Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
São Paulo, domingo, 8 de outubro de 2006

Eleições equatorianas e tentação "chavista"

Autor: Edson Oliveira   |   11:58   Seja o primeiro a comentar

Destaque Internacional - Informes de Coyuntura - Año IX - No. 204 - Madrid, Outubro de 2006 - Responsável: Javier González.
(Resumo do editorial sobre as próximas eleições presidenciais equatorianas)
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* No Equador, o próximo 15 de outubro uma dezena de candidatos presidenciais disputará as eleições, em um ambiente político fragmentado e confuso que contribui a colocar os eleitores diante de uma perigosa tentação: a de passar à órbita do neoimperialismo "chavista", com Venezuela, Bolívia e Cuba.
* Chávez representa hoje, na América Latina, a ponta de lança do populismo demagógico, com idéias totalitárias e retrógradas com relação à economia, aos partidos políticos, aos meios de comunicação e à justiça, que promete bem-estar para o povo mas que na realidade, depois de despilfarrar os recursos provenientes do petróleo, poderá generalizar a miséria na Venezuela e nos países que caíram sob sua influência.
* De acordo co, as últimas pesquisas, nenhum candidato presidencial equatoriano conseguiu atrair a adesão de sectores majoritários do eleitorado: em números redondos, o social-democrata León Roldós teria 19% das intenções de votos, seguido do "chavista" Rafael Correa, com 14% e da social-cristã Cynthia Viteri com 12%.
* Se nenhum deles supera o 50%, uma hipótese que segundo os analistas equatorianos é a mais provável, se realizará um segundo turno no próximo 26 de novembro. Neste contexto, preocupa especialmente a possibilidade de que Rafael Correa, um discípulo declarado do presidente de Venezuela, Hugo Chávez, passe ao segundo turno e possa ser eleito presidente do Equador.
* O resultado das eleições equatorianas, na atual conjuntura latino-americana, será decisivo para impedir o acelerar do avance do populismo no continente. É esta a hora histórica providencial de nações como o Equador, pequenas fisicamente, mas capazes de ser grandes espiritualmente.
Tradução: Edson Carlos de Oliveira



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