Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
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São Paulo, terça-feira, 15 de setembro de 2015

Ideologia de Gênero na prática: saia para homens

Autor: Unknown   |   19:22   3 comentários

​Prezados, Salve Maria!

Vejam até onde está chegando a Ideologia de Gênero quando aplicada na vida comum.

Agora está em "moda" uma espécie de "feminismo masculino" que pretende que os homens devem se livrar da "ditadura da calça" e usar saias femininas como o normal de um vestuário para homens.

Recomendo a leitura atenta do artigo no link abaixo e saibam que isto não é apenas um movimento na Europa, mas que algumas escolas de ensino infantil, no Brasil, já estão doutrinando as crianças para aderirem a tal moda:

http://ipco.org.br/ipco/noticias/saias-para-homens

Não adianta apenas rir do ridículo que há nessa "moda", é preciso nos preocuparmos com o futuro moral de nossas crianças.

São Paulo, quinta-feira, 27 de junho de 2013

"Não adianta mais rezar, porque o aborto vamos legalizar"...

Autor: Unknown   |   12:39   3 comentários


... assim gritava em coro a turba pró-aborto que invadiu as escadarias da Catedral da Sé, em São Paulo, para protestar contra o Estatuto do Nascituro, enquanto um grupo de 10 católicos rezava na porta da Igreja.

O fato ocorreu no último dia 14 de junho e os fiéis resistiram as injúrias por cerca de 3 horas e só se retiraram por conselho da polícia. Parabéns a esses 10 corajosos que representaram mais o Brasil - em sua maioria conservador e contra o aborto - do que a oposição dos 200 agitadores.

Veja mais fotos e vídeos:








São Paulo, terça-feira, 16 de abril de 2013

Um assassino em série mata com tesoura 100 recém-nascidos, mas a mídia se cala... é um médico abortista

Autor: Helio Dias Viana   |   11:35   3 comentários

O julgamento começou, mas a mídia americana não informa. Os depoimentos são estremecedores. Segundo a polícia, a clínica era um matadouro
Javier Lozano/ReL1
(Tradução Helio Viana)

Clinica de aborto do Dr. Kermit Gosnell.
O establishment e a cultura do politicamente correto penetraram em todos os âmbitos da sociedade. Por isso, boa parte dos meios de comunicação não publica diretamente nada que questione o aborto e suas consequências, nem sequer seus métodos, embora estes impliquem um exagerado número de mortes. Se o aspecto moral não lhes importa, que pelo menos lhes importasse o legal. Mas tampouco.

Esta cultura da morte, que se revelou no “caso Morín”2 da Espanha, chegou também aos EUA, onde produziu um completo apagão informativo quanto ao que deveria constituir um dos julgamentos mais importantes da história daquele país.

Cravava as tesouras nos bebês

Trata-se de Kermit Gosnell, um autêntico assassino em série, acusado de ter praticado mais de cem assassinatos, aos quais deveriam somar-se os milhares que realizou meio do aborto durante mais de 30 anos. Eis a acusação formal da Promotoria: “Os bebês nasceram viáveis e Gosnell os matou, depois de lhes cravar tesouras na medula espinhal. Ele ensinou seus auxiliares a fazerem o mesmo”.

Para resumir, Gosnell matava as crianças nascidas cortando-lhes com uma tesoura a medula espinhal, além de sedar várias mulheres para matar seus filhos. A isso seria preciso aduzir a má prática que teria levado à morte de uma mãe e a pôr em risco a vida de muitas mais.

Silêncio total da mídia

Enquanto os meios de comunicação de todo o mundo dedicam grandes espaços de suas emissões televisivas ou das páginas dos jornais a assassinos em série ou a acontecimentos envolvendo crianças, neste assunto eles optaram pelo silêncio. Um americano não saberá dizer quem é Kermit Gosnell, uma vez que os grandes meios de comunicação nada informaram sobre o julgamento. Em outros casos similares, cujos assassinos em série estavam em pleno julgamento, as manchetes entravam em ebulição, as notícias afloravam e os perfis dos assassinos eram mais do que conhecidos. A mídia fazia uma festa. Mas, neste caso, não. Por quê? Basicamente porque são vítimas do aborto e de seus médicos ladrões.

O Dr. Kermit Gosnell foi preso em Filadelfia em 2011 acusado inicialmente do assassinato de sete recém-nascidos e de uma jovem mãe. Pouco depois as provas foram mais além, podendo as vítimas mortais chegar a uma centena, assassinadas depois de nascidas e cujos restos foram encontrados espalhados por vários pontos da clínica como se esta fosse um matadouro.

Diante do silêncio generalizado sobre o caso, pequenos meios de comunicação e alguns políticos pró-vida estão tentando deitar luz e honrar a verdade dando a conhecer os detalhes do julgamento e os depoimentos que ratificam o assassinato de até cem pessoas.

A clínica, um matadouro humano

Segundo o relato, a Polícia achou numerosos restos de bebês na clínica. Pés de crianças cortados e corpos inteiros eram guardados em caixas e congeladores no porão. Ademais, as medulas espinhais tinham sido cortadas. Um autêntico matadouro.

O julgamento começou tratando do assassinato de sete crianças nascidas e de uma mãe que abortou. No entanto, o depoimento das testemunhas, entre as quais se encontram funcionários [da clínica],  falam de um total de cem crianças assassinadas fora do útero ao longo de 30 anos. Ou seja, cifras que colocariam o Dr. Gosnell como um dos assassinos em série mais sanguinários dos Estados Unidos.

É tal o silêncio da grande mídia como NBC, CBS ou CNN, e inclusive das agências de notícias, que os telespectadores escreveram aos referidos meios pedindo explicações de por que deram “cobertura zero” ao julgamento contra Gosnell.

“Todo manchado de sangue”

Por exemplo, o republicano Scott Perry, do estado da Pensilvânia, criticou o presidente Barack Obama por ignorar totalmente o processo judicial em que se julga a um acusado de “realizar abortos tardios e matar uma mulher”. Critica-se que o presidente dos EUA chore pelas vítimas de Sandy Hook3 e ignore os assassinatos em série de Gosnell.

Por tudo isso, os terríveis depoimentos que estão sendo ouvidos no julgamento tampouco estão tendo transcendência. De fato, o Escritório do Promotor do Distrito de Filadélfia afirma que “nasceram bebês viáveis e Gosnell os matou cravando-lhes as tesouras em suas medulas espinhais. Ele ensinou seus auxiliares a fazerem o mesmo”.

Enquanto isso, partes e corpos inteiros se acumulavam no interior da clínica. Pode-se ouvir nas declarações:  “os móveis e os cobertores estavam manchados de sangue. Os instrumentos não haviam sido esterilizados corretamente. Os suprimentos médicos descartáveis não foram eliminados; ao contrário, eram reutilizados uma e outra vez”.

Ademais, acrescentavam que “a saída de emergência estava fechada com cadeado e os restos fetais espalhados por todas as partes – em armários, no porão, no congelador, em frascos, bolsas e recipientes de plástico. Era um ossário de bebês”.

“Não tenho tempo para isso!”

Aparecem também testemunhos de algumas mães forçadas a abortar e maltratadas por Gosnell. Robyn Reid não queria abortar quando engravidou aos quinze anos. Sua avó a levou à força e a jovem pensava que depois de explicar ao doutor que queria continuar a gravidez ele a ouviria. Mas a resposta de Gosnell foi outra: “Não tenho tempo para isto!”. Imediatamente a desnudou e lutou com ela até que conseguiu atá-la a uma maca suja enquanto a sedavam até perder a consciência.

Algo similar aconteceu em 201 com Davida Johnson, quando grávida de seis meses acudiu à clínica do acusado para abortar. Mas ela mudou de ideia depois de observar as outras pacientes de Gosnell, aturdidas e ensanguentadas na sala de recuperação. Porém, na sala de tratamento os auxiliares do médico ignoraram sua negativa: foi agredida e igualmente sedada. Ao despertar, já não estava grávida.

Como estes há muitos outros depoimentos iguais ou inclusive mais duros, mas que não puderam chegar à opinião pública pelo “apagão” informativo do caso, contrastante com as notícias mais do que anedóticas e supérfluas que se dão quando se produzem crimes chamativos nos quais há vários mortos.

______________________________

Notas: 1- http://www.religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=28675

2- Doctor Carlos Morín y 11 trabajadores de sus clínicas http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=16810

3- A tragédia em Sandy Hook, Newtown, Connecticut onde foram mortas 20 crianças por um desequilibrado mental

São Paulo, segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Vídeo: marcha feminista agride católicos que defendiam a catedral de Posadas

Autor: Unknown   |   16:04   16 comentários



Na noite de ontem (7/10/2012), realizou-se em Posadas, Argentina, a marcha de encerramento do XXVII Encontro Nacional de Mulheres que, como de costume, deixou por onde passava muita sujeira, depredações, pichações e violência, especialmente contra os católicos que se reuniram em um cordão humano para defender a fachada da catedral da cidade.

Segundo Pe. Barros, a atitude das
feministas e dos "católicos extremistas"
que defendiam a catedral é similar.
Contra a vontade do pároco Pe. Alberto Barros, cerca de 100 pessoas se posicionaram nas escadarias da catedral para rezar o terço e impedir a depredação da igreja. Pe. Barros tentou em vão evitar a presença dos católicos pedindo para que se retirassem porque, segundo sua visão, a presença deles "constituía uma provocação".

O sacerdote, fazendo papel do mau pastor que agrada o lobo e bate em suas ovelhas, disse à imprensa que aqueles heróis que defendiam a catedral eram "católicos extremistas" que "não são grupos católicos, são grupos ideologizados com um verniz católico, porque isto não é o evangelho" e que o grupo de mulheres que agrediram os fiéis "não eram representativas da multidão que participava do encontro".

Vejam abaixo a entrevista que o Pe. Alberto Barros concedeu à TVA dias antes e suas perspectivas de "diálogo" com as feministas embora critique os extremismos que "alguns grupos minoritários" praticaram contra as catedrais das cidades anteriores que sediaram o Encontro Nacional de Mulheres. Mas também criticou os "católicos fundamentalistas" que, na opinião dele, se colocam "no mesmo nível das feministas" por tentar defender a igreja.


Agora vejam qual foi a atitude dos "católicos extremistas" que o Pe. Barros vê como similar a das feministas.


São Paulo, terça-feira, 18 de setembro de 2012

Profecia de São Orione: o feminismo desmoronará a sociedade, mais do que desmoronou na Rússia pelo bolchevismo

Autor: Unknown   |   10:53   2 comentários



A propósito da legalização total do aborto previsto no  anteprojeto de reforma do Código Penal brasileiro, o site Vatican Insider, em 13 de setembro último, entrevistou D. Flavio Peloso, diretor geral da "Obra Dom Orione".

O entrevistado reproduz texto – profecia -- de D. Orione (*) [figura acima] sobre a decadência da família.
Nos anos 20, ele (D. Orione) escreveu a respeito da nova situação social e cultural das mulheres. Nesse texto ele passou depois da questão das mulheres ao tema da família: 
“É cristão, é caridoso ocupar-se da condição da mulher, ou melhor, da família cristã – observa D. Orione. O ataque, por ora ainda latente, contra esta fortaleza social que é a família cristã, guardada e mantida pela indissolubilidade do matrimônio, prestai atenção, amanhã tornar-se-á furioso. O feminismo é uma parte importantíssima da questão social, e a nossa falha, ó católicos, é o de não tê-lo compreendido logo. Foi um grande erro. O dia em que a mulher, libertada de tudo aquilo que chamamos a sua escravidão, se tornar mãe segundo seu prazer, esposa sem marido, sem nenhum dever para quem quer que seja, nesse dia a sociedade desmoronará espantosamente para a anarquia, mais do que desmoronou na Rússia pelo bolchevismo.”

_______________
(*) Dom Luigi Orione (1872-1940), canonizado por João Paulo II em 16-5-2004.

Fonte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

São Paulo, segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Uma infernal Revolução para extirpar a memória do Antigo Regime

Autor: Paulo Roberto Campos   |   00:53   2 comentários


No post anterior [“Diz-me como falas e dir-te-ei quem és”] consideramos como cabecilhas da Revolução Francesa declararam uma verdadeira guerra contra a linguagem polida, os bons costumes e os bons modos, e introduziram uma nova linguagem igualitária e grosseira.

Hoje veremos como nesta “guerra” colaboraram — no mesmo molde do movimento feminista de nossos dias — as reivindicações do feminismo radical; os esforços de revolucionários para se obter uma ruptura dos laços familiares, abolindo hábitos tradicionais, a cortesia e o refinamento do Antigo Regime. Enfim, a implantação do trato igualitário em todas as relações sociais, entre pais e filhos, patrões e empregados, professores e alunos, homens e mulheres, superiores e inferiores etc.

Tudo isso baseado nos trechos abaixo, que selecionei do livro A HISTÓRIA DA POLIDEZ — De 1789 aos nossos dias, de Fréderic Rouvillois.

“O papel da mulher na Revolução Francesa é demasiado complexo para ser evocado em algumas linhas. O que se pode salientar é que as principais 'heroínas' da Revolução, como Olympe de Gouges ou Théroigne de Méricourt, reivindicam, pela palavra e pela ação, uma estrita igualdade de sexos.

Em sua Declaração dos direitos da mulher, datada de 1791, Olympe de Gouges [gravura à esquerda] proclama: ‘A mulher é livre e igual ao homem em direitos’, ‘o princípio de toda soberania reside essencialmente na Nação, que não é senão a reunião da mulher e do homem’, e se ‘tem o direito de subir ao cadafalso, a mulher deve ter igualmente o de subir à tribuna’.(1)
Já Théroigne de Méricourt [miniatura à direita] fundou em 1790 o Clube dos Amigos da Lei, no qual as mulheres, como os homens, têm o direito de voto, e em 1792 recebeu uma coroa cívica por sua participação ativa na insurreição de 10 de agosto. Nada de diferenças, nada de hierarquias: a nova mulher não pretende mais situar-se, com o homem, na relação clássica de sedução e proteção, que o século XVIII tinha levado ao paroxismo. Daí uma completa subversão dos códigos em vigor. [...]

“Daí por diante, em virtude do igualitarismo republicano, a mulher que assim o deseje pode decidir sobre seu destino matrimonial e dotar comportamentos e maneiras dificilmente concebíveis sob o império dos costumes antigos.
Ideia análoga encontra-se nos modelos de cartas de divórcio — sendo que [na França] o divórcio por consentimento mútuo foi reconhecido por lei em 20 de setembro de 1792 — propostos então pelo Secretário dos republicanos: ‘Nós nos casamos sem sermos amantes. Tal união não pode perdurar, num tempo de liberdade, nesse tempo que durará para sempre. É a forma de nos concedermos reciprocamente a liberdade’, escreve o marido. ‘Cidadão’, responde a esposa, ‘eu aceito a proposta que me fazes’.(2)

Revolução Francesa: ruptura com os laços familiares

“No que diz respeito às relações entre pais e filhos, deparamos com outra espécie de figura. De um lado, com efeito, alguns dos mais duros atores da Revolução, sans-culottes, enfurecidos etc. se deixam docilmente seduzir por um discurso utópico, em larga medida precursor dos totalitarismos por vir, que implica um relaxamento, senão uma ruptura absoluta dos laços familiares. Para os mais extremados, a criança pertence à República e não mais a seus progenitores, desde a idade de 5 anos, quando não desde o nascimento.

Na ordem social concebida de acordo com os princípios, assim se explicará, alguns decênios mais tarde, Buonarotti [Filippo Giuseppe Maria Ludovico Buonarotti — mais conhecido como Buonarroti (quadro ao lado)] que é então adjunto do comunista Babeuf: ‘A pátria se apodera do indivíduo ao nascer, para não abandoná-lo senão ao morrer’.(3) Neste caso o amor fraterno será substituído pelo respeito filial, e a hierarquia pela liberdade.

Sem ir tão longe, o relaxamento dos laços familiares pode se traduzir em contestação da autoridade paterna — que a opinião pública, é verdade, parece pouco inclinada a aceitar. ‘Parece estanho um decreto da Comuna que não permite mais aos mestres, nem aos pais e às mães, corrigir suas crianças por meio de algum castigo corporal, o que, afirma-se, é a causa de as crianças terem-se tornado tão travessas’.(4)

Supressão das festividades e saudações tradicionais
Porque mesmo aqueles que sonham com isso projetam suas esperanças num futuro distante; enquanto aguardam, o respeito devido aos pais deve subsistir, ainda que se exprima, daí por diante, de um modo simplificado, dessacralizado e racionalizado: ‘Não estamos mais no tempo do cerimonial’, esclarece o autor do Secretário dos republicanos, que lembra não ser mais necessário enviar aos pais voto de feliz ano novo, ‘esse tipo de carta ridícula e bizarra’, de que a polidez antiga fazia questão cerrada.

‘Eu não acredito’, escreve então um filho a seu pai, ‘que tu te irrites por não receber esses votos [...]. É um costume que o republicano deve abolir. As obras de um pai são [apreciáveis] de outra maneira; não há um dia marcado para lhe testemunhar o reconhecimento que, num filho, deve ser continuo...’. E o pai contra-argumenta, em resposta: ‘Quanta hipocrisia! Que falsos beijinhos. É preciso que o vício não tenha subterfúgios, e que a virtude dispense convenções’.(5) [...]

“Proclamada a República, a celebração do Dia de Ano é proibida: ‘Morte a quem faça visitas!’, comentam os Goncourt [os irmãos Edmond e Jules de Goncourt (desenho ao lado), conhecidos como “historiadores patrióticos”)], ‘Morte a quem ouse distribuir cumprimentos! E os governantes, nesse dia, vão abrir todas as cartas no correio, para se assegurarem de que todos esqueceram o calendário gregoriano e os votos de boas-festas’.(6) 

Os que celebram o Dia do Ano passam a ser suspeitos, como registra um agente secreto do ministro do Interior, num relatório de 31 de dezembro de 1793: ‘O Antigo Regime ainda não foi suprimido dos corações. Vê-se por toda Paris três quartos de cidadãos apressados em desejar um bom ano’.(7) Na manhã seguinte, outro espião, Rolin, confirma em seu relatório: ‘Os antigos preconceitos podiam bem desaparecer. Observou-se que, não obstante, o ano [republicano] já tenha cumprido uma estação, muitos cidadãos consideram que esteja começando hoje. As visitas se deram, como de costume; até nas ruas foram ouvidos cidadãos se desejando um bom ano’ — o que constitui uma afronta, e uma informação que merece ser transmitida ao ministro. ‘É preciso tempo’, conclui, Rolin, ‘para esquecer os preconceitos, os hábitos contraídos ao nascer’.(8) [...] 

Acima de tudo, ‘os novos costumes’, como diz Robespierre, devem substituir os hábitos, manifestações repreensíveis de uma polidez decididamente suspeita e de um ‘aprumo’ intrinsecamente aristocrático.

Igualitarismo em todas as categorias, inclusive nas Forças Armadas

A realidade, com efeito, parece mais difícil de se impor nas relações hierárquicas. Aqui, a antipolidez revolucionária, no contrapé das maneiras antigas, se prende a uma tentativa de neutralização, de nivelamento das diferenças.
A questão, como se verá mais adiante, ocupará extensamente no século XIX todos os autores de tratados de savoir-vivre. Numa nota algo preciosa, o autor do Secretário dos republicanos esclarece que, doravante, ‘devem chamar-se homens e mulheres de confiança àqueles [empregados domésticos] que o destino ordenou servir a seus iguais. Essa expressão não é insultuosa como lacaio ou doméstico’.(9)

É essa mesma igualdade que os sans-culottes parisienses, último reduto do extremismo revolucionário, tentam impor às forças armadas: não vem ao caso que aí tenham sobrevivido a velha etiqueta e o protocolo antigo, que manifestam as mesmas desigualdades, as mesmas diferenças das regras da polidez. No dia 25 de novembro de 1792, com base em proposta da seção de Halles, a assembleia da Sociedade Fraternal do Homem em armas decreta não admitir, nessa matéria, ‘nenhuma distinção senão as indispensáveis ao comando’.
Restabelecer as distinções conduziria de fato a ‘destruir a unidade de ação do serviço e os princípios da igualdade e fraternidade’.(10) Quanto a Hébert, este cede a palavra a um simples soldado, que se pergunta: por que os generais e os oficiais ‘se cobrem de galões de ouro? Republicanos devem se distinguir pelos belos uniformes? Se somos todos iguais, é preciso acabar com a aristocracia dos uniformes, sobretudo no exército’”.(11)____________ 
Notas: 
1. O. de Gouges, Oeuvres, Mercure de France, 1986, p. 101.
2. Secrétaire des républicains, ou Nouveaux modèles des lettres sur diferentes sujets, Barba, 1793, pp. 89, 91. 
3. Ph. Buonarotti, Conspiration pour l´égalité, Éditions sociais, 1957, t. 1, pp. 204, 164. 
4. Citado por P. Caron, Paris pendant la Terreur, op. cit., t. III, p. 363. 
5. Secrétaire des républicains, op. cit. pp. 72, 10-12. 
6. E. et J. Goncourt, Histoire de la société française pendant de Directoire, Charpentier, nova edição, 1898, p. 196. 
7. P. Caron, Paris pendant la Terreur, op. cit., t. II, p. 101. 
8. Ibid., p. 125; também no relatório Dugas, de 2 de janeiro, p. 135. 
9. Secrétaire des républicains, op. cit. p. 85. 
10. Citado por A. Soboul, Les Sans-Culottes parisiens en l´an II, op. cit., p. 658. 11. Le Père Duschene, nº 311.
11. Le Père Duschene, nº 311.

São Paulo, quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Vídeo: Ecologia, palavra talismã

Autor: Unknown   |   13:44   Seja o primeiro a comentar

O que ecologismo, sustentabilidade, feminismo, aborto, controle populacional, etc. têm em comum?

Para responder a essa pergunta, no Clube Homs de São Paulo, no dia 22 de junho, teve lugar o Painel:

“RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20 – Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável” com a presença de numeroso público.

Os palestrantes foram o PhD em Meteorologia, Luiz Carlos Molion, professor de Climatologia e Mudanças Climáticas da Universidade Federal de Alagoas, que desenvolveu o tema “Mudanças climáticas: realidade ou mito”; Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca, analista político do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – IPCO; e Dom Bertrand de Orleans e Bragança, príncipe imperial do Brasil e coordenador da campanha Paz no Campo.

No vídeo abaixo assista à conferência proferida por José Carlos Sepúlveda da Fonseca do blog Radar da Mídia. Ele analisa o evento Rio+20 à luz do pensamento e das teorias de ação de Plinio Corrêa de Oliveira.

São Paulo, terça-feira, 14 de agosto de 2012

“Chega de igualdade! Mulher não dá para ser soldado!” – diz capitã dos Marines

Autor: Luis Dufaur   |   13:35   Seja o primeiro a comentar

Katie Petronio: Chega disso! Nós não fomos criados todos iguais”
“Chega disso! Nós não fomos
criados todos iguais”
“Mulher nunca deveria ser soldado de infantaria”, escreveu a capitã dos Marines Katie Petrônio na revista “Marine Corps Gazette”, segundo informou a agência LifeSiteNews.

No artigo intitulado “Chega disso! Nós não fomos criados todos iguais”, a capitã defende que a anatomia feminina não é capaz de resistir às asperezas de uma longa carreira militar que envolve operações de infantaria.

Ela adverte que os Fuzileiros Navais (Marines) vão sofrer “um aumento colossal no número de mulheres incapacitadas e obrigadas a concluir sua carreira por causas médicas”.

Katie Petronio se baseia na experiência pessoal, adquirida em situação de combate. Esta acabou lhe causando sérios danos físicos, malgrado um promissor começo na elite da oficialidade da arma.

A capitã escreveu que “preenchia todas as condições” para ser uma mulher-soldado ideal quando começou a carreira. “Eu era uma estrela no hóquei sobre gelo no Bowdoin College, pequena escola de elite em Maine, com um título em Direito e Administração”.

Katie Petronio: “Cinco anos depois, eu não sou a mulher que uma vez fui”
“Cinco anos depois, eu não
sou a mulher que uma vez fui”
Ela também tirou resultados “de longe acima da média em todos os testes físicos de capacidade para mulheres”, embora não completasse todo o treino prévio.
“Cinco anos depois, eu não sou fisicamente a mulher que uma vez fui, e meus pontos de vista a respeito de a mulher ser bem sucedida numa carreira duradoura na infantaria mudaram muito”, escreveu Petronio.

“Eu posso dizer, com base na minha experiência pessoal direta no Iraque e no Afeganistão, e não é apenas uma impressão, que nós ainda não começamos a analisar e a compreender as questões específicas de saúde do gênero e os danos físicos nas mulheres por causa de contínuas operações de combate”.

Não dá para mulher aguentar o esforço que homem épode fazer
Corpo da mulher não aguenta
 o esforço que homem pode fazer
Petronio “participou em numerosas operações de combate” que por vezes duravam semanas, sofrendo stress e falta de sono.

Suas pernas começaram a se atrofiar, perdeu a mobilidade, perdeu peso, parou de produzir estrógeno e desenvolveu uma síndrome no ovário que a deixou estéril.

Ela completou seu período com bons resultados, mas percebeu que lhe seria impossível aguentar o esforço que um homem é capaz de fazer e pediu para se retirar por motivos de saúde.

Petronio manifestou sua preocupação diante da pressão dos grupos que impulsionam a integração de mulheres no corpo de infantaria.

Dinamitando árvore, foto de Katie Petronio
Dinamitando árvore,
foto de Katie Petronio
“Quem está promovendo essa agenda? Eu pessoalmente não vejo Marines femininas, recrutas ou oficiais, batendo às portas do Congresso, queixando-se de que sua impotência para servir na infantaria viola o direito à igualdade” escreve ela.

Kate diz que essa pressão está sendo aplicada pelo “pequeno comitê de civis nomeado pelo Secretário de Defesa” denominado Comitê Consultivo em Defesa para as Mulheres em Serviço (Defense Advisory Committee on Women in the Service – DACOWITS).

Embora alguns deles tenham experiência militar, nenhum de seus membros “estão no serviço ativo ou têm qualquer tipo de experiência recente em combate ou em operações relevantes sobre as realidades que eles estão tentando modificar”, observou Petronio.

São Paulo, sexta-feira, 23 de março de 2012

Cristianofobia: cartaz sacrílego de grupo feminista ultraja Nossa Senhora

Autor: Unknown   |   11:43   7 comentários

Quem viu o vídeo do post anterior, certamente notou que as menções ao rosário e a Nossa Senhora foram constantes por parte dos oradores durante a manifestação na Praça da Sé pedindo a abertura da CPI do aborto.
A explicação é simples. Um grupinho de feministas que compareceu no local tocou em fio de alta tensão quando teve a ideia de ostentar um cartaz sacrílego à Fé católica. Vejam abaixo e confiram. O curioso é que mídia que deu tanta importância a presença delas não publicou nenhuma foto com esse cartaz. Por que será?


São Paulo, sexta-feira, 16 de março de 2012

Uma voz “politicamente incorreta” fez-se ouvir no Senado

Autor: Paulo Roberto Campos   |   11:42   2 comentários


No tão badalado "Dia Internacional da Mulher" (8 de março último) houve uma audiência no Senado — na “Subcomisão permanente em defesa da mulher” — a fim de se debater "políticas para a saúde da mulher".

(Subcomissão Permanente dos Direitos da Mulher. Foto: Arthur Monteiro/Agência Senado, 8/3/2012)
De fato, não foi uma audiência para proteger as mulheres brasileiras, as mães de família e suas filhas, mas para defender espúrios interesses de organizações estrangeiras que financiam o aborto na América Latina. Para tal, servindo-se do lobby abortista e feminista.

Entretanto, uma voz feminina — mas não feminista — surpreendeu os participantes de tal audiência. Ninguém esperava. Uma senhora defendeu com autenticidade e coragem os reais interesses das famílias. Vale a pena assistir o vídeo (abaixo) com suas inesperadas palavras increpando a maioria das dirigentes, por não representarem e nem defenderem realmente a mulher brasileira, mas, sim, fundações internacionais pró-aborto.

São Paulo, quarta-feira, 14 de março de 2012

Movimento feminista defende a “masculinização” da mulher...

Autor: Paulo Roberto Campos   |   19:24   4 comentários

... algo tão aberrante quanto a “efeminização” do homem

A propósito do Dia Internacional da Mulher (uma invencionice, moderna e artificial, do movimento feminista), em meio a incontáveis baboseiras e absurdos que se publicou em quase todos os grandes jornais — inclusive de “feministas” defendendo o “direito” de executar o próprio filho (leia-se aborto) — , encontrei um artigo excelente!

(Figura ao lado: na pintura de uma mãe, na tranquilidade do lar, lendo para sua filhinha, vemos o oposto da  mulher tipo "feminista" - segundo a concepção do pseudo feminismo -, que luta para se igualar ao homem)

Certamente tal artigo foi rasgado, pisado e queimado pelas “feministas” radicais, que, no fundo, desejariam mesmo era “queimar” como “herege” a própria autora, acusando-a de ser“politicamente incorreta”. Motivo a mais para se divulgar largamente o interessantíssimo artigo, que abaixo transcrevo.

Ele é de autoria de Talyta Carvalho (uma jovem de 25 anos, filósofa especialista em renascença e mestre em ciências da religião pela PUC-SP) e foi publicado no dia 8 p.p. na “Folha de S. Paulo” em sua seção “TENDÊNCIAS/DEBATES”, que teve o seguinte leitmotiv: “O ASSUNTO É: DIA DA MULHER”.

Não devemos nada ao feminismo 
Talyta Carvalho

As feministas chamaram de libertação a saída forçada do lar para trabalhar; sua intolerância tornou constrangedor decidir ser dona de casa e cuidar dos filhos.

Na história da espécie humana, a ideia de que a mulher deveria trabalhar prevaleceu com frequência muito maior do que a ideia de que deveria ficar em casa cuidando dos filhos.

Não raro, o trabalho que cabia à mulher era árduo e de grande impacto físico. Para a mulher comum na pré-história, na Idade Média [quadro ao lado], e até o século 19, não trabalhar não era uma opção.

Uma das conquistas do sistema econômico foi que, no século 20, a produtividade havia aumentado tanto que um homem de classe média era capaz de ter um salário bom o suficiente para que sua esposa não precisasse trabalhar.

No período das grandes guerras e no entreguerras, a inflação, os altos impostos e o retorno da mulher ao mercado de trabalho (que significou um aumento da mão de obra disponível) diminuíram de tal modo a renda do homem comum que já não era mais possível que maioria das mulheres ficasse em casa.

Esse movimento forçado de saída da mulher do lar para o trabalho as feministas chamaram de libertação.

Óbvio que não está se defendendo aqui que as mulheres não possam trabalhar, não casar, não ter filhos ou que não possam agir de acordo com as suas escolhas em todos os âmbitos da vida. Não é essa a questão para as mulheres do século 21 pensarem a respeito.

O ponto da discussão é: em que medida a consequência do feminismo, para a mulher contemporânea, foi o estrangulamento da liberdade de escolha?

Explico-me. Por muito tempo, as feministas reivindicaram a posição de luta pelos direitos da mulher, exceto se esse direito for o direito de uma mulher não ser feminista.

Assumir uma posição crítica ao feminismo é hoje o equivalente a ser uma mulher que fala contra mulheres. Ilude-se quem pensa que na academia há um ambiente propício à liberdade de pensamento.

Como mulher e intelectual, posso afirmar sem pestanejar: nunca precisei "lutar" contra meus colegas para ser ouvida, muito pelo contrário. A batalha mesmo é contra as colegas mulheres, intolerantes a qualquer outra mulher que pense diferente ou que não faça da "questão de gênero" uma bandeira.

Não ser feminista é heresia imperdoável, e a herege deve ser silenciada. Até mesmo porque há muito em jogo: financiamentos, vaidades, disputas de poder, privilégios em relação aos colegas homens — que, se não concordam, são machistas e preconceituosos, claro.

Outro direito que a mulher do século 21 não tem, graças ao feminismo, é o direito de não trabalhar e escolher ficar em casa e cuidar dos filhos — recomendo, sobre a questão, os livros "Feminist Fantasies", de Phyllis Schlaffly, e "Domestic Tranquility", de F. Carolyn Graglia. Na esfera econômica, é inviável para boa parte das famílias que a esposa não trabalhe.

Na esfera social, é um constrangimento garantido quando perguntam "qual a sua ocupação?". A resposta "sou só dona de casa e mãe" já revela o alto custo sóciopsicológico de uma escolha diferente daquela que as feministas fizeram por todas as mulheres que viriam depois delas.

O erro do feminismo foi reivindicar falar por todas, quando na verdade falava apenas por algumas. De fato, casamento e maternidade não são para todas as mulheres. Mas a nova geração deve debater esses dogmas modernos sem medo de fazer perguntas difíceis.

São Paulo, terça-feira, 1 de novembro de 2011

Vídeo: Jovens protegem a catedral de Bariloche contra vandalismo de marcha feminista

Autor: Unknown   |   14:49   7 comentários

Cristianofobia, Argentina, Bariloche, Encuentro Nacional de Mujeres, Encontra Nacional de Mulheres, Catedral de Bariloche

Arruaça, vandalismo, violência e pichações são a marca tradicional do Encontro Nacional de Mulheres que se realiza todos os anos na Argentina.

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Várias pichações com teor blasfemo 
Em 2011, nos dias 8, 9 e 10 de outubro, foi a vez da cidade de San Carlos de Bariloche sofrer as depredações que ocorrem com a marcha que finaliza o encontro feminista.

A Comissão Organizadora solicitou que a marcha não passasse em frente à catedral, mas formalidades só possuem efeitos em pessoas civilizadas, e às 19h as manifestantes tomaram o rumo da igreja, no momento em que o Bispo local, Mons. Fernando Maletti, estava celebrando uma missa. As portas foram fechadas e várias pessoas se colocaram em frente à catedral para rezar o terço e impedir a depredação da igreja que, ainda assim, teve suas paredes laterais pichadas com frases como "Deus no" e outras de teor blasfemo referentes a Jesus Cristo, Nossa Senhora e a Igreja.

Segue abaixo alguns vídeos e fotos do evento:

São Paulo, quarta-feira, 25 de maio de 2011

Governo chinês controla mercado negro de adoção de crianças

Autor: Rodrigo Amorim   |   15:31   2 comentários

Não são novidade os crimes cometidos pelo estado comunista Chinês: trabalho escravo, falsificação de produtos, política do filho único, perseguição aos católicos fiéis à Roma e muitos outros.

Para se ter uma idéia da atual crueldade da ditadura chinesa, o Le Figarro (1) noticiou que “agentes do Estado estariam tirando a força crianças de seus familiares para “venderem” ilegamente a famílias estrangeiras desejosas de adotar.” (11/5/2010)

São Paulo, domingo, 7 de novembro de 2010

Manifestação pró-morte em Paris. Católicos agredidos e depois... presos

Autor: Unknown   |   23:48   6 comentários

Na tarde de sábado último, um negro cortejo percorreu as ruas de Paris em pról do "direito" de abortar. Eram feministas idosas, ativistas homossexuais, militantes libertários e extremistas de esquerda que tinham atendido ao apelo de 70 associações abortistas para estarem presentes.

Ah! Não podemos esquecer da mídia, ela estava lá e entrou na cerimônia como acólito incensando o número de participantes informado pelos organizadores, sem levantar a menor dúvida. Por exemplo, a AFP disse que havia 5.000 manifestantes, quando a polícia local calculou algo em torno de 2.700. Já blog  e-deo informa que não passava de 750. Esse dado me foi confirmado por amigos que estiveram lá.

O cortejo estranho saiu da praça da Itália em direção à Bastilha. Mas algo não estava direito. De repente, aparece na janela de um apartamento um cartaz (2,5m x 2m). O que estava escrito? Algo abominável! Vocês nem podem acreditar. As velhas feministas da marcha não podiam tolerar tal afronta contra o direito delas de se expressarem pacificamente com seus slogans obscenos - sim, muito obscenos e me recuso a sujar meu blog colocando um exemplo aqui - e também anti-clericais. Tratava-se de uma faixa que perguntava "Et le droit à la vie?" (E o direito à vida? Foto acima.)

Não dava para tolerar. Isso era uma ameaça a liberdade de expressão da marcha abortista! Quem tinha ousado tal afronta? Algo precisava ser feito. E fez-se. Um grupo de comunistas do sindicato CGT e algumas feministas invadiram o hotel, arrombaram a porta e retiraram a faixa, sem deixar, é claro, de agredirem aos dois jovens pró-vida que estavam dentro do quarto.

Pronto. Agora a justiça estava feita e a marcha podia continuar. Mas, não! O que é isso? Que empáfia, um outro pró-vida católico pegou um megafone e começou a falar sobre a verdadeira liberdade das mulheres. Sob os olhos da polícia, alguns militantes da marcha, armados de gás lacrimogêneo e pedaços de ferro (até então era uma cadeira), conseguem impedir a manifestação dos contrários (foto abaixo).

Opa! Quem vem lá? A polícia entra em cena, cessa a bagunça e prende... três pró-vida. Nenhum dos agressores foi ao menos atuado.

Apesar do aborto ser liberado na França, as feministas reclamavam da dificuldade de levar a cabo um pedido de matar o bebê, principalmente por causa que os médicos se negavam a transformar em açougue o local onde lutam diariamente para salvar vidas. É o direito à "objeção de consciência" posto em xeque.

Segue abaixo outras fotos (extraídas do site do Le Monde, exceto a última):

São Paulo, quinta-feira, 28 de outubro de 2010

"Onda conservadora" - A força do Brasil real

Autor: Unknown   |   18:01   2 comentários

Hoje a Folha de São Paulo publicou uma matéria importante (aqui) que mostra como as reações sadias da nação podem colocar contra a parede e fazer recuar as forças revolucionárias em seus anseios anti-cristãos.

A "onda conservadora", conforme linguagem da feminista Rose Marie Muraro, tirou espaço no atual debate eleitoral da defesa intransigente da liberação do aborto. As feministas consideram que não é hora para o assunto e apoiam o "recuo", que julgo meramente retórico, de Dilma em relação ao tema.

Maria Laura Pinheiro, ex-secretária-adjunta da Secretaria de Políticas para as Mulheres e coordenadora da comissão tripartite que fez o projeto de lei, em 2005, da descriminalização do aborto, afirma que em período eleitoral esse assunto só é levantado por "quem quer queimar o movimento feminista". Deixando claro, com isso, que o eleitorado brasileiro não apóia essa bandeira feminista e que as iniciativas de projetos de lei para liberar o aborto são feitas sem respaldo popular.

A afirmação de Laura Pinheiro também nos revela que quanto mais silêncio sobre o assunto, tanto melhor para a causa abortista. É por isso que o "recuo" de Dilma as favorece, pois visa tentar tirar o tema do debate nacional nesse período de eleição.

Tática do "recuo" de Dilma explicado pelas feministas

A palavra recuo fica muito bem entre aspas, pois se trata mais de uma tergiversação do tema, uma mudança de foco e não de opinião.

Para Maria Lucia da Silveira, socióloga e militante da Marcha Mundial de Mulheres, pelo menos Dilma trata o aborto como questão de "saúde pública". "O correto é dizer sou contrário à criminalização. E é o que ela está falando", diz. 

Para Suely de Oliveira, colaboradora do programa de Dilma, cabe ao Congresso a discussão do tema. Dilma, por outro lado, como potencial gestora, deveria focar no atendimento a quem aborta.

O recuo, nesse caso, é uma mudança retórica para confundir o eleitor, mas assim só o fizeram porque se viram obrigados pela pressão da "onda conservadora".

O maior perigo para o Brasil: Congelar a onda

Conforme disse Rose Marie à Folha sobre a - controvertida - volta atrás da candidata petista: "entendo e faria a mesma coisa. Há oito anos [de governo] para isso, ou quatro que seja. Não é o fim do mundo".

A tentativa das feministas será em vão, sim, até o fim do mundo se não baixarmos a guarda. Como bem alertou Edmund Burke: "Para o triunfo do mal, basta que os bons não façam nada." A onda, por maior que seja, quando congelada, de nada é capaz. "Vigiai e orai" (Mt, 26, 41), que o Brasil não esqueça desse valioso conselho do Divino Mestre.

São Paulo, segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Quando a despenalização vira direito – O caso da Colômbia: caça aos anti-abortistas

Autor: Unknown   |   21:52   12 comentários

Transcrito no site Nascer é um Direito

A Corte Constitucional da Colômbia, em 2006, despenalizou a prática do aborto em casos de estupro, riscos à saúde da mulher e de crianças com anencefalia. Para gestantes menores de idade, ficou apenas como obstáculo a necessidade de uma “permissão judicial”.

Tal despenalização foi logo entendida como um direito. E a corte passou a exigir, em 2009, que os Ministérios da Educação e Proteção Social promovessem programas educacionais para expor os assim chamados “direitos sexuais e reprodutivos”.

A sentença solicitou que se assegurasse que todas as entidades prestadoras de serviços de saúde “respeitem o direito das mulheres a abortar”. E aboliram a necessidade da “permissão judicial” para a prática do aborto em menores devido ao de fato de vários juízes, alegando o direito à objeção de consciência, se negarem outorgá-lo.

A Corte também buscou cercear o direito à objeção de Consciência nos centros médicos ao mandar o Tribunal Nacional de Ética Médica abrir investigações nos casos em que a realização do aborto seja negada.

Tais medidas foram tomadas por pressão da ONU que em 2007 pediu à representação colombiana para que liberalize ainda mais o aborto e desenvolva campanhas favoráveis a tal prática; enfim, uma maior aplicação do protocolo da “Convenção para a Eliminação de toda forma de Discriminação contra a Mulher” (CEDAW). (Cfr. Rádio Vaticano, 3/2/2007).

Despenalização e direito
 
Como bem observou Justo Aznar, diretor do Observatório de Bioética da Universidade Católica de Valência San Vicente Mártir, em entrevista à Zenit, “não é a mesma coisa descriminalizar um delito e exercer um direito”, pois, “tudo que é legal também é moral”. E a conseqüência disso, alerta Aznar, é que “certamente será ampliada no nosso país a ideia de que o aborto é um ato moralmente aceitável”.

Transformar tal prática em um direito é a meta do movimento pró-aborto. Primeiro os abortistas costumam sensibilizar as pessoas dizendo que também são contra o aborto, mas que a penalidade legislativa imposta não ajuda em nada, apenas coloca as mulheres na ilegalidade e dificulta qualquer possível ajuda às mesmas. “Ninguém é favorável ao aborto”, dizem eles.

Mas é só despenalizar o aborto que o discurso muda, passando, então, a ser abordado como um direito da mulher. Como se bastasse o roubo de carteiras ser despenalizado para se transformar em um direito dos trombadinhas.

Aquilo que era defendido como um mal menor, transforma-se em uma necessidade ontológica feminina de direito natural que deve ser reconhecida por todas as constituições e, muito além disso, por todas as consciências.

Considerando o aborto um “direito sexual e reprodutivo” que uma mulher pode praticar livremente sem coerção externa em nenhum sentido, compreende-se a guerra que o movimento pró-aborto desenvolve no mundo inteiro contra a objeção de consciência.

É o caso do Dr. Germán Arango Rojas que perdeu, em 2008, o direito de exercer a medicina após se negar a realizar um aborto em uma menor de idade, a pedido dos pais. A penalidade foi imposta pelo Tribunal de Ética Médica Nacional ao médico colombiano que, sem direito à defesa, foi ainda obrigado a indenizar a menor.

Liberdade para o homem enquanto "revolucionário"
 
E assim a inversão de valores do mundo atual chega ao seu extremo colocando na ilegalidade os que lutam pela vida indefesa.

Em seu livro Revolução e Contra-Revolução, o professor Plinio Corrêa de Oliveira expõe com precisão essa característica do liberalismo moral mais exacerbado:

“Percebe-se que o liberalismo pouco se importa com a liberdade para o bem. Só lhe interessa a liberdade para o mal. Quando no poder, ele facilmente, e até alegremente, tolhe ao bem a liberdade, em toda a medida do possível. Mas protege, favorece, prestigia, de muitas maneiras, a liberdade para o mal. No que se mostra oposto à civilização católica, que dá ao bem todo o apoio e toda a liberdade, e cerceia quanto possível o mal.

“Ora, essa liberdade para o mal é precisamente a liberdade para o homem enquanto ‘revolucionário’ em seu interior.” (Parte I, Cap VII, pág 68, Art Press, 1998)

São Paulo, segunda-feira, 26 de abril de 2010

Itália: Protesto em Piemonte contra o Tratado pela Vida e Família

Autor: Unknown   |   21:34   3 comentários

 Massimo Introvigne assina o Tratado pela Vida e Família junto com Roberto Cota (Fev, 2010)

No dia 24 de abril, comunistas, feministas, homossexuais e congêneres sairam às ruas de Piemonte para se manifestar contra o Tratado pela Vida e Família que o atual governador da região Roberto Cota assinou, por iniciativa da associação Aliança Católica, enquanto ainda candidato.

No tratado, o político se compromete, entre outros pontos, a lutar contra o aborto e a pílula abortiva RU-486, reconheçe o direito à vida desde a concepção até a morte natural, defende a família como célula fundamental da sociedade e rejeita o "casamento" homossexual.

Fazendo jus ao que firmara, o recém-eleito Roberto Cota proibiu a distribuição da assim chamada "pílula [abortiva] do dia seguinte", RU-486, nos hospitais de Piemonte. De acordo com a lei italiana, o uso dessa droga abortiva é restrito aos meios hospitalares.

Tal medida fez entrar em erupção o vulcão revolucionário. Os baderneiros queimaram em uma praça pública de Turin, capital da região, uma faixa que representava o tratado... nada mais prestigioso, diga-se de passagem.

Massimo Introvigne me indicou o vídeo abaixo em que aparece a cena.

São Paulo, quarta-feira, 21 de abril de 2010

Objetivos de Gisele Bündchen: ser uma boa mãe, ter muitos filhos e tempo para se dedicar a família

Autor: Unknown   |   23:16   8 comentários

Em 2007, a modelo brasileira Gisele Bündchen declarou ao jornal Folha de São Paulo que, durante a gravidez, até o quarto mês de gestação "não existe quase nada. É como um grãozinho. Portanto, acho que a mulher deve ter direito de decidir o que é melhor".

Em outras entrevistas, Gisele também atacou as posições da moral católica relativas a proibição do uso de preservativo e de anticoncepcionais. Segundo ela, essas ideias representam um perigo para os tempos atuais.

Tais posições defendidas pela modelo deixaram as feministas mais encardidamente revolucionárias muito contentes. Afinal era um ícone publicitário. E, enquanto tal, sua voz chega muito mais facilmente aos ouvidos das pessoas.

Mas a alegria dos movimentos feministas foi substituido recentemente por um silêncio desconcertante. Gisele se casou no ano passado e teve seu primeiro filho... e já pensa em ter outros.

Em entrevista para a mídia americana, Gisele Bündchen disse que as prioridades de sua vida mudaram. Ela quer ter mais tempo para seu filho e aumentar sua família sem se importar com as consequências disso em sua carreira.
Quero ter muitos filhos. Não importa se o meu corpo vai mudar. É a coisa mais maravilhosa. Tudo que eu quero na vida é ser uma boa mãe. (Cfr.: Veja, 20/4/2010)

Uma pergunta poderia ser feita. Será que ela concorda com a alegação de que seu filho foi "quase nada" "como um grãozinho" que poderia ter sido descartado?

Independente da resposta, os objetivos atuais de Gisele não são nem um pouco politicamente corretos.

Espero que assim como o mau exemplo dela ganhou publicidade influenciando pessimamente a vida de milhares de suas fãs, que agora também essas afirmações maternas possam refletir positivamente na sociedade para rever as tais "conquistas feministas".

São Paulo, sexta-feira, 26 de março de 2010

Outdoor na Polônia relaciona aborto com Hitler

Autor: Unknown   |   23:01   4 comentários


O PNDH 3 do governo Lula apoia a legalização total do aborto no Brasil como se isso fosse "moderno", sinal de "progresso", mas assim não pensam os poloneses, cuja temática é bem velha e lembra sistemas autoritários e antinaturais.

A associação Fundacja Pro publicou, no início deste mês, na cidade de Poznan, um outdoor com a foto de Hitler ao lado de fetos abortados

Cumpre lembrar que depois da Rússia, em 1924, subjugada pelo regime comunista, a Alemanha, sob o nazismo, em 1935, foi o segundo país do mundo a legalizar o aborto. Tal prática foi imposta na Polônia em 1943 a mando de Hitler.

Os militantes pró-aborto não gostaram nada da campanha, pois os movimentos feministas – como inclusive eu ouvi em nosso [será mesmo nosso?] Congresso Nacional em uma audiência pública sobre o aborto – usavam o termo “nazista” para caracterizar quem fosse contrário ao assassinato de inocentes.

Agora que o argumento mudou de lado, Dr. Pawel Lukow, por exemplo, segundo informa Gazeta Wyborcza (8/3/2010), acha que essa campanha “é uma provocação”, “não é um argumento que faz os outros pensarem”, “um insulto contra o inimigo ideológico ou a pessoas que têm opinião diferente”.

O jornal polonês menciona ainda que o Procurador Distrital não recebeu nenhuma reclamação e que os organizadores pensam em continuar com a manifestação.

São Paulo, sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Não acredito em bruxas...

Autor: Unknown   |   00:57   4 comentários

... mas que elas existem, existem!

Em outubro, realizou-se na cidade de Tucumán, Argentina, o 24º Encuentro Nacional de Mujeres que, como aconteceu em suas versões anteriores, terminou com uma marcha pacífica pela cidade - sim, estou sendo irônico.

No texto de convocação encontra-se entre as bandeiras defendidas pelas feministas, como não podia deixar de ser, " los derechos sexuales y reproductivos" e "la despenalización y legalización del aborto".

Ainda na redação, elas afirmam que uma das notas desses encontros é a democracia. Bem entendido, democracia é aceitar o que elas querem, qualquer oposição é sinal de ditadura. Não aceitam nem mesmo a oposição daqueles que heroicamente rezam o terço e se interpõe entre a marcha e a Igreja para evitar pichações e atos de vandalismos contra o templo.

Veja o vídeo (até mesmo para entender o título do artigo) e algumas fotos da pacífica marcha:


Foi tão pacífica a manifestação que este opositor dormiu durante marcha, seu sono continuou no Hospital:


Em nenhum momento houve qualquer provocação por parte das manifestantes:



Elas roubaram um rosário dos opositores e, depois de fazerem coisas indescritíveis, o destroçaram num sinal de respeito a opinião alheia:

 

Nem os policiais escaparam das consequências pacíficas da marcha democrática:

 

Abaixo vê-se qual é a maneira democrática com que as participantes da marcha trataram quem a elas se opuseram: cuspiram no rosto.


Outra manifestação democrática e pacífica: pichar nas roupas dos opositores e desenhar bigodes no rosto deles:


Isso tudo porque esses jovens opositores baderneiros atrapalharam a marcha recitando em voz alta as orações do Rosário e impediram a democrática depredação da Catedral.