Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
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São Paulo, quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Qual foi a razão das navegações portuguesas?

Autor: Unknown   |   18:12   3 comentários

Holy War, Nigel Cliff, História, Navegações portuguesas, Vasco da Gama

Responda rápido. Vasco da Gama recebeu ordens do rei de Portugal para achar o caminho para as Índias. Qual era o objetivo da missão?

A) Inserir Portugal no comércio de especiarias;

B) destruir o poderio comercial e marítimo do Islã;

C) selar uma aliança com um lendário monarca cristão do Oriente e reconquistar Jerusalém;

D) todas as anteriores, com prioridade para “B” e “C”?

Se você foi um bom aluno de escola pública e decorou os livros do MEC, então certamente você errou.

São Paulo, quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Para ONG, não há diferença ontológica entre pessoas e animais

Autor: Unknown   |   14:56   4 comentários

A ONG ASSOCIAÇÃO ANIMAL, uma organização não-governamental de “defesa dos direitos fundamentais dos animais não-humanos”, está chocada com o bom senso.

Em uma entrevista ao semanário Sol, o deputado português Paulo Rangel (PSD) criticou o direito dos animais e a tentativa de os igualarem aos seres-humanos.

No blog da ONG, está escrito que o parlamentar revelou uma visão “medieval” e “um assustador trogloditismo pré-científico, racionalmente oco, socialmente atávico e politicamente irresponsável”.

Até mesmo a afirmação de que há uma separação ontológica entre os animais e as pessoas não deixou de receber os protestos caducos da tal ONG.

Segue algumas frases de Paulo Rangel, tão conexas com a realidade, que escandalizaram a ONG:
- “Não faz sentido haver um Dia do Cão.”

- “Também não [faz sentido haver um Dia dos Animais]”.

- “Um cão nunca deixa de ser um cão. Trocaria a vida do meu cão pela vida de qualquer pessoa em qualquer lado do mundo, mesmo não a conhecendo. Uma pessoa vale sempre mais do que um animal.”

- “Os animais merecem protecção mas não são titulares de direitos.”
- “Não são eles que têm esse direito [de ser bem tratados e protegidos]. Nós é que temos essa obrigação.”

- “Para mim essa é uma concepção errada [a de que os animais devem ter direitos]. Acho que só as pessoas devem ser titulares de direitos.”

- “Os animais [também sofrem], mas não sofrem como nós.”

- “A caça ou as touradas, enquanto tradições com determinadas características e determinados limites, são toleráveis. Fazem parte da Cultura.”

- “Muitas tradições não acabaram e estas [caça e touradas] são daquelas que para mim não devem acabar.”

- “Faço uma separação ontológica entre as pessoas e os animais.”

- “Num contexto cultural devidamente integrado, certas tradições [como a caça e as touradas] – ainda que possam chocar algumas pessoas – são admissíveis. É a minha posição.”

- “Não sou contra [a exibição de touradas na RTP].”

- “Desde que devidamente contextualizado [a transmissão de touradas pela RTP, televisão do Estado, expondo as crianças à violência contra os animais], não vejo nisso qualquer problema.”

- “A menos que esteja em causa a extinção de espécies, não acho mal [utilização de peles para confecção de vestuário].”

- “A dignidade humana é um valor superior ao da dignidade dos animais. O Homem é ontologicamente diferente dos restantes animais.”

Após apresentada esta relação dos depoimentos “chocantes” do deputado, a ONG pergunta: “Como é possível alguém poder pensar desta maneira nos dias de hoje?

O Blog oficial da Associação Animal conclama seus aderentes a enviarem e-mails de protestos para o deputado.

Já o Blog “O Povo”, em oposição à ONG, pede “a todos os humanos que se reconhecem ontologicamente diferentes dos outros animais, que também se manifestem, enviando um e-mail de apoio ao bom senso de Paulo Rangel para os seguintes endereços: psd@psd.pt e gp_psd@psd.parlamento.pt"

São Paulo, sexta-feira, 13 de junho de 2008

Requiem ao Tratado [imoral] de Lisboa

Autor: Unknown   |   14:12   Seja o primeiro a comentar

Segundo informa o jornal francês Le Point, a Irlanda disse "Não" ao Tratado de Lisboa - camuflagem da já recusada Constituição Européia.

Em referendo ocorrido ontem, 53,4% dos votantes rejeitaram o tratado que, para vigorar, necessitava da ratificação de todos os países membros da União Européia.

Conforme as cifras oficiais do governo, compareceram às urnas 53,13% dos eleitores.

São Paulo, segunda-feira, 23 de abril de 2007

Dados sobre o referendo de Portugal

Autor: Unknown   |   22:28   1 comentário

No dia 11 de fevereiro, ocorreu em Portugal um referendo sobre o aborto. Muito já se noticiou sobre ele, apenas coloco aqui neste espaço alguns dados que me parecem - na melhor das hipóteses - desconhecidos por alguns intelectuais, jornalistas e - quiça - religiosos favoráveis a "matança dos inocentes".

- Dos 8.832.628 eleitores inscritos, apenas 3.851.613 (43,61%) votaram.

- A abstenção somou 56,39% (4.981.015), fazendo com que o referendo não tivesse efeito vinculativo.

- Dos que votaram (apenas 43,61% dos eleitores): 59,25% o fizeram no SIM e 40,75% no NÃO.

- Os 2.238.053 que optaram pelo SIM representam apenas 25,34% de todo o eleitorado.

- Desta minoria, muitos terão votado a favor da prática do aborto livre. Mas muitos também terão sido embalados pelas enganosas promessas de campanha, algumas das quais prometiam até a diminuição desta prática.

- Assim é fácil perceber que faltava completamente legitimidade ao primeiro ministro socialista para levar adiante qualquer alteração da lei de liberalização do aborto.

Como explicar, em um ambiente público profundamente dividido, que só 43,61% dos eleitores tenham acorrido às urnas? Seria essa alta abstenção fruto do desinteresse, ou até mesmo da indiferença?
Em entrevista à agência católica de notícias, Zenit, o diretor de campanha de Ação Família afirmou a esse propósito:

“Há, é claro, uma parcela de pessoas alheadas do processo político, seja por desinteresse, seja por falta de formação. 

“Uma outra parcela dos abstencionistas é composta de pessoas que ficaram confusas com as idas e vindas do debate que, ao tentar ocultar o que realmente estava em causa, muitas vezes mais confundiu do que esclareceu.

“Por fim, uma parcela ponderável dos que se abstiveram fê-lo por demonstrar incômodo ou até oposição aberta a que o direito à vida fosse levado a referendo. Entre estes últimos, estou convencido de que muitos terão sido cristãos. E esta oposição surda é um dos fatores que retira legitimidade à fraca vitória do SIM”.