Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
São Paulo, quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Denúncie ao Cardeal Scherer o lançamento de um livro abortista na PUC-SP

Autor: Edson Oliveira   |   13:25   5 comentários


A Campanha Nascer é um Direito escreveu uma carta que será enviada ao Cardeal Dom Odilo Scherer denunciando o lançamento do livro A criminalização do aborto em questão que ocorrerá na sede da APROPUC, no campus Perdizes da PUC em comemoração da semana "latino-americana de luta pela descriminalização do aborto".

A carta também mostra a presença de professores militantes pró-aborto nos quadros da PUC e sua perplexidade diante do fato de contrariarem explicitamente as normas canônicas e pontifícias que regem uma universidade que se pretende católica.

Vale a pena dar uma lida no texto de apresentação e na respeitosa carta ao cardeal, a qual convido meus leitores a assinarem também a missiva através do site da campanha:

http://www.fundadores.org.br/AbortoNao/principal.asp?IdTexto=1263&pag=1&categ=1

5 comentários:

Agradeço pelo aviso. Tomei a liberdade de postar seu aviso no meu blog.

Pregar o aborto é uma falta de lucidez, de essência humana, de valores morais compatíveis com a vida em sí mesma. Não acredito que alguém escreva um livro para defender o aborto, mas posso acreditar que alguém pode escrever sobre o que poderia acontecer, de muito pior do que o aborto, para a vida. Quando valores como a vida estão em relação de fatal opção, deve-se, racionalmente, escolher. Embora a escolha seja racional, os valores que a orientam são morais e muitas vezes emocionais. O aborto é um fato que não pode ser dogmatizado, sob pena de tentarmos cobrir o sol com uma peneira. Os anti-abortistas não podem equipara-se aos abortistas na insanidade sectária. Há situações em que a falta do aborto poderá ser fatal para DUAS criaturas, ao invés de para UMA. Mas, a escolha não é assim meramente quantitativa. O radicalismo é que assim a trata.