Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
São Paulo, quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Para entender o caso Zelaya

Autor: Edson Oliveira   |   22:45   7 comentários

Bernardo Martins

Alguns verbetes para interpretar corretamente a linguagem da mídia-esquerdista sobre o caso Zelaya:

Golpe de estado: quando se derruba um líder esquerdista;

Reação popular contra a opressão: quando se derruba um líder 'plûtot' conservador, ou pelo menos que não faça o jogo da esquerda;

Movimento social: revolução armada para tomar o poder;

Conspiração da elite: reação popular contra a esquerda;

Democracia: as bandeiras da esquerda;

Ditadura, autocracia: as bandeiras anti-esquerda;

Povo: revolucionários ligados ao partidão ou aos movimentos sociais (vide acima: Movimento Social);

Elite podre: qualquer um, mesmo que pobre, que se opõe à esquerda;

Massa de manobra: gente honesta e trabalhadora que não vota na esquerda (vide também: Elite podre);

Povo consciente: vide: Povo;

7 comentários:

Ah, quanto mais do mesmo, hein?

Conservadores sempre defendendo golpes que derrubam líderes que iriam realizar mudanças sociais.

Conservadores sempre a favor da desiguladade, das oligarquias, da exploração e de tudo que oprime a alma e o corpo do povo.

Dsse dicionariozinho seu é uma reação patética. Afirmar sem argumentar é moda entre conservadores, né não? Vide a bíblia, por exemplo... desde aquela época já escreviam nonsense.

Ah, e pra não esquecer:

Deus não existe e a propriedade é um roubo.

Abraço.

Engraçado, o comentário acima se encaixa perfeitamente nas definições do dicionário. Especialmente no que diz respeito ao termo "Golpe de Estado".

Está cada vez mais evidente que Zelaya é quem tentou aplicar um golpe de Estado infringindo a constituição para se perpetuar no poder.

Parabéns pelo artigo Bernardo!

Deus existe e se a propriedade é um roubo você vai para cana conosco seu burguesinho.

Nossa, você não pode acreditar em como estou surpreso. Um comentário meu foi aceito! Nada como afrouxar a censura de vez em quando, né não? Assim dá uma de defensor da liberdade de expressão.

Caro Sidney, gostaria de lhe recomendar que falasse apenas do que sabe. O bom é atacar as idéias, e não a pessoa que emite elas. Qualquer um com um mínimo de noção perceberá a falácia ad hominem.

Quanto a reiteração da eficácia do dicionário, é preciso dizer que esse é o tipo de artigo 'coringa'. É só substituir umas coisinhas, trocar outras de lugar e se tem um artigo de esquerda. Ou seja, vazio de argumentos e pleno de afirmações arbitrárias.

Abraço.

"Nossa, você não pode acreditar em como estou surpreso. Um comentário meu foi aceito! Nada como afrouxar a censura de vez em quando, né não?"

Isso depende do pé com que eu levanto de manhã.

Nos termos que eu aceitei quando o blogger me disponibilizou este espaço não constava uma obrigação de publicar tudo o que escrevem sobre meus posts, se acha ruim isso reclame com eles.

Detalhe: quando eu vi seus comentários (num total de oito, acho) eu deletei todos quando li que você escreveu algo assim num deles: "sabia que não ia aceitar meus comentários, etc, blá blá blá".

Comentários jocosos têm rumo certo.

Se quiser, faça seu blog e coloque nele suas idéias, lá não há legislação no Brasil que lhe impeça de publicar o que bem entender, desde que, é claro, não transgrida os termos do Blogger.

Cordialmente,
Edson

Esses comentários que continham essa declaração de que você não os aceitaria foram mandados por mim apenas depois de ter mandado alguns (3, se não me falha a memória) que não foram publicados e tal.

E sim, tens razão: você está no seu direito de não publicar os comentários. É só questão de você dizer abertamente que assim faz. Aliás, você acabou de dizer.

Abraço.

Por alguma razão, vi seus comentários em lote. Pois acontece que nem sempre eu consigo diariamente me preocupar com o blog.

Sobre a moderação, aqui não é a casa da mãe Joana, se você reconhece que eu tenho direito de não publicar, não entendo seu incômodo. Ademais, não preciso dizer isso abertamente para me servir desse direito. A moderação de comentários é algo que existe em muitos blogs, se não gosta, reclame com o Google.

Meu quisito de moderação depende muito do pé com que eu levanto. Se for com o esquerdo, apago tudo, até elogios. Se com o direito, aí eu fico moderado e publico qualquer coisa. Às vezes levando com os dois pés, nesse caso o parlamento não entra em acordo e pode sair qualquer coisa.

Cordialmente.

Afinal de contas, aonde estão os argumentos desse nosso amigo discordante? Chingatório não serve!
Ele nega a Deus, mas fala de alma, que ateu é esse?
Nem entendi aquele comentário sobre a bíblia...

Fica visto de que aqueles que odeiam o direito de propriedade, odeiam também a Deus. De que é necessário negá-Lo para defender o roubo de propriedades. De que uma coisa leva a outra, andam sempre juntas. Obrigado pelo testemunho!