leia com atenção esta mensagem.
Se você tem dificuldades para entender:
1) as promessas de um político de esquerda;2) os discursos de um sindicalista na porta da empresa onde você trabalha;
3) o blá blá blá dos membros do grêmio estudantil de seu colégio;
4) o charabiá dos acadêmicos de História, Filosofia ou Sociologia de sua faculdade;
5) O sermão de um padre filiado ao PT ou à CPT.
Você tem dificuldades para entendê-los?
Seu problema está resolvido!
Chegou agora o primeiro Dicionário Etimológico da Esquerda.
Consulte o dicionário abaixo e saia deste blog como um tradutor profissional do que você ouve no horário eleitoral gratuito e nos demais discursos mencionados acima.
Nossos clientes estão satisfeitos. Mande para nós também seus comentários!
OBS: Somente o texto de apresentação é de minha autoria; desconheço o autor do conteúdo abaixo, limitei-me apenas a fazer rápidas correções e algumas melhorias no texto.
_____________________________________________
REACIONÁRIO, FASCISTA ou NEOLIBERAL: 1. Alguém que defende valores morais, a livre iniciativa e a propriedade privada; 2. Qualquer um que não seja esquerdista.
ALIENADO: Indivíduo que não segue a cartilha da esquerda.
LUTA DE CLASSES: Termo amplo que pode significar - ou servir para explicar - desde a usurpação de bens privados até o genocídio.
IMPERIALISTA: Investidor estrangeiro que gera empregos no país no qual ele aplica seu capital.
DEMOCRACIA BURGUESA: A democracia representativa vigente em vários países.
DEMOCRACIA: Ditadura no molde castrista ou stalinista.
JUSTIÇA SOCIAL: Injustiça. Ex: desapropriação.
TERRORISMO DE ESTADO DE ISRAEL: A guerra convencional e legítima de Israel contra grupos como o Hezbollah ou Hamas, estes sim, terroristas.
MOVIMENTOS SOCIAIS: 1. Grupos organizados que a esquerda usa para a aplicação da JUSTIÇA SOCIAL (ver termo acima); 2. terrorismo.
LATIFUNDIÁRIO: O agricultor ou pecuarista que produz alimentos de uma forma infinitamente mais eficaz e rápida do que na agricultura familiar tipo socialista, e com um custo final menor para o consumidor.
ELITE INTELECTUAL FORMADORA DE OPINIÃO: Pessoas com exposição na mídia que só falam bobagens marxistas.
PASTORAL DA TERRA: Religiosos defensores da ditadura comunista que não ficam vermelhos ao se afirmarem cristãos.
A CULPA É DO BUSH: A culpa é nossa mesmo.
JOVEM, O AGENTE DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL: Estudante de universidade pública federal, membro do DCE, militante do PT, PSOL ou PSTU e que usa camisa do Che Guevara, boina com um bottom de estrela vermelha (ou foice e martelo), vagabundo, sujo, vândalo e quase sempre maconheiro.
SOCIALISMO: Sistema econômico onde todas as propriedades e meios de produção estão exclusivamente nas mãos do ESTADO, onde o ESTADO detem toda a riqueza produzida no azarado país em que este famigerado sistema está implantado.
CONQUISTAS SOCIAIS: Mamatas de empregados (sobretudo funcionários públicos), que fazem assalariados ganharem cada vez mais e trabalharem cada vez menos resultando assim em MAIS impostos, MAIS custos para produtos e serviços e MAIS oferta de empregos na China.
TRABALHADOR CONSCIENTE: Baderneiro, grevista, sindicalista, burocrata do estado, membro do partidão.
DIREITOS DO TRABALHADOR: ver em CONQUISTAS SOCIAIS.
OPRIMIDO: versão piorada de TRABALHADOR.
ELITES: 1. Pagadores de impostos; 2. A mesma designação de REACIONÁRIO, FASCISTA ou NEOLIBERAL mencionado anteriormente.
LIBERDADE: Libertinagem, arruaça, irrespondsabilidade, preguiça, imoralidade.
PÁTRIA LIVRE: País cuja população é governada por ditaduras totalitárias sempre de cunho fascista ou socialista.
HOMEM DE LUTA: Fascínora que rouba, tortura, mata e provoca desordem social. Tudo pela causa.
EDUCAÇÃO CIDADÃ: Doutrinação sofrida por crianças para que estas se transformem em novos homens socialistas.
SOLIEDARIEDADE: 1) Modo de dizer que você tem que entregar seus bens a coletividade; 2. ver em JUSTIÇA SOCIAL.
IMPRENSA GOLPISTA OU MANIPULADORA: Imprensa livre.
IMPRENSA DEMOCRÁTICA: Imprensa que elogia a esquerda e/ou controlada pelo governo e pelo partidão.
SOBERANIA: Liberdade e independência para o estado perseguir, expropriar, dominar, torturar e matar aqueles que o opuserem.
ENTREGUISTA: Aquele que torna as empresas mais eficientes e produtivas passando-as do estado para a iniciativa privada.
POVO: 1. Eleitores da esquerda; 2. Membros do partidão; 3. Massa de manobra.
VÍTIMA DA SOCIEDADE INJUSTA: Bandidos de toda espécie.
INCLUSÃO SOCIAL: 1. Uma forma de tornar o povo dependente do Estado; 2. Primeiro passo para a escravidão; 3. Assistencialismo puro e simples; programas de inclusão social são vistos especialmente em períodos eleitorais.
EXCLUSÃO SOCIAL: Conceito que justifica o processo de INCLUSÃO SOCIAL- e que é importante que continue justificando.
INCLUSÃO DIGITAL: uma forma de tornar todos nós escravos do processo tecnológico globalizante pela imposição e obrigatoriedade do uso do computador.
EXCLUSÃO DIGITAL: conceito pelo qual se entende que todos nós precisamos obrigatoriamente do computador como necessidade básica, e que justifica o processo de INCLUSÃO DIGITAL.
PRECONCEITO: Discordar da esquerda.
ELITE BURGUESA: Classe média que se mata de trabalhar, paga impostos e tem que ficar feliz porque é privilegiada.
OLIGARQUIA: Qualquer governo que não reze pela cartilha esquerdista.
PÚBLICO: Estatal.
PÚBLICO E DE QUALIDADE:Estatal e caro para o contribuinte.
SETORES ESTRATÉGICOS: Atividades econômicas sem concorrência em virtude de monopólios obtidos na marra por empresas "públicas".
DESENVOLVIMENTISMO: Gastança desenfreada de dinheiro público.
GASTOS SOCIAIS: Salários e aposentadorias de Burocratas do Estado e membros do partidão.
INVESTIMENTOS SOCIAIS: Aumento de salários e aposentadorias de Burocratas do Estado e membros do partidão.
INTEGRAÇÃO E UNIÃO DOS POVOS: 1. Vários povos "unidos" sob a ditadura de um mesmo governo; 2. Pseudônimo de URSS.
REVOLUÇÃO: Quando um esquerdista chega ao poder.
GOLPE: Quando um esquerdista SAI do poder.
TRANSGÊNICOS ou ALIMENTOS COM VENENO: Produtos agícolas desenvolvidos e aprimorados em laboratório para que sejam mais nutritivos e resistentes a pragas. Também aumentam a produtividade de lavouras e são consumidos em países desenvolvidos.
ORGÂNICOS ou ALIMENTOS SAUDÁVEIS: Produtos Agrícolas produzidos nos acampamentos de Reforma Agrária.
ECOLOGIA: Conceito que presume a lógica de que a humanidade destrói a natureza. Logo, defende a destruição da humanidade para que se poupe a natureza.
DIREITO HUMANOS: Simpatia por bandidos.
COTAS: Forma simulada de racismo pra chamar negros de incompetentes.
COMPANHEIRO: quase sempre tão vagabundo quanto seus amigos de militância, ex-maconheiro na faculdade (se é que fez alguma), quase jubilado, "Lombardi" (nunca aparece), lustrador de carteira. Se for operário, quase sempre é incompetente. Quando vai trabalhar(?), reclama de tudo... quando é demitido, continua reclamando e ainda usa o pontapé do patrão como desculpa para a vadiagem.
CAMARADA DE ARMAS: ex-terrorista, ex-assaltante de banco, ex-guerrilheiro (grande porcaria), ex-sequestrador, ex e atual traidor de seu país. Governando, distribui polpudas indenizações aos COMPANHEIROS (ver acima) marginais. Ao mesmo tempo, rouba das famílias dos mortos por eles o que lhes é devido (Ver "Mario Kozel" no Google). Sinonímia: covarde, terrorista, gângster, comunista, amigo de ditadores, arautos do genocídio, "progressistas".
PERSEGUIDO POLÍTICO: Fascínoras terroristas, guerrilheiros e intelectualóides que tinham como objetivo principal a instalação de um sistema político e econômico totalitário comunista e que, para o bem do país, foram PERSEGUIDOS.
INDENIZAÇÃO A PERSEGUIDO POLÍTICO: Termo também chamado de ANISTIA consiste em uma grande mamata financeira de grandes valores e paga pelo contribuinte. Esta foi concedida aos PERSEGUIDOS POLÍTICOS quando muitos dos companheiros destes PERSEGUIDOS POLÍTICOS chegaram ao poder. Tem como objetivo a realização do grande sonho dos "PERSEGUIDOS POLÍTICOS"; ganhar dinheiro sem trabalhar.
DÍVIDA HISTÓRICA: Termo utilizado por grupelhos organizados e revanchistas que acham que foram perseguidos, oprimidos, escravizados e outros coitadismos em alguma época passada. Tudo para conseguir mamatas governamentais e de preferência paga pela ELITE BRANCA OPRESSORA.
SUPERÁVIT SOCIAL: 1. Pretexto que o Estado usa para coletar mais impostos e gastar adoidado aumentando a dívida púbica. Como mais impostos e endividamento; 2. significa mais desemprego; o "superávit social" sempre vira DÉFCIT SOCIAL.
ECONOMIA SOLIDÁRIA: É quando o governo gasta dinheiro para promover feirinhas chinelonas de produtos de quinta categoria só para dizer que apóia a livre iniciativa.
REAÇÃO DESPROPORCIONAL: É quando os exércitos que a esquerda torce contra possuem mais armas modernas e melhor organização que os grupos terroristas, guerrilheiros e narcotraficantes que a esquerda torce a favor. Assim, resta aos grupos que a esquerda torce a favor, usar civis como escudos humanos para pelo menos ganhar a guerra ideológica. A esquerda adoraria que os exércitos que ela torce contra atacasse os grupos que ela torce a favor somente com estilingues e arco e flecha. Mas aí, para a esquerda, a reação desses grupos não seria DESPROPORCIONAL e sim LEGÍTIMA CONTRA A INVASÃO ESTRANGEIRA OPRESSSORA IMPERIALISTA.
ERROS COMETIDOS: 1. É quando um governo de qualquer ideologia faz alguma coisa para melhorar a economia do país tais como: privatizações, leis de responsabilidade fiscal, reformas administrativas, diminuição de impostos ou qualquer coisa de desagrade a esquerda militante. 2. Também serve para designar crimes humanitários cometidos por governos socialistas no século XX. Tudo para dizer que aquilo não era obra do socialismo e sim simplesmente "ERROS COMETIDOS" por governos que se "desviaram" do socialismo.
FUI TRAÍDO: O termo é muito utilizado por militantes e eleitores do PSOL. É quando a transição do país para o socialismo não obedece a velocidade desejada pelos militantes da ultra esquerda. Eles não entendem a máxima do camarada Lênin: É preciso dar uma corridinha para trás para dar um grande salto para frente (que na verdade é um salto para o precipício).
HOMOFÓBICO: 1. Todo aquele indivíduo heterossexual que utiliza qualquer expressão ou atitude que vá contra os ditames do politicamente correto; 2. Qualquer indivíduo que não queira frequentar ou financiar eventos promovidos e frequentados por homossexuais. 3. Qualquer um que seja obediente à Lei de Deus.
INTOLERÂNCIA: É quando algum indivíduo tenta criticar atitudes, comportamentos, culturas e hábitos que não pertençam a civilização ocidental que a esquerda deseja destruir.
SIONISTA: Qualquer indivíduo que seja contra a destruição total do estado de Israel e dos Estados Unidos também.
HUMANISTA: É Aquele que defende "seres humanos" que querem destruir outros "seres humanos" mas que, segundo os humanista, não podem ser punidos pois são "seres humanos".
CAPITAL ESPECULATIVO: Um ser mitológico. É o diabo, o satanás, o coisa ruim. A esquerda acredita que este causa fome, miséria e destruição em massa por onde passa como grandes nuvens de gafanhotos. Tudo para não dizer que a causa da fome, miséria e destruição em massa na verdade são as idéias que a esquerda prega.
SOCIEDADE CONSUMISTA: Uma sociedade em que para se "consumir" é preciso "trabalhar" e "produzir". Mas "trabalhar" e "produzir" é tudo o que o esquerdista não gosta de fazer.
GUINADA PARA A DIREITA: Qualquer interrupção ou resistência por parte da população ou de governos à revolução gramsciana vigente na sociedade.
BOMBA SOCIAL: Bomba de mentira criada para facilitar expropriações de riqueza da sociedade. Acredita-se que ela estoura na mão de todo aquele que não deseja dividir suas riquezas com indivíduos "excluídos".
ÓDIO DE CLASSE: É toda e qualquer reação á criminalidade por parte das vítimas, pois para os esquerdistas (principalmente Mariane Felinto) quem é da "elite" - e é vítima de violência - não pode desejar mal algum contra o agressor caso ele seja um "excluído"; isso é "ódio de classe".
REPRESSÃO: Qualquer ato da Polícia Militar no sentido de restabelecer o direito de ir e vir e a ordem pública. Exemplos: a) Desobstruir uma estrada bloqueada pelo MST; b) uma Avenida movimentada onde militantes do PSTU estão fazendo arruaça, como quebrar vidraças de lojas e outras propriedades; c) retirar estudantes que - por um gosto de vagabundagem - não querem ter aulas e ficam atrapalhando o trânsito daqueles que pagam impostos
DIREITO ALTERNATIVO: É quando advogados e juízes remontam ao seus velhos tempos de maconheiros revoltados de faculdade não aplicando as leis de um país em julgamentos e processos. Tudo porque se acham no direito de relativizar a lei em virtude da luta de classes e do totalitarismo socialista. O objetivo do direito alternativo é colocar á vítima na cadeia em lugar do agressor porque a vítima é "burguesa" e o agressor é "excluído".
RESPONSABILIDADE SOCIAL: Total transferência de responsabilidades do Estado para as empresas, como se estas não pagassem impostos. O objetivo dos defensores da "responsabilidade social" é o que que as empresas deixem de lucrar para se dedicar ao "social" já que as únicas funções do estado hoje em dia são a de sustentar marajás, pagar jurosa da dívida pública e, é óbvio, lucrar.
MANIQUEÍSTA: Todo indivíduo que acha que bandido é bandido, assassino é assassino, terrorista é terrorista, ditador é ditador, bom é bom e mau é mau. Já que para a esquerda bandido é "explorado", assassino é "excluído", terrorista é "oprimido", ditador é "libertador", bom é "mau" e mau é "bom".
AFRO BRASILEIRO: Qualquer indivíduo que tenha pele escura, mesmo que tenha nascido no Brasil e nada tenha a ver com o continente africano.
RACISTA CORDIAL: qualquer pessoa que seja contra cotas nas universidades, nos concursos públicos e nos cargos em comissão seguindo critérios raciais e étnicos subjetivos (ver verbete "Afro Brasileiro")
MÍDIA GRANDE: Toda a mídia não ideologicamente engajada que de tempos em tempos expõe FATOS desfavoráveis ao governo, principalmente se este for de esquerda. Tais como mensalão e promessas de campanha não cumpridas.
APROFUNDAMENTO DA DEMOCRACIA: Culto a personalidade do presidente, principalmente se tiver viéis centralizadores de poder ou totalitários, temperado com discurso anti-americano.
STALINISMO: expressão oca que eles usam pra se referir aos genocidios comunistas sem manchar a ideologia deles.
MOVIMENTOS SOCIAIS - gangues de vagabundos baderneiros.
CONSCIÊNCIA POLÍTICA: repetir o blá blá blá esquerdista.
MUDEI: quando o esquerdista deixa de votar em Lula pra votar em Heloísa Helena.
LIVRES PENSADORES: artistas da globo que apóiam Lula ou Heloísa Helena.
CONSCIÊNCIA NEGRA: Forma invertida de racismo no Brasil através do culto à raça negra.
CRISE DO CAPITALISMO: Onda de desemprego e estagnação econômica em alguns países de Europa Ocidental e da América Latina causada por excesso de impostos, regulações trabalhistas, benefícios sociais, burocracia e dirigismo estatal. A esquerda chama de crise do capitalismo porque NÃO É DO CAPITALISMO.
DIVERSIDADE: Culto á hábitos primitivos para deleite de antropólogos que adoram observar culturas "diferentes" enquanto não abdicam do conforto e liberdade que só a cultura ocidental proporciona a eles. A diversidade só vale para culturas. Diversidade de opiniões? Nem pensar!
PENSAMENTO ÚNICO NEOLIBERAL: É quando os esquerdistas se deparam com opiniões
sobre política e economia diferentes das suas. Como são facilmente refutados em debates e discussões, se acham injustiçados e acabam achando que o pensamento "neoliberal" é "único".
CRESCIMENTO ECONÔMICO: É quando o País cresce mais de 3% ao ano para a alegria dos petistas no poder, já que o PT dificilmente consegue fazer o País crescer mais do que isso. Se fosse no tempo do FHC os mesmos 3% seriam chamados pelos petistas de "RECESSÃO CAUSADA PELO NEOLIBERALISMO".
DIMINUIÇÃO DAS DESIGUALDADES SOCIAIS: Empobrecimento generalizado da classe
média.
OUTRO MUNDO POSSÍVEL: 1. Termo criado pelo Fórum Social Mundial. Pode ser uma imensa União Soviética que dominaria todos os continentes espalhando fome e miséria como no século passado; 2. Um mundo oprimido pela "Sharia" islâmica onde qualquer habitante da terra seria executado de não obedecesse à ela; 2. Um mundo pré-histórico onde todos viveriam em tribos nômades pelo "bem da natureza"; 3. Enfim, pode ser vários tipos de mundo, todos MUITO PIORES que o mundo atual.
PAZ: Desarmamento total do Ocidente para a alegria de Comunistas e Terroristas.
SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA: Agrupamento de pessoas com um objetivo em comum
que é sempre o de conseguir mamatas estatais.
DEMOCRACIA DIRETA: É quando governos eleitos democraticamente dão um surto populista sufocando os poderes legislativo, judiciário e outras instituições. Tudo sob o pretexto de governar diretamente com o "povo". O resto da história muita gente já sabe. Adolf Hitler e Hugo Chavez são grandes exemplos de democratas diretos.
TERCEIRO MUNDISMO: Alguém já viu algum cara feio, pobre, burro, bêbado, desdentado e fedido que apesar de tudo ainda se acha? Isto é Terceiro Mundismo. São países pobres com governos populistas, totalitários e corruptos; isto quando não estão em guerra civil. Mas que mesmo assim devem ser considerados países lindos e maravilhosos até porque a esquerda acha que essa desgraça toda é culpa do "Imperialismo Estadunidense".
JOVEM ALIENADO: Qualquer jovem que quer trabalhar e subir na vida ao invés de perder tempo com ativismo antiglobalização, greves, imoralidades, baderna, assaltos, além de consumo e venda de drogas.
CANDIDATO DE ESQUERDA: Candidato antidemocrático, stalinista, trotskista.
CANDIDATO DE CENTRO: Candidato de esquerda.
CANDIDATO DE DIREITA: Candidato de centro ou fisiológico.
CANDIDATO DE ULTRADIREITA OU FASCISTA: Candidato com um pouco de tendências
liberais.
DESMONTE DO SERVIÇO PÚBLICO: Qualquer reforma administrativa que torne a máquina pública mais eficiente e menos onerosa para o contribuinte.
CORRUPÇÃO: É quando um político NÃO PETISTA rouba.
DESVIO ÉTICO: É quando um político PETISTA rouba.
ENCICLOPÉDIA DOS DIREITOS HUMANOS: Um instrumento da ONU para que esta exerça o seu papel de governo mundial atropelando as leis de países através do controle de atividades policiais e governamentais no mundo. É lógico que esta enciclopédia só vale para países livres e democráticos já que os governos comunistas e fundamentalistas islâmicos não usam esta enciclopédia.
DEMOCRATIZAR OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO: Tornar os meios de comunicação dóceis á causa socialista através do controle ou monopódio estatal sobre os meios de comunicação. Tudo sob o pretexto de causas nobres como o combate á pedofilia e ao racismo.
Navegando nas águas do conservadorismo americano
Autor: Unknown | 15:17 1 comentário
| Resumo: a diferença primordial entre os movimentos conservadores na Europa e nos Estados Unidos é exatamente a nossa perspectiva moralista, enquanto na Europa se acentuam temas econômicos e políticos |
NR: Segue abaixo um trecho do artigo "O grande connhecedor da alma americana" de John Hovart, atual vice-presidente da TFP norteamericana, publicado no livro "Plinio Corrêa de Oliveira, 10 anos depois".
Diferentemente de muitos outros países, há um verdadeiro oceano de pensamento conservador nos Estados Unidos, sendo fácil a pessoa se desorientar dentro dele, a menos que tenha os próprios rumos bem definidos. É possível alguém se imobilizar nas águas tranqüilas de um tradicionalismo um tanto estagnado. Igualmente perigosas são as marés violentas do mutável libertarismo (libertarianism).
Do seu longínquo posto de observação, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira conseguiu caracterizar aquela maioria religiosa que torna o nosso país tão conservador, dando-nos princípios orientadores que nos permitem navegar nessas águas.
Ele observou que muito freqüentemente nosso país é avaliado segundo os critérios de Hollywood ou da mídia. Estrangeiros que nos visitam manifestam muitas vezes surpresa quando encontram um país diferente daquele que as telas do cinema mostram. Nós mesmos tendemos a acreditar nessa imagem e não nos damos conta da amplitude do nosso conservadorismo. Falta-nos uma visão autêntica dos Estados Unidos, e uma parte importante dela foi o que o Prof Plinio denominou "consenso americano". Trata-se de uma "adesivo" ou "cola" espiritual que mantém o país unido, um acordo ou pacto geral pelo qual assumimos o compromisso de continuar americanos.
Um pouco de História
Esse consenso foi forjado no nascedouro da nação. Imediatamente após a guerra de independência, estourou uma crise religiosa. Nenhuma seita protestante detinha clara maioria, e a influência européia que pudesse guiar-nos já não existia. As igrejas protestantes americanas estavam desorganizadas, cada uma cuidando de si mesma. A própria guerra deixou as colônias num caos religioso. As estruturas religiosas e a moralidade do país encontravam-se desorganizadas por seis longos anos de guerra. A religião estava ameaçada também pela irreligião, por um espírito livre-pensador disseminado pelos franceses seguidores de Voltaire e Rousseau.
Essa atmosfera moral poderia facilmente degenerar numa rápida e total amoralidade e irreligiosidade. A nação tinha de adotar uma defesa religiosa contra a irreligiosidade, e o Prof. Plinio sustentava que ela adotou um tipo de consenso religioso. Não se tratava de uma unificação numa única igreja e num único Estado unitário, proibida por uma cláusula constitucional, mas de uma união dos Estados e um acordo não escrito de um consenso religioso. Era um consenso pelo qual os americanos mantinham um conjunto de normas de funcionamento em que certas coisas contra Deus eram proibidas. O Estado manteve uma certa reverência por um Deus vago em que acreditava. Um código moral consensual cristão, frouxamente baseado nos Dez Mandamentos, foi adotado pelo Estado e inserido nas nossas leis. Esse consenso tornou-se regulador da nossa moralidade e é o "adesivo" espiritual que nos mantém unidos.
Oficialmente laico, mas religioso
O Prof. Plinio acentuou que, embora o Estado americano não adote uma denominação religiosa, seria um grande exagero afirmar que ele é não-religioso. Na prática, senão na lei, a religião oficial dos Estados Unidos é esse consenso ecumênico geral. Como se trata de um consenso cristão, a nação é vagamente cristã.
Se a pessoa cultua algum tipo de Deus, de preferência cristão, participa desse consenso que mantém a religiosidade, o patriotismo e o devotamento à família, e que estimula um vago respeito pela Lei de Deus, como uma modalidade de política de segurança para manter a ordem pública.
Autores americanos e sociólogos comentaram muitas vezes o relacionamento especial do americano com a religião. Samuel Huntington, no livro Política americana, observa que os americanos conferem à sua nação e correspondente cultura "muitos atributos e funções de uma igreja". O sociólogo Robert Bellah acentua que os Estados Unidos estabeleceram uma "religião civil", que proporcionou "uma dimensão religiosa para todo o tecido da vida americana, inclusive a esfera política".
Ainda hoje, em meio a uma guerra cultural que tende a destruir as convicções religiosas e a moral, enormes setores do público americano subscreveram e prosseguem subscrevendo esse vago consenso.
As conseqüências práticas dessa atitude são muito importantes e muito visíveis no clima político atual. Quando a maioria de uma nação atinge o consenso de que todos devem cultuar algum deus, essa nação se torna muito religiosa. Ninguém discute, mas poucos conseguem explicar o fato de que os americanos são muito religiosos. São raros os ateus. A devoção religiosa separa os Estados Unidos dos seus mais próximos aliados, e constitui um obstáculo ao ataque desferido em todo o mundo à própria idéia de religião, pela Revolução universal.
O problema moral
Uma segunda conseqüência é o surgimento de uma ampla parcela da população que respeita o código moral frouxamente baseado nos Dez Mandamentos, ainda que apenas em razão da ordem pública. Por isso o país tende a ser moralista, transformando os assuntos civis em problemas morais e vendo-os em termos de branco-e-preto.
Os assuntos de moral contidos no Decálogo são exatamente os que polarizam hoje o país. Os americanos que manifestam inquestionável crença em Deus e na sua Lei estão muito mais dispostos a associar fé e política do que os similares de outros países. Conservadores americanos formam coalizões a propósito de assuntos como aborto, preces nas escolas, pornografia e homossexualismo. É o único país desenvolvido que promove enormes movimentos de protesto a respeito de temas morais, que não definham e surgem ano após ano na agenda legislativa.
O Prof. Plinio ressaltou que a diferença primordial entre os movimentos conservadores na Europa e nos Estados Unidos é exatamente a nossa perspectiva moralista, enquanto na Europa se acentuam temas econômicos e políticos. "A opinião pública americana tem uma adesão ao conceito de que os Mandamentos devem ser obedecidos, e atribui a desgraça aos que abertamente os transgridem", afirmou.
Isso não quer dizer que o país é isento de pecados. Pecado e imoralidade são aqui abundantes. No entanto, a simples existência dessa adesão à lei moral é um constante apelo a reconhecê-la e retornar a ela, assediando nossa consciência e erigindo nossos parâmetros de julgamento. Num mundo em que a moralidade desaparece rapidamente, todo aquele que se atém aos Dez Mandamentos constitui um obstáculo conservador. Por isso, embora a maioria dos americanos se recuse a acreditá-lo, os Estados Unidos são o grande país conservador.
Derrota dos conservadores?
Autor: Unknown | 23:14 Seja o primeiro a comentar
Para entender os resultados das eleições norte-americanas e não ficar na superficialidade de achar que a vitória dos democratas representa uma diminuição do conservadorismo nos EUA, é preciso ter em mente os seguintes pontos:
1) Não houve uma derrota estrondosa do Partido Republicano. Os resultados obtidos pelos democratas não foram muito animadores se lembrarmos que o presidente Bush foi massacrado pelo terrorismo midiático durantes os seis últimos anos e que os republicanos com seus diversos escândalos desacreditaram seus principais eleitores - os conservadores. Apesar desses dois fatores, que são primordiais - pois mexem diretamente com a sensibilidade da opinião pública -, os democratas obtiveram apenas uma vitória bem apertada.
2) É inegável que há entre o público conservador um descontentamento em relação ao governo Bush, pois este não cumpriu as metas e projetos que é do anseio desse eleitorado, ou seja, ao contrário do que mostra a mídia - especialmente a brasileira -não é por Bush ser conservador que está perdendo a confiança dos norte-americanos, mas é por não o ser. A vitória dos democratas - muito apertada, importante repetir- se deu por causa dos votos que ganhou dos conservadores desconsolados com os republicanos, e por apresentar alguns candidatos democratas moderados.
3) Paralelamente às eleições legislativas e ao senado, houve uma série de referendos onde o povo americano era questionado a respeito de temas como aborto, união civil entre homossexuais, manipulação embrionária... e todos esses referendos tiveram uma resposta conservadora.
4) Se de um lado a mídia diz que o único republicano muito bem sucedido foi o Schwazenegher, porque seria um conservador moderado, por outro lado vários democratas eleitos são muito menos radicais do que a mídia faz crer.
Há outros pontos além desses acima apresentados, mas creio que já é o suficiente para se ter uma visão melhor da realidade eleitoral norte-americana.
1) Não houve uma derrota estrondosa do Partido Republicano. Os resultados obtidos pelos democratas não foram muito animadores se lembrarmos que o presidente Bush foi massacrado pelo terrorismo midiático durantes os seis últimos anos e que os republicanos com seus diversos escândalos desacreditaram seus principais eleitores - os conservadores. Apesar desses dois fatores, que são primordiais - pois mexem diretamente com a sensibilidade da opinião pública -, os democratas obtiveram apenas uma vitória bem apertada.
2) É inegável que há entre o público conservador um descontentamento em relação ao governo Bush, pois este não cumpriu as metas e projetos que é do anseio desse eleitorado, ou seja, ao contrário do que mostra a mídia - especialmente a brasileira -não é por Bush ser conservador que está perdendo a confiança dos norte-americanos, mas é por não o ser. A vitória dos democratas - muito apertada, importante repetir- se deu por causa dos votos que ganhou dos conservadores desconsolados com os republicanos, e por apresentar alguns candidatos democratas moderados.
3) Paralelamente às eleições legislativas e ao senado, houve uma série de referendos onde o povo americano era questionado a respeito de temas como aborto, união civil entre homossexuais, manipulação embrionária... e todos esses referendos tiveram uma resposta conservadora.
4) Se de um lado a mídia diz que o único republicano muito bem sucedido foi o Schwazenegher, porque seria um conservador moderado, por outro lado vários democratas eleitos são muito menos radicais do que a mídia faz crer.
Há outros pontos além desses acima apresentados, mas creio que já é o suficiente para se ter uma visão melhor da realidade eleitoral norte-americana.
Onda conservadora na América Latina
Autor: Unknown | 12:18 Seja o primeiro a comentar
No dia 16 de outubro, o prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia, em um vídeo divulgado no Youtube (só não cito o link porque já foi retirado do ar) analisava a situação da América Latina depois das últimas eleições presidenciais e apontou uma onda conservadora por ocasião dos resultados onde todos os candidatos pró-chavez perderam.
"Pode ser um sinal de que Chaves, Morales, Cuba, MSTs... já estão sendo incorporados pela população como risco futuro. E que risco!", disse o prefeito. E faz sobre os debates do segundo turno no Brasil uma observação muito precisa: "O que vemos nesse segundo turno presidencial é uma disputa entre candidatos que querem ser a esquerda da vez (...) Se são todos parecidos - pensa o eleitor- que deixe como está para ver como é que fica. Afinal Lula e o PT têm muito mais credencial populista, que Geraldo e o PSDB. Aliás, Geraldo nem imagem tem"
Outro ponto interessante é a pergunta de como seria se Alckimin discursa-se em defesa da "Lei, Ordem e Família", "Será que surfaria na onda das três últimas eleições latino-americanas (...)?", [se referindo ao resultado eleitoral do Peru, México e Equador].
Muito teria a ganhar Alckimin com esse discurso, pois comenta Cesar Maia que "como todos sabem: na América Latina a comunicação liberal é impopular. Mas a comunicação conservadora é muito popular. No Brasil não é diferente."
O prefeito carioca assim termina sua análise: "Quem quiser que faça uma pesquisa de régua: num extremo - digamos 90, a ultra-esquerda; em outro digamos 30 - a ultra-direita. E depois as diversas graduações. E poderá medir a popularidade da comunicação conservadora. "
"Pode ser um sinal de que Chaves, Morales, Cuba, MSTs... já estão sendo incorporados pela população como risco futuro. E que risco!", disse o prefeito. E faz sobre os debates do segundo turno no Brasil uma observação muito precisa: "O que vemos nesse segundo turno presidencial é uma disputa entre candidatos que querem ser a esquerda da vez (...) Se são todos parecidos - pensa o eleitor- que deixe como está para ver como é que fica. Afinal Lula e o PT têm muito mais credencial populista, que Geraldo e o PSDB. Aliás, Geraldo nem imagem tem"
Outro ponto interessante é a pergunta de como seria se Alckimin discursa-se em defesa da "Lei, Ordem e Família", "Será que surfaria na onda das três últimas eleições latino-americanas (...)?", [se referindo ao resultado eleitoral do Peru, México e Equador].
Muito teria a ganhar Alckimin com esse discurso, pois comenta Cesar Maia que "como todos sabem: na América Latina a comunicação liberal é impopular. Mas a comunicação conservadora é muito popular. No Brasil não é diferente."
O prefeito carioca assim termina sua análise: "Quem quiser que faça uma pesquisa de régua: num extremo - digamos 90, a ultra-esquerda; em outro digamos 30 - a ultra-direita. E depois as diversas graduações. E poderá medir a popularidade da comunicação conservadora. "
Conservadorismo, Tradicionalismo e Progresso.
Autor: Unknown | 21:48 3 comentários
Para alguns, que são mais intuitivos, a palavra conservador representa uma posição, uma instituição ou mesmo um indivíduo qualquer, com modos de ser mais moralizados. Para outros, mais acadêmicos, a palavra é tomada no sentido etimológico, e representaria quem quisesse conservar o estado atual das coisas.
Neste sentido, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, príncipe do Brasil, bisneto do imperador Dom Pedro II, ao fornecer uma entrevista à “A Revista de Portugal”, ressaltou: “quando se fala de conservador há uma idéia de conservar o passado. Quando se fala em tradição fala-se de aprender as lições do passado, analisar as do presente para projetar o futuro. O progresso tem de ser necessariamente tradicionalista. [...] Recusar a tradição é a mesma coisa que fazer tábua rasa de todo o passado”. (nº 11 • Ano 1 • Dezembro 1998)
Ao falar sobre o movimento contra-revolucionário, Plínio Correa de Oliveira escreve que ela é conservadora “se se trata de conservar, do presente, algo que é bom e merece viver”. E não será conservadora quando “se trata de perpetuar a situação híbrida em que nos encontramos, [...] mantendo-nos imóveis como uma estátua de sal, à margem do caminho da História e do Tempo, abraçados ao que há de bom e mau em nosso século, procurando assim uma coexistência perpétua e harmônica do bem e do mal”.
Analisando os pensamento do professor Plínio Correa de Oliveira e de Dom Bertrand, conclui-se que devemos conservar do presente algo que é bom e merece viver.
Todo bom conservador deve ser também bom tradicionalista para aprender as lições do passado, analisar as do presente para poder projetar o futuro.
Uma pessoa que por mero amor às formar antigas conserva ritos, estilos ou costumes, sem qualquer apreço pelo doutrina que os gerou, não lhe caberá o rótulo de "tradicionalista", mas sim de arqueologista. Pois, a tradição é viva e não morta.
Para terminar, progressita é uma pessoa que defende o progresso sem tradição. Este modo de ser tem sua origem, freqüentemente, pela mania de novidades, a que se referia Leão XIII, nas palavras iniciais da Encíclica Rerum Novarum.





















